Os escritores que aceleram neste blog

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acompanho a F1 desde 1994. por vezes o estranhamento choca e traz interesse. gosto de história desde 2002. bons professores trazem a tona paixões que pareciam subexistir. sou Ridson de Araújo, tenho 21 anos, faço História na Universidade Federal do Ceará.

A Redação

Este blog foi criado no intuito de divulgar, publicizar opiniões caladas e pesquisas que em geral não tem o devido espaço que (acreditamos) merecem. A iniciativa foi de Ridson de Araújo, e agora contará com colaboradores. Cada pessoa que se encontra aqui na redação tem o potencial como várias outras pessoas que tem/não tem internet, de pensar e agir. Duas paixões e duas escolhas: História(s) e Velocidade.

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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Motores: Cosworth e Ford Cosworth.


Na Fórmula-1, a Ford Cosworth teve em sua história 176 vitórias, 139 pole positions, 160 melhores voltas e 535 pódios. Obtendo 13 campeonatos de pilotos e fazendo 10 equipes campeãs de Construtores. Sendo que sua última vitória na categoria foi no GP do Brasil de 2003, com Giancarlo Fisichella no cockpit de uma Jordan. E sua última participação foi em 2004, quando a Ford resolveu encerrar suas atividades na F-1, vendendo a equipe Jaguar para a Red Bull e a divisão de motores Cosworth para os donos da extinta ChampCar.

Bem, depois que a Cosworth perdeu o parentesco com a Ford, passou a ser tratada como uma nova empresa. Sem vitórias na categoria, contando com 35 participações, onde fez sua estréia na F-1 em 2005, empurrando os carros da Red Bull e Minardi, e em 2006 com Toro Rosso e Williams. Nesse período conseguiu uma volta mais rápida com Nico Rosberg, da Williams no GP do Bahrein de 2006.

Depois de três temporadas fora, a Cosworth retorna a categoria depois de vencer uma licitação da FIA para fornecer motores para as equipes novatas, além de novamente fechar contrato de fornecimento com a equipe de Sir Frank Williams.

Agora é esperar para ver como será o desempenho dos propulsores, em corrida, nesse retorno da Cosworth, já que em 2006 a Williams sofreu bastante com a falta de confiabilidade dos motores ingleses, além de ter que atentar para consumo de combustível. Entretanto, seus motores passaram por uma reconfiguração para atender o regulamento que limita em 18000 rpm, aumentando assim a durabilidade.