
Virou uma tendência, desde que foram proibidos os testes na Fórmula-1. A valorização dos pilotos com mais experiência na categoria em detrimento a pilotos jovens e promissores, mas sem bagagem profissional, claro que, com exceção dos pilotos pagantes que nunca saíram da moda. Exemplo disso aconteceu na Equipe Brawn em 2009, com a negativa de Ross Brawn ao novato Bruno Senna, mantendo assim, o experiente Rubens Barrichello ao lado de Jenson Button na empreitada.
O renascimento das carreiras de Rubens Barrichello, Jenson Button e Mark Webber na temporada passada, incentivou outros profissionais, donos de equipe, dirigentes e patrocinadores a manterem investimentos e acreditarem na experiência e no conhecimento desses caras. Além de aflorar o arrependimento de muitos que deixaram a categoria. Antigamente, a F-1 via com naturalidade bons pilotos estreando aos 35 anos.
Atualmente pilotos ainda no Kart já tem contratos vinculados às grandes escuderias da F-1. Lewis Hamilton é o grande exemplo disso. Recentemente, o canadense Lance Stroll, de 11 anos, tornou-se o mais jovem piloto a integrar a Academia de pilotos da Ferrari. Mas deixando um pouco de lado o contexto de uma sociedade que valoriza demais a juventude. Renovar é preciso, mas talvez, não da maneira que vinha acontecendo.
Vejamos, em 2010 tivemos de volta à ativa de Michael Schumacher pela Mercedes-Benz e de Pedro de la Rosa pela BMW Sauber. Rubens Barrichello foi escolhido como a pedra-chave para reerguer a Williams. Jarno Trulli faz uma temporada honesta dentro das possibilidades e expectativas apresentadas pela Lotus e deve ser mantido no ano que vem. E olha que esses pilotos ainda são remanescentes da década de 90.
O desempenho e as atitudes de Mark Webber, piloto da Red Bull, também alimentam essa discussão entre renovar ou manter. No início do campeonato houve até uma campanha implícita de “aposenta Webber” por parte de pilotos, torcedores e comentaristas devido ao seu mau aproveitamento com o melhor carro do grid. Mas passado a metade do campeonato. Quem lidera o campeonato com o dobro de vitórias em relação aos principais concorrentes ao título?
Depois da redenção de Jenson Button, pelo segundo ano seguido, a Fórmula-1 pode ter um campeão, que para muitos, já tinha o prazo de validade vencido.
O renascimento das carreiras de Rubens Barrichello, Jenson Button e Mark Webber na temporada passada, incentivou outros profissionais, donos de equipe, dirigentes e patrocinadores a manterem investimentos e acreditarem na experiência e no conhecimento desses caras. Além de aflorar o arrependimento de muitos que deixaram a categoria. Antigamente, a F-1 via com naturalidade bons pilotos estreando aos 35 anos.
Atualmente pilotos ainda no Kart já tem contratos vinculados às grandes escuderias da F-1. Lewis Hamilton é o grande exemplo disso. Recentemente, o canadense Lance Stroll, de 11 anos, tornou-se o mais jovem piloto a integrar a Academia de pilotos da Ferrari. Mas deixando um pouco de lado o contexto de uma sociedade que valoriza demais a juventude. Renovar é preciso, mas talvez, não da maneira que vinha acontecendo.
Vejamos, em 2010 tivemos de volta à ativa de Michael Schumacher pela Mercedes-Benz e de Pedro de la Rosa pela BMW Sauber. Rubens Barrichello foi escolhido como a pedra-chave para reerguer a Williams. Jarno Trulli faz uma temporada honesta dentro das possibilidades e expectativas apresentadas pela Lotus e deve ser mantido no ano que vem. E olha que esses pilotos ainda são remanescentes da década de 90.
O desempenho e as atitudes de Mark Webber, piloto da Red Bull, também alimentam essa discussão entre renovar ou manter. No início do campeonato houve até uma campanha implícita de “aposenta Webber” por parte de pilotos, torcedores e comentaristas devido ao seu mau aproveitamento com o melhor carro do grid. Mas passado a metade do campeonato. Quem lidera o campeonato com o dobro de vitórias em relação aos principais concorrentes ao título?
Depois da redenção de Jenson Button, pelo segundo ano seguido, a Fórmula-1 pode ter um campeão, que para muitos, já tinha o prazo de validade vencido.