Os escritores que aceleram neste blog

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acompanho a F1 desde 1994. por vezes o estranhamento choca e traz interesse. gosto de história desde 2002. bons professores trazem a tona paixões que pareciam subexistir. sou Ridson de Araújo, tenho 21 anos, faço História na Universidade Federal do Ceará.

A Redação

Este blog foi criado no intuito de divulgar, publicizar opiniões caladas e pesquisas que em geral não tem o devido espaço que (acreditamos) merecem. A iniciativa foi de Ridson de Araújo, e agora contará com colaboradores. Cada pessoa que se encontra aqui na redação tem o potencial como várias outras pessoas que tem/não tem internet, de pensar e agir. Duas paixões e duas escolhas: História(s) e Velocidade.

O blog, na verdade: é de todos.

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sábado, 19 de setembro de 2009

28 carros!


Logo depois do anúncio da promoção da Lotus Malaia pela FIA, como a 13ª equipe a integrar o mundial de F-1 em 2010. A BMW veio comunicar a venda do que restou dela a um grupo de investidores. Trata-se de uma companhia de fundos de investimentos, especializada em controlar as riquezas de poderosas famílias do Oriente Médio e da Europa.


Os investidores informaram que também esperam integrar o grid da F-1 no Mundial do ano que vem. Assim, a categoria pode ter 14 equipes em 2010, todavia, a FIA já havia confirmado a Lotus, na 13ª e última vaga que era da BMW-Sauber.



A entidade máxima do automobilismo afirmou que recebeu uma inscrição "impressionante" da BMW, mas, diante das incertezas sobre o futuro da equipe, preferiu conceder a vaga à Lotus.



Para surpresa de muitos, a FIA indicou que pode conceder uma vaga extra entre os participantes do próximo campeonato e informou que o grid pode ser aumentado para 28 carros. Essa nova equipe será a primeira opção em caso de desistência de uma das já escolhidas. Para isso, a federação vai consultar "urgentemente" as equipes (FOTA) atualmente na F-1 sobre a possibilidade de uma mudança na regra.


É de se estranhar essa boa vontade da FIA, talvez seja para derrubar de vez a idéia do Luca Di Montezemolo, da Ferrari em implantar a regra e três carros por equipe.


E é justamente a Ferrari que talvez possa vir a ser parceira, da digamos, “Nova Qadbak/Sauber”. Enquanto espera saber se correrá em 2010. O grupo suíço QADBAK que comprou a BMW, já estuda os aspectos técnicos para colocar seu time em funcionamento e a Ferrari é a favorita para o fornecimento de motores para a novo time no ano que vem.


Devido a um longo relacionamento de Peter Sauber com os italianos, não é de se estranhar o futuro acordo. Se bem, que a Sauber nunca venceu com os motores italianos. E também resta saber se nome Sauber será mantido ou até mesmo se Peter Sauber permanecerá na escuderia.


Também não é de se estranhar esse novo perfil de investidores do oriente na F-1, já quê, tanto Ferrari como McLaren têm suas ações nas mãos desses poderosos investidores do Oriente Médio.

Será que o futuro da F-1 está reservado para eles?

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Último capítulo...

Bem, ao que parece chegou ao fim à queda de braço entre FIA e FOTA. No último post foi comentado sobre o papel do presidente da FOM como mediador entre as partes. E Bernie Ecclestone realmente conseguiu apaziguar os ânimos em reunião com Luca Di Montezemolo e Max Mosley e finalmente chegaram a um acordo. Não haverá mais outra categoria no próximo ano e todas as equipes da FOTA participarão da F-1, pelo menos, até 2012.

Hoje no Conselho Mundial da FIA em Paris, foi anunciado o acordo com a FOTA. Não foi divulgado se haverá o teto orçamentário em 2010, mas sim um compromisso das equipes em reduzir os custos, nos próximos dois anos, para atingir os níveis de gastos dos anos 1990, afirmou Max Mosley, sem esclarecer como será feito essa redução.
Além disso, a FOTA se comprometerá a ajudar as novas equipes, Campos, Manor e US F1.

Max Mosley também anunciou que não concorrerá à reeleição para presidência da FIA.
E isso parece ter sido o principal argumento para o acordo. Bem, agora vamos voltar atenção para o campeonato de 2009, mercado dos pilotos, as disputas na pista. E só em outubro saber quem será o Novo Presidente da FIA. E os campeonatos de Fórmula 1 até 2012 estão salvos!

terça-feira, 23 de junho de 2009

PELO BEM DO ESPORTE?

No final de 2008 e inicio deste ano um assunto está na moda e vem se tornando mania “Crise Econômica Mundial” tudo que se refere aos acontecimentos no mundo atualmente é por causa dela.
Não vou me aprofundar nos detalhes do regulamento o quê aparentemente gerou esse desentendimento ou de quem tem razão.

Pois bem, a Fórmula 1 não poderia ficar de fora, a desistência da Honda em Dezembro foi o primeiro episódio de uma longa novela que vem se arrastando até o presente momento.

Temos presenciado a batalha pelo poder e dinheiro envolvendo FIA vs. FOTA. O que tem deixado nós amantes e fãs da F-1 receosos quanto ao futuro da categoria. Vendo e ouvindo os relatos de ambas as partes quando defendem seus argumentos, os dois lados sempre terminam dizendo que tudo isso é “Pelo bem do esporte”, será mesmo?

A F-1 antes de ser um esporte, é um negócio já dizia Ayrton Senna. E um negócio muito lucrativo que desencadeou toda essa crise política e conflito de interesses. Por hora a categoria está rachada e haverá dois campeonatos em 2010 o da FOTA já conta até com um suposto calendário com datas e circuitos definidos.

Bernie Ecclestone dono da FOM que detém os direitos da F-1 e que será o maior prejudicado nessa história declarou, em entrevista ao jornal britânico "The Times" que não vai deixar que a F-1 "se desintegre" por conta desse problema.
E continuou dizendo que dedicou 35 anos de sua vida e muito mais à F-1. Até o casamento dele acabou por causa da F-1.

E é em Bernie Ecclestone que muitos mantêm as esperanças de quê tudo seja resolvido e que ele seja o mediador entre Max Mosley e os representantes das montadoras e salve o Campeonato Mundial de Fórmula 1. E que realmente o bom senso prevaleça. Observando que as pessoas mais interessadas nisso tudo colocam em risco suas vidas pessoais em prol de algo maior como a F-1!

Pelo visto o “esporte” é o que menos importa nesse momento decisivo.

Por Jobson Mendes.