Os escritores que aceleram neste blog

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acompanho a F1 desde 1994. por vezes o estranhamento choca e traz interesse. gosto de história desde 2002. bons professores trazem a tona paixões que pareciam subexistir. sou Ridson de Araújo, tenho 21 anos, faço História na Universidade Federal do Ceará.

A Redação

Este blog foi criado no intuito de divulgar, publicizar opiniões caladas e pesquisas que em geral não tem o devido espaço que (acreditamos) merecem. A iniciativa foi de Ridson de Araújo, e agora contará com colaboradores. Cada pessoa que se encontra aqui na redação tem o potencial como várias outras pessoas que tem/não tem internet, de pensar e agir. Duas paixões e duas escolhas: História(s) e Velocidade.

O blog, na verdade: é de todos.

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domingo, 4 de julho de 2010

Mudanças técnicas de 2011.


Dando prosseguimento ao post de 18 de junho, sobre as regras de 2011. Além de confirmar a Pirelli como a escolhida para fornecimento de pneus em substituição a Bridgestone. A FIA anunciou outras mudanças para a próxima temporada, agora sob o comando de Jean Todt, já quê as regras de 2010 foram regulamentadas, ainda, sob a gestão de Max Mosley.


A volta da regra dos 107% na classificação, devido aos problemas apresentados pelas equipes novatas em ritmo de corrida e a forte pressão das equipes de ponta, principalmente da Ferrari. Qualquer piloto cuja melhor volta do Q1 exceda 107% do tempo do líder estará automaticamente fora da corrida, mas como sempre há exceções e ficará a cargo dos comissários permitir que um ou mais carros que não tenham conseguido fazer um tempo dentro do estipulado pela regra, seja autorizado a participar da corrida.


Pelo segundo ano seguido, é aumentado o peso mínimo dos carros que passará dos atuais 620 kg carro mais piloto, para 640 kg. Isso visando à reintrodução do KERS, quê se voltar, provavelmente será como em 2009, nem todas as equipes utilizarão o equipamento, talvez só as equipes com maior aporte financeiro, mas não temos confirmação ainda. De certa forma essa medida é benéfica para os pilotos que talvez tenham um alivio em suas dietas!


Na parte aerodinâmica, estão proibidos os ajustes das asas dianteiras, assim como o duto frontal, além do difusor duplo que já havia sido decidido anteriormente. Para auxiliar as ultrapassagens os carros terão um conjunto ajustável na asa traseira. No comunicado da FIA, a mesma explicou também que os ajustes somente poderão ter efeito após duas voltas, mas que as mudanças nos chassis poderão acontecer antes do início da corrida. "A partir de 2011, o chassi poderá ser ajustável pelo piloto a qualquer momento antes do início da corrida e com a única finalidade de melhorar as ultrapassagens durante a prova, mas somente depois que o piloto completar duas voltas." O texto não deixa claro se haverá diminuição na largura do aerofólio dianteiro.


Dentre outras medidas ainda em discussão: a permissão para equalização dos motores; as regras do Safety Car e a obrigatoriedade dos pilotos em largar com o jogo de pneus usados no Q3.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Discussões e mudanças técnicas para 2011.


Para 2011, a Fórmula-1 deverá ter poucas mudanças técnicas em seu regulamento. Os debates entre FIA, FOTA e FOM estão a todo vapor para a possibilidade de se ainda fazer mudanças no regulamento para a próxima temporada, vários aspectos estão sendo analisados como forma de melhorar o “espetáculo”.


A demora para a escolha da nova fornecedora de pneus afastou qualquer chance de mudança no tamanho das rodas, ou seja, quem for escolhido na disputa entre Pirelli e Michelin, terá que fabricar os pneus de acordo com o regulamento vigente este ano. Além do mais, as equipes já iniciaram os trabalhos nos projetos de 2011 com base nos atuais pneus.


A reintrodução do KERS também está sendo discutida, só não sabemos se, dessa vez, será obrigatório para todas as equipes utilizarem o equipamento, e se isso será permitido ou não pela FIA, como ocorreu na temporada de 2009. Há a possibilidade de ter apenas um fornecedor para o sistema, como forma de diminuir os custos, entretanto, nem todas as equipes são a favor da volta do malfadado e caro sistema de recuperação de energia. Eu também acho desnecessário.


Acertadamente, estuda-se a diminuição da largura do aerofólio dianteiro. Quanto ao traseiro estão discutindo uma forma para deixá-lo mais elaborado e eficiente.


Agora é aguardar para ver quais medidas entrarão realmente em vigor.