Os escritores que aceleram neste blog

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acompanho a F1 desde 1994. por vezes o estranhamento choca e traz interesse. gosto de história desde 2002. bons professores trazem a tona paixões que pareciam subexistir. sou Ridson de Araújo, tenho 21 anos, faço História na Universidade Federal do Ceará.

A Redação

Este blog foi criado no intuito de divulgar, publicizar opiniões caladas e pesquisas que em geral não tem o devido espaço que (acreditamos) merecem. A iniciativa foi de Ridson de Araújo, e agora contará com colaboradores. Cada pessoa que se encontra aqui na redação tem o potencial como várias outras pessoas que tem/não tem internet, de pensar e agir. Duas paixões e duas escolhas: História(s) e Velocidade.

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sábado, 20 de novembro de 2010

Pirelli aprovada.


No último dia de testes em Abu Dhabi, com os novos pneus da Pirelli, encerraram-se os trabalhos das equipes em 2010 na pista. Em Yas Marina, as equipes aproveitaram ao máximo, deram varias voltas e coletaram o maior número de informações possíveis. Daqui por diante, os times trabalharão nas fábricas, túneis de vento e nos simuladores.


Os resultados dos primeiros testes coletivos com os pneus da marca italiana foram satisfatórios. Para a grande maioria dos pilotos a impressão foi positiva. Conforme Paul Hembery, diretor esportivo da Pirelli, “Os pilotos gostaram, especialmente, do desempenho de nosso pneu dianteiro, que é uma área na qual trabalhamos consideravelmente. Esse foi um de nossos objetivos e estou contente que conseguimos atingí-lo."


Durante esses dois dias, foi dado ênfase nos pneus médios e macios, pelo qual, os engenheiros da Pirelli relataram que tiveram bons resultados com ambos, especialmente em termos de desgaste.


A Ferrari liderou os dois dias de testes, primeiro com Felipe Massa e hoje com Fernando Alonso. Mas, isso pouco serve de parâmetro, pois o regulamento de 2011 trará mudanças importantes, como a proibição do difusor duplo e do F-duct, além da adoção de uma asa traseira móvel e a volta do KERS.


Agora é aguardar pelo início da pré-temporada em fevereiro, já com os novos carros de 2011. No entanto, a Pirelli ainda fará mais duas sessões de testes privados em dezembro, no Bahrein, e outra em janeiro na Europa.


Resultados:

1º. Fernando Alonso (SPA/Ferrari), 1.40.529 (105 voltas)
2º. Sebastian Vettel (GER/Red Bull), 1.40.825 (66)
3º. Rubens Barrichello (BRA/Williams), 1.41.294 (100)
4º. Robert Kubica (POL/Renault), 1.41.614 (91)
5º.
Gary Paffett (ENG/McLaren), 1.41.622 (46)
6º. Oliver Turvey (ENG/McLaren), 1.41.740 (30)
7º. Michael Schumacher (GER/Mercedes-Benz), 1.41.757 (74)
8º. Paul di Resta (SCT/Force India), 1.41.869 (35)
9º. Kamui Kobayashi (JPN/BMW Sauber), 1.42.110 (43)
10º. Sebastien Buemi (SWI/Toro Rosso), 1.42.145 (97)
11º.
Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India), 1.42.416 (46)
12º. Sérgio Perez (MEX/BMW Sauber), 1.42.777 (46)
13º. Jarno Trulli (ITA/Lotus), 1.44.839 (44)
14º. Pastor Maldonado (VEN/Hispania), 1.44.768 (65)
15º.
Timo Glock (GER/Virgin), 1.44.783 (82)



sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Pirelli toma posse.


Oficialmente a Pirelli, assumiu hoje, o posto de nova fornecedora de pneus da Fórmula-1. Com início dos testes, ainda em Abu Dhabi, as equipes tiveram os primeiros contatos com a borracha italiana, e assim, começam as coletas de dados, visando adequar os projetos dos bólidos de 2011 as características dos novos compostos.


Vale lembrar que quase todas as equipes já estão com seus projetos de 2011 bem adiantados, e, até então, tinham conhecimentos apenas “teóricos” sobre os pneus da Pirelli.


No primeiro dia de testes Felipe Massa, da Ferrari, foi líder seguido pelo Campeão Sebastian Vettel, da Red Bull. Os tempos ficaram muito próximos em comparação com os da Bridgestone, mas poucas conclusões se deve tirar. Entretanto, isso demonstra que a Pirelli fez um bom trabalho.


A primeira impressão de Felipe Massa, Sebastian Vettel e Kamui Kobayashi foi positiva, mas Nico Rosberg, da Mercedes não teve o mesmo entendimento de seus colegas, e prevê dificuldades para seu time.


E assim começa a pré-temporada de 2011...


1º. Felipe Massa (BRA/Ferrari), 1.40.170 (94 voltas)
2º. Sebastian Vettel (GER/Red Bull), 1.40.500 (77)
3º. Gary Paffett (ENG/McLaren), 1.40.874 (94)
4º. Kamui Kobayashi (JPN/BMW Sauber), 1.40.950 (83)
5º. Robert Kubica (POL/Renault), 1.41.032 (39)
6º. Rubens Barrichello (BRA/Williams), 1.41.425 (91)
7º. Paul di Resta (SCT/Force India), 1.41.615 (20)
8º. Nico Rosberg (GER/Mercedes-Benz), 1.41.778 (81)
9º. Jaime Alguersuari (SPA/Toro Rosso), 1.42.019 (71)
10º. Adrian Sutil (GER/Force India), 1.42.859 (20)
11º. Timo Glock (GER/Virgin), 1.44.124 (78)
12º. Heikki Kovalainen (FIN/ Lotus), 1.44.686 (88)
13º. Pastor Maldonado (VEN/Hispania), 1.45.728 (83)

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Um até breve, Bridgestone.


Com o fim da temporada de 2010, dar-se início aos processos de mudanças e preparativos para uma nova temporada. Desde 2007 a Fórmula-1 tem passado por sistemáticas mudanças em seu regulamento técnico, conforme alguns exemplos abaixo.


• 2007: a categoria virou novamente monomarca, no quesito pneus, com a saída da Michelin e a manutenção da Bridgestone.

• 2008: o fim do controle de tração.

• 2009: a volta dos pneus slicks, e toda a aerodinâmica dos carros profundamente revisada.

• 2010: Fim do reabastecimento.


E em 2011, também teremos mais uma importante mudança, e até o momento, uma verdadeira incógnita. A mudança da fornecedora de pneus: sai a Bridgestone, que cede seu lugar para a italiana Pirelli.


Este campeonato de 2010 encerra a passagem vitoriosa da fabricante de pneus japonesa Bridgestone, que por 14 temporadas forneceu pneus para as equipes de F-1.


Os japoneses entraram de forma definitiva em 1997, concorrendo e quebrando o monopólio da até então absoluta Goodyear. Nessa primeira temporada, fecharam acordo de fornecimento efetivo para quatro equipes: Arrows, Stewart, Prost e Minardi, além da Lola que abandonou o campeonato logo no começo.


Em 1998 passaram a fornecer pneus para duas grandes equipes: McLaren e Benetton. E foi com o time de Ron Dennis que a Bridgestone obteve sua primeira vitória, com Mika Hakkinen, no GP da Austrália, e posteriormente, a conquista de seu primeiro título na categoria nesse mesmo ano.


Em 1999 e 2000 se firmou como a única fornecedora de pneus da F-1, até a chegada da Michelin em 2001. Dando início a “guerra dos pneus” entre as duas marcas. Nesse período os japoneses firmaram uma parceria quase umbilical com a Ferrari, que resultou no domínio de Michael Schumacher e do time italiano até 2004. Ano passado, um dos diretores da Bridgestone deu uma declaração confirmando, que, nessa época, todos os pneus dianteiros fabricados por eles eram para atender o estilo de pilotagem de Michael Schumacher...


Em 2007, a empresa fundada por Shojiro Ishibashi voltou a ser a única marca de pneus na Fórmula-1. Entretanto, com o final da temporada de 2010, chegou à vez dos japoneses darem um tempo. Em sua história na F-1, a Bridgestone participou de 244 grandes prêmios, conquistando 175 vitórias, 168 poles positions, 170 melhores voltas e 11 títulos mundiais.

domingo, 24 de outubro de 2010

Grande Prêmio da Coreia do Sul 2010.


A chuva quase cancela o 1º GP da Coreia do Sul, mas depois de muita espera para ver os carros na pista, mas atrás do Safety Car, finalmente a corrida pôde começar.


Com vitória de Fernando Alonso da Ferrari, que assim, assume a liderança do campeonato, mas ainda é cedo para apontar que o espanhol seja o franco favorito a partir de agora. Ainda temos duas corridas para o fim e os azarados de hoje podem ter uma virada nas próximas duas etapas. Mas Alonso tem sido o melhor piloto nessa segunda metade do campeonato e fora o GP da Alemanha, não contou mais com nenhuma ajuda de seu companheiro.


Os pilotos mais regulares do ano se deram mal em Yeongam: Mark Webber, da Red Bull, rodou sozinho, bateu no muro voltou para pista sem controle e ainda levou Nico Rosberg junto.


E Jenson Button, da McLaren não se entendeu com pista da Coreia. Um dos melhores estrategista do grid não deu sorte ao optar em parar cedo para trocar os pneus de chuva pelos intermediários, pois, logo depois houve uma nova intervenção Safety Car e todos que estavam à sua frente não perderam tanto tempo com suas paradas. Além do mais, ainda foi jogado para fora da pista por Adrian Sutil que relembrou seus velhos tempos de piloto inconseqüente.


Sebastian Vettel remava para liderança do campeonato, teria todo o apoio da Red Bull com a pós o erro de Mark Webber, mas depois de sofrer com problemas nos freios, seu motor Renault explodiu dando a vitória para Alonso.


Lewis Hamilton fez uma corrida discreta, não arriscou muito e ainda mantém viva as esperanças de título. Felipe Massa completou o pódio. Michael Schumacher, da Mercedes-Benz fez uma boa corrida e terminou em quarto. Robert Kubica em quinto, Vitantonio Liuzzi em sexto, voltou a pontuar, fazendo uma corrida mais centrada do que seu companheiro.


Os pilotos da Williams vinham bem até perderem rendimento por causa dos pneus, mas ainda terminaram na zona de pontos. Os pilotos de Peter Sauber também terminaram na zona de pontuação.


Os barbeiros do dia foram Adrian Sutil e Sebastien Buemi, tanto que ambos foram punidos com a perda de cinco posições no GP do Brasil.


Resultado Final:

1°. Fernando Alonso (SPA/Ferrari), 2h48min20s810 (55 voltas)
2°. Lewis Hamilton (ENG/McLaren Mercedes-Benz), a 14.999
3°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 30.868
4°. Michael Schumacher (GER/Mercedes-Benz), a 39.688
5°. Robert Kubica (POL/Renault), a 47.734
6°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India Mercedes-Benz), a 53.571
7°. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth), a 1.09.257
8°. Kamui Kobayashi (JPN/BMW Sauber-Ferrari), a 1.17.889
9°. Nick Heidfeld (GER/BMW Sauber-Ferrari), a 1.20.107
10°. Nico Hulkenberg (GER/Williams-Cosworth), a 1.20.851

Não Pontuaram:

11°. Jaime Alguersuari (SPA/Toro Rosso Ferrari), a 1.24.146
12°. Jenson Button (ENG/McLaren Mercedes-Benz), a 1.29.939
13°. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Cosworth), a 1 volta
14°. Bruno Senna (BRA/Hispania-Cosworth), a 2 voltas
15°. Sakon Yamamoto (JPN/Hispania-Cosworth), a 2 voltas

Não Concluíram:

16°. Adrian Sutil (GER/Force India Mercedes-Benz), 46 voltas
17°. Sebastian Vettel (GER/Red Bull Renault), 45
18°. Vitaly Petrov (RUS/Renault), 39
19°. Timo Glock (ALE/Virgin-Cosworth), 31
20º. Sebastien Buemi (SWI/Toro Rosso Ferrari), 30
21°. Lucas di Grassi (BRA/Virgin-Cosworth), 25
22°. Jarno Trulli (ITA/Lotus-Cosworth), 25
23°. Mark Webber (AUS/Red Bull Renault), 18
24°. Nico Rosberg (GER/Mercedes-Benz), 18

Melhor Volta:

Fernando Alonso (SPA/Ferrari), 1.50.257 (Volta 42)

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

O bom filho à casa torna.


No começo do ano quando Peter Sauber reassumiu o controle de sua equipe junto à BMW, e todos esperavam que ele mantivesse Nick Heidfeld no time, já que, o alemão havia sido preterido para vaga de piloto titular na Mercedes-Benz com o retorno de Michael Schumacher. Ficando assim, livre para permanecer no time suíço, mas Sauber escolheu o espanhol Pedro da la Rosa para ser o companheiro do japonês Kamui Kobayashi.


Quando questionado pela não continuidade do piloto alemão, Peter Sauber limitou-se a dizer que queria ver mudanças no time e tentar algo novo. E Heidfeld acabou mesmo ficando de fora do grid de 2010, tendo que se contentar com a ilusória vaga de terceiro piloto da Mercedes-Benz.


No mês passado o germânico foi “liberado” pela Mercedes e fechou um acordo com a Pirelli para ser o piloto responsável, em conduzir as baterias de testes, nos preparativos dos italianos que voltam à F-1, para substituir a Bridgestone como a nova fornecedora de pneus da categoria a partir 2011.


Entretanto, Nick testará pela segunda e última vez com os pneus da fabricante italiana nesta sexta-feira, 17/09, no circuito de Jerez de la Frontera. Heidfeld teve que abdicar do cargo, pois, foi confirmado como “novo” piloto da escuderia de Hinwil para as últimas cinco provas desta temporada por Peter Sauber, substituindo Pedro de la Rosa, aquele mesmo que tomou seu lugar no início do ano.


É uma pena para Pedro de la Rosa que se torna o segundo piloto a ser substituído nessa temporada, o primeiro foi o indiano Karum Chandhok, que perdeu seu lugar de titular na neófita Hispania para os ienes de Sakon Yamamoto.


Além de ser um ótimo piloto, Nick Heidfeld já era bastante especulado para uma vaga de piloto titular em 2011, por sua ligação e conhecimento com a Pirelli, mas isso se tornou pouco relevante com o anúncio de sua ida para BMW Sauber ainda esse ano, deixando o impossibilitado de finalizar todos os testes com os novos pneus, conseqüentemente, suas informações sobre a nova borracha se tornará limitado. Com isso a atenção dos times deve se voltar para o novo piloto que venha assumir o posto deixado pelo alemão.


Nick Heidfeld não merecia ter ficado de fora do grid de 2010, e então, que seja bem-vindo. O piloto alemão tem cinco corridas para assegurar uma vaga em 2011.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Pirelli já iniciou os trabalhos.


A nova fornecedora de pneus da Fórmula-1, a italiana Pirelli, que substituirá a japonesa Bridgestone a partir de 2011, já começou os ensaios visando o campeonato do próximo ano. A fabricante já havia testado seus compostos em carros da categoria GP2 que também utilizarão as borrachas fornecidas pelos italianos.


Segundo a revista alemã "Auto Bild", a Pirelli irá testar seus compostos em um carro da F-1 no final deste mês, em Mugello, uma das pistas particulares da Ferrari. O bólido escolhido, entretanto, será da finada equipe Toyota com o modelo TF109 de 2009. Ultimo carro utilizado pela equipe japonesa antes de abandonar a F-1. Antes foi até cogitado que a fabricante utilizaria o carro com as configurações de 2010, que a Toyota havia construído antes de decidir abandonar a categoria, mas esse projeto está sendo negociado com a Hispania.


A escolha da Toyota foi bem vinda, pois, a Pirelli não poderia usar nenhum carro das 12 equipes atuais para o desenvolvimento dos pneus. Aliás, isso só ocorrerá depois do encerramento do campeonato em Abu Dhabi, onde todas as equipes testarão os novos compostos.


O excelente Nick Heidfeld, atual piloto de testes da Mercedes-Benz foi escolhido para conduzir o carro nos testes da marca. Além de Mugello, outros seis circuitos receberão os testes da Pirelli antes de chegar a Abu Dhabi.

domingo, 11 de julho de 2010

Grande Prêmio da Inglaterra 2010.


“Nada mal para um segundo piloto”, palavras de Mark Webber depois de cruzar a linha de chegada comemorando sua terceira vitória no ano. Um desabafo irônico e com endereço certo, a alta cúpula da Red Bull. Tudo começou quando a equipe austríaca resolveu tirar a nova asa dianteira do australiano para colocá-la no carro do mimado garoto alemão que havia danificado a sua nos treinos, sob pretexto que o alemão estava em uma posição melhor no campeonato. Para revolta de Mark Webber, mas, ele usou isso como motivação para corrida e não aliviou na largada, mesmo partindo do lado sujo, superou o afobado companheiro que ainda teve um pneu furado, por um toque com Hamilton.


Foi uma largada bem conturbada, com vários toques, dentre eles Massa com Alonso, no qual o brasileiro teve um pneu furado, assim como Vettel. Ambos se arrastaram para o Pit Lane, retornando nas últimas posições. Essa corrida demonstrou como a largura do aerofólio dianteiro deve ser revista, quantos pilotos tiveram suas corridas prejudicadas com pneus furados pelos afiados aerofólios.

Lewis Hamilton manteve um bom ritmo de corrida finalizando em segundo, e mantendo a liderança do campeonato. Nico Rosberg, da Mercedes-Benz voltou ao pódio neste GP, fez uma ótima prova e ainda segurou a pressão de Jenson Button, depois da intervenção do Safety Car.


Jenson Button com a outra McLaren, aliás, foi novamente impressionante. Largou em 14º, na primeira volta já era oitavo. De longe, é o piloto que melhor sabe usar as táticas de corrida em condições adversas, alçou 10 posições na prova, e ainda lutou pelo pódio. Também conseguiu manter sua posição no campeonato, assim como Mark Webber, vem surpreendendo.


Mostrando a evolução da Williams e dos motores Cosworth, Rubens Barrichello fez uma excelente prova, chegando ao quinto lugar. Nico Hulkenberg, companheiro de Rubens também conseguiu pontuar, e teve um ótimo duelo com Schumacher que tirou o ano para se divertir, conforme Rede Globo. Outra equipe que vem evoluindo muito é BMW Sauber, principalmente com Kamui Kobayashi que alcançou o sexto lugar em Silverstone.


Depois do japonês só deu Alemanha com Vettel, Sutil, Schumacher e Hulkenberg do sétimo ao décimo lugar, respectivamente. A Ferrari ao que parece, já vai começar a pensar em 2011, pois, esse ano não está dando nada certo. Pouco adiantou a dispensa de Kimi Raikkonen, e a vinda antecipada de Fernando Alonso, aliada com a má fase de Felipe Massa. Alonso que vê suas chances de título escapar, fez como sempre, uma corrida aguerrida, mas acabou sendo punido e prejudicado com um drive through, no lance da ultrapassagem sobre Robert Kubica, da Renault que posteriormente abandonou. Os comissários demoraram muito analisando o ocorrido, prejudicando o piloto espanhol.


Passado metade do campeonato, é provável que a guerra seja declarada entre os pilotos da Red Bull, talvez, algo semelhante que ocorreu na McLaren em 2007. Ao que parece, Mark Webber perdeu a paciência com a equipe e chutou o balde de vez, e até já andou trocando experiências com Fernando Alonso. O australiano se cansou dos privilégios dados à Vettel pela equipe. Algo que só beneficia a McLaren. Vamos ver como a equipe irá administrar o ocorrido, mas como a própria Red Bull já declarou depois do GP da Turquia “merdas acontecem”. Eu diria que continuam acontecendo e tendem acontecer ainda mais!



Resultado final

1°. Mark Webber (AUS/Red Bull Renault), 1h24min38s200 (52 voltas)
2°. Lewis Hamilton (ENG/McLaren Mercedes-Benz), a 1.360
3°. Nico Rosberg (GER/Mercedes-Benz), a 21.307
4°. Jenson Button (ENG/McLaren Mercedes-Benz), a 21.986
5°. Rubens Barrichello (BRA/Williams Cosworth), a 31.456
6°. Kamui Kobayashi (JPN/BMW Sauber Ferrari), a 32.171
7°. Sebastian Vettel (GER/Red Bull Renault), a 36.734
8°. Adrian Sutil (GER/Force India Mercedes-Benz), a 40.932
9°. Michael Schumacher (GER/Mercedes-Benz), a 41.599
10°. Nico Hulkenberg (GER/Williams Cosworth), a 42.012

Não Pontuaram:

11°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India Mercedes-Benz), a 42.459
12°. Sebastien Buemi (SWI/Toro Rosso Ferrari), a 47.627
13°. Vitaly Petrov (RUS/Renault), a 59.374
14°. Fernando Alonso (SPA/Ferrari), a 1.02.385
15°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 1.07.489
16°. Jarno Trulli (ITA/Lotus Cosworth), a 1 volta
17°. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus Cosworth), a 1 volta
18°. Timo Glock (GER/Virgin Cosworth), a 1 volta
19°. Karun Chandhok (IND/Hispania Cosworth), a 2 voltas
20°. Sakon Yamamoto (JPN/Hispania Cosworth), a 2 voltas

Não Concluíram:

21°. Jaime Alguersuari (SPA/Toro Rosso Ferrari), 45 voltas
22°. Pedro de la Rosa (SPA/Sauber Ferrari), 30
23°. Robert Kubica (POL/Renault), 20
24°. Lucas Di Grassi (BRA/Virgin Cosworth), 10

Melhor Volta:

Fernando Alonso (SPA/Ferrari), 1.30.874. (Volta 52)

domingo, 4 de julho de 2010

Mudanças técnicas de 2011.


Dando prosseguimento ao post de 18 de junho, sobre as regras de 2011. Além de confirmar a Pirelli como a escolhida para fornecimento de pneus em substituição a Bridgestone. A FIA anunciou outras mudanças para a próxima temporada, agora sob o comando de Jean Todt, já quê as regras de 2010 foram regulamentadas, ainda, sob a gestão de Max Mosley.


A volta da regra dos 107% na classificação, devido aos problemas apresentados pelas equipes novatas em ritmo de corrida e a forte pressão das equipes de ponta, principalmente da Ferrari. Qualquer piloto cuja melhor volta do Q1 exceda 107% do tempo do líder estará automaticamente fora da corrida, mas como sempre há exceções e ficará a cargo dos comissários permitir que um ou mais carros que não tenham conseguido fazer um tempo dentro do estipulado pela regra, seja autorizado a participar da corrida.


Pelo segundo ano seguido, é aumentado o peso mínimo dos carros que passará dos atuais 620 kg carro mais piloto, para 640 kg. Isso visando à reintrodução do KERS, quê se voltar, provavelmente será como em 2009, nem todas as equipes utilizarão o equipamento, talvez só as equipes com maior aporte financeiro, mas não temos confirmação ainda. De certa forma essa medida é benéfica para os pilotos que talvez tenham um alivio em suas dietas!


Na parte aerodinâmica, estão proibidos os ajustes das asas dianteiras, assim como o duto frontal, além do difusor duplo que já havia sido decidido anteriormente. Para auxiliar as ultrapassagens os carros terão um conjunto ajustável na asa traseira. No comunicado da FIA, a mesma explicou também que os ajustes somente poderão ter efeito após duas voltas, mas que as mudanças nos chassis poderão acontecer antes do início da corrida. "A partir de 2011, o chassi poderá ser ajustável pelo piloto a qualquer momento antes do início da corrida e com a única finalidade de melhorar as ultrapassagens durante a prova, mas somente depois que o piloto completar duas voltas." O texto não deixa claro se haverá diminuição na largura do aerofólio dianteiro.


Dentre outras medidas ainda em discussão: a permissão para equalização dos motores; as regras do Safety Car e a obrigatoriedade dos pilotos em largar com o jogo de pneus usados no Q3.

sábado, 3 de julho de 2010

Pirelli e a manutenção da monomarca.


Esperávamos só a confirmação oficial da FIA, a italiana Pirelli retorna e será a nova fornecedora de pneus da Fórmula-1 a partir de 2011, com contrato assinado até 2013, substituindo a japonesa Bridgestone que figurava na categoria desde 1997. Os italianos se tornam os novos fornecedores da F-1 e conseqüentemente da GP2, além de já fornecerem borracha para outras categorias importantes como WRC e GP3.


Em disputa com a francesa Michelin, a Pirelli saiu beneficiada, pois não exigiu dentre outras coisas, a disputa entre as fabricantes de pneus, como queria a Michelin para retornar à categoria. A FIA, acertadamente, mantém o critério de monomarca. Por uma questão de custos e competitividade. E como atualmente não há mais testes, ficaria muito difícil desenvolver os pneus, já quê, uma das fabricantes fatalmente teria mais vantagem que a outra.


E mesmo se fosse possível testar, uma das marcas sempre teria vantagem com relação à outra. Além de favorecimentos a determinadas equipes. Lembrem-se do embate entre Bridgestone e Michelin que ocorreu entre os anos de 2001 a 2006. Os japoneses davam total privilégio à Ferrari, enquanto a Michelin à Renault. E quais foram às únicas equipes campeãs nesse período? Coincidência?


Devido à atrasada confirmação e sem poder usar nenhuma das equipes atuais para o desenvolvimento dos pneus, os italianos buscam adquirir um monoposto construído pela ex-equipe Toyota para essa temporada. Para coletar um maior número de dados possível, e atingir um nível de competitividade e durabilidade dos pneus. Todavia, as equipes já iniciaram o desenvolvimento dos bólidos de 2011, e por isso, não haverá mudanças no tamanho das rodas. Quanto aos compostos, a Pirelli fabricará três tipos para pista seca, ante os quatro que a Bridgestone dispõe em 2010.


A Pirelli já participou de 200 Grandes prêmios na Fórmula-1, sendo que sua primeira participação ocorreu na Inglaterra em 1950 e a última em 1991 na Austrália. Entre as idas e vindas na categoria a Pirelli obteve 43 vitórias, 46 pole positions e 50 melhores voltas.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Discussões e mudanças técnicas para 2011.


Para 2011, a Fórmula-1 deverá ter poucas mudanças técnicas em seu regulamento. Os debates entre FIA, FOTA e FOM estão a todo vapor para a possibilidade de se ainda fazer mudanças no regulamento para a próxima temporada, vários aspectos estão sendo analisados como forma de melhorar o “espetáculo”.


A demora para a escolha da nova fornecedora de pneus afastou qualquer chance de mudança no tamanho das rodas, ou seja, quem for escolhido na disputa entre Pirelli e Michelin, terá que fabricar os pneus de acordo com o regulamento vigente este ano. Além do mais, as equipes já iniciaram os trabalhos nos projetos de 2011 com base nos atuais pneus.


A reintrodução do KERS também está sendo discutida, só não sabemos se, dessa vez, será obrigatório para todas as equipes utilizarem o equipamento, e se isso será permitido ou não pela FIA, como ocorreu na temporada de 2009. Há a possibilidade de ter apenas um fornecedor para o sistema, como forma de diminuir os custos, entretanto, nem todas as equipes são a favor da volta do malfadado e caro sistema de recuperação de energia. Eu também acho desnecessário.


Acertadamente, estuda-se a diminuição da largura do aerofólio dianteiro. Quanto ao traseiro estão discutindo uma forma para deixá-lo mais elaborado e eficiente.


Agora é aguardar para ver quais medidas entrarão realmente em vigor.