Os escritores que aceleram neste blog

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acompanho a F1 desde 1994. por vezes o estranhamento choca e traz interesse. gosto de história desde 2002. bons professores trazem a tona paixões que pareciam subexistir. sou Ridson de Araújo, tenho 21 anos, faço História na Universidade Federal do Ceará.

A Redação

Este blog foi criado no intuito de divulgar, publicizar opiniões caladas e pesquisas que em geral não tem o devido espaço que (acreditamos) merecem. A iniciativa foi de Ridson de Araújo, e agora contará com colaboradores. Cada pessoa que se encontra aqui na redação tem o potencial como várias outras pessoas que tem/não tem internet, de pensar e agir. Duas paixões e duas escolhas: História(s) e Velocidade.

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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Nova transição: Williams Cosworth.


A equipe Williams passa novamente por uma fase de transição. Mudaram os pilotos, e mais uma vez, o fornecedor de motores. Com a saída da Toyota e, conseqüentemente, a de Kazuki Nakajima, que, aliás, Sir Frank Williams não suportava mais o piloto japonês, devido as suas barbeiragens no decorrer da temporada passada. Rubens Barrichello juntou-se ao time de Grove e Nicolas Hulkenberg foi promovido a piloto titular.


A equipe foi ousada, até por uma questão financeira, em assinar contrato com a Cosworth, que retornou à categoria nesta temporada para fornecer propulsores dentro da realidade dos times novatos. Portanto, a turma de Grove foi a única das equipes estabelecidas a contar com a Cosworth.


E foi justamente o motor Cosworth, o principal responsável pelo fraco desempenho do FW 32 no início do campeonato. Mas com o passar das etapas, especialmente, na segunda metade do campeonato, o motor inglês melhorou muito, tanto em potência, como em confiabilidade e consumo. E no desenvolvimento contínuo do chassi, a Williams fez um ótimo trabalho nas atualizações do bólido, ao contrário de outras equipes que contavam com maiores recursos.


E dentro de suas limitações a Williams conseguiu o sexto lugar nos campeonato de construtores, superando a Force India por um ponto, para alegria do nosso amigo Marcos Antônio, do GP Series. Entretanto, a equipe perdeu quatro importantes patrocinadores para 2011, e por isso, teve que abrir mão de Nico Hulkenberg. Para seu lugar chega Pastor Maldonado, acompanhado dos petrodólares da Estatal Venezuelana.

  • Posição: 6º
  • Pontos: 69
  • Pole Position: 1
  • Nação: Inglaterra.


Seus pilotos:




9. Rubens Barrichello

Em sua 18ª temporada na F-1, o brasileiro Rubens Barrichello entrou para a história da categoria ao se tornar o primeiro piloto a superar a barreira dos 300 grandes prêmios. Rubens foi contratado pela Williams para liderar a equipe neste momento de transição. E o brasileiro se saiu bem, virou figura constante no Q3, conseguiu os melhores resultados para o time, em corrida, no ano. Seu ponto alto, conforme ele mesmo foi a ultrapassagem sobre Michael Schumacher no GP da Hungria. E com seu reconhecido trabalho na Williams, Patrick Head e Sir Frank já confirmaram Barrichello em 2011.

  • Posição: 10º
  • Pontos: 47



10. Nicolas Hulkenberg.

Em sua temporada de estréia, este alemão que já era test-driver da equipe inglesa desde 2007, chegou badalado na categoria. Teve altos e baixos no decorrer da temporada, mas deixou claro que mereceu a oportunidade na F-1. Apanhou no começo, mas finalizou a temporada no mesmo ritmo do experiente companheiro. Foi o autor de uma espantosa pole position no GP do Brasil, algo que a equipe não conseguia desde 2005. Mas apesar das boas apresentações, Hulkenberg acabou dispensado da Williams, por questões financeiras. Ainda não tem lugar garantido na próxima temporada.

  • Posição: 14º
  • Pontos: 22
  • Pole Position: 1

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

O que é necessário...? parte 2

Bem, moçada... na primeira parte deste post falamos da estranha e histórica relação da equipe Williams com Rubens Barrichello, vendo o que cada lado desta vez pode oferecer um ao outro.
Desta vez, tentaremos discorrer um pouco sobre o que um piloto como Rubens Barrichello pode fazer diante das limitações técnicas que provavelmente terão o carro da Williams. Segundo Luiz Fernando Ramos, o Ico, no site Tazio, o acerto com a Cosworth já foi acertado, e tanto por uma razão financeira (que sem dúvida pesa em uma equipe que tem limitações de patrocínio) como por uma razão técnica, de acordo com os resultados no dinamômetro - avaliando assim a potencia e o consumo teórico.
Há, segundo Ico, um fluxo de informações e staff técnico da Mercedes no processo, além de uma possibilidade de desenvolvimento mais livre por conta do regulamento técnico da F1 (tudo muito técnico, não?), limitando os outros motores por já existirem e esses não. Não sei se entendi corretamente este regulamento, mas isso oferece ao mesmo tempo uma chance maior dos Cosworth (que terão o auxílio da Porsche, rival da Mercedes rsrs) serem páreo para os potente Mercedes ano que vem,e ao mesmo tempo uma faca de dois le-gumes que, tirando a falta de dados concretos por não estar correndo um pé atrás.
E aí entra a tal figura do piloto.
Muito se leu e se comentou e se falou da capacidade de um piloto no desenvolvimento do carro, ainda mais em tempos sem testes... chegou-se a mais ou menos duas correntes de pensamento gêmeas bivitelinas e briguentas:
- O piloto é parte fundamental do processo, ainda mais em tempos de testes. Ele fornece dados concretos do acerto do carro, mais precisamente o chamado acerto fino. Ou seja, o que mais se adequa a seu estilo de pilotagem, e onde ele vai tirar mais do carro. O acerto fino fica mais ou menos limitado pelo que o pacote aerodinâmico e mecânico dá, mas nisso se pode extrair múltiplas variedades que nem telemetria nem cálculos de aerodinâmica avançadíssimos nem túnel de vento pudessem extrair sozinhos. Além disso, o piloto desenvolve ao longo da temporada, e com todas as vicissitudes de cada corrida, o desenvolvimento contínuo do carro necessário para extrair todas as informações possíveis para se adaptar melhor o carro a mais condições extremas e para o desenvolvimento do carro para a próxima temporada, aproveitando tudo possível.
- O piloto não é tão importante no processo. Principalmente para as equipes com mais recursos técnicos e/ou financeiros, como Maclaren e Ferrari, as coisas podem ser contornadas com extrema tecnologia, muita grana e muita gente no staff (e gente boa). A atuação do piloto no desenvolvimento é parte apenas integrante, apenas no ajuste fino para as corridas, tendo apenas ele piloto que se acostumar com a situação. Fato isso que nessas duas grandes equipes nenhum é reconhecidamente bom ajustador de carros e sem a atuação constante do piloto de testes (que virou apenas um terceiro piloto) a parte humana dentro do carro é facilmente superada por uma telemetria mais completa e túneis de vento incríveis.
As duas têm clara observação na realidade concreta desta temporada e ainda serão realidade para o ano que vem. E por isso mesmo as duas estão corretas. Entretanto, para mim, se aplicam a realidades diferentes e tendo mais a dar crédito à primeira, principalmente por uma "eventual" parceria Barrichello- Williams...
Rubens marcadamente correu por equipes com pouco dinheiro e limitadas na metade da carreira. E principalmente no começo dela, o que lhe deu sempre muita importância nesse papel de acertador. Era isso ou nada. Na Ferrari, ao lado de outro fantástico e sensível acertador de carros, Schumacher, e o excelente staff técnico e financeiro da equipe, fizeram essa equipe ser imbatível.
Na Honda, foi isso que o salvou, muitas vezes, de piores resultados. O carro era péssimo, e dele extraía mais coisas. Em 2006 apanhou do carro, mas no fim o dominou. Button conhecia a peça bem melhor (viu, isso tem diferença...um piloto como Button conhecer bem o aspecto técnico do carro só é possível com muito tempo de casa). Em 2007 apanhou do carro pois não era para seu estilo e Button tb. O butão se saiu melhor mais uma vez, entretanto o carro era totalmente feito pensando no estilo dele, Button, de correr. Em 2008, o carro era uma cilada, mas aí Barrichello pôde usufruir de um desenvolvimento feito de dois anos antes. Conhecendo o desenvolvimento do carro e aplicando isso no acerto fino, Barrica é quem conseguia extrair tudo do carro...tudo mesmo. Para alguém extrair 11 pontos daquilo, ir para Q2 e Q1, era milagre da ciência? Quase... ciência da pilotagem aplicada, e um piloto pilotando melhor do que em muito tempo não se via. Barrichello naquele ano extraiu o que extraía em 2002 ou 1999, ou 1994, de pilotagem. A diferença de chassi é que fez o resto.
Rubens pode ser isso na Williams, e não é à toa que se pensa esse contrato para 2 anos (1+1). Ter um tempo para desenvolver o carro é importante, e pilotar em níveis bons igualmente. Ico, em seu blog, vê isso também. Um motor que pode ser bom, afinal de contas, com um chassi bom e uma aerodinâmica boa que já tem e pode ser aperfeiçoado aqui e ali, limitadamente pelos recursos, um nível de pilotagem como o de Barrichello, com motivação de iniciante e muitas informações importantes vindas do forno da pista, pelo mesmo Barrichello...
Bem diferente, obviamente, do que podem fazer grandes cifras como Ferrari e Maclaren. Pelo visto, muitos engenheiros de ponta e muita organização, também, coisa que falta na Ferrari e sobra na Maclaren. O desenvolvimento acompanhado não é tanto do piloto e de um limitado número de técnicos, engenheiros e mecânicos...e sim coisa de grandes indústrias automobilísticas. Assim fica mais fácil, não acham?
Rubens se aplica na primeira fórmula: o necessário para uma equipe como a Williams de hoje. Limitada, com esperanças de voltar a ambientes melhores, mais garagista que nunca e em um ambiente aparentemente mais "caseiro" do que a Williams, imponente, estribada e arrogante de outrora, que demitia campeões como se fossem lixo tóxico e esbanjava incompetência. Nesse papel agora atua a Ferrari.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

O que é necessário...? parte 1

De volta aos ares do blog depois de uma semana com muito a se fazer e uma folga justa. Muitos assuntos pipocaram, mas nada tão impactante quanto a efetivação (?) do contrato de Rubens com a Williams. Muito se falou disso anteriormente, e eu até falei algumas coisas sobre isso anteriormente.
Nossas opiniões nunca devem estar fechadas, pois sempre novos elementos vêm à tona para nos deixar pensativos, reflexivos e até intrigados.
Afinal: PorquÊ a opção Williams? O que a Williams espera de Rubens? Que qualidades Rubens tem para tal contratação e o que ele poderá fazer pela equipe em 2010?
Posso dividir a reflexão em dois tópicos... hoje faço a primeira parte:
A Williams para Rubens e Rubens para a Williams
No excelente Blogsport Brasil, um belo post do amigo Felipão falando justamente da estranha relação que Rubens tem com a equipe. Sempre sendo sondado pela equipe, e efetivamente por duas vezes, a primeira em 1994, logo após a morte de Senna (para quem não lembra, Rubens era o garoto-promissor da F1, algo entre Vettel do ano passado e Rosberg deste ano). Pelo acordo da época, Rubens estava preso a uma pesada multa contratual com a Jordan. Para sair dela, teria que abdicar do patrocínio pessoal da Marlboro , por conta da ligação Williams- Rothmans e a Arisco seria a fiadora. Nelson Piquet, na época patrocinado pela Arisco (como Rubens) era o intermediário, e receberia por isso, além de ser um investimento pessoal de Piquet, que apostava no talento do "pupilo"(há certos limites nessa relação...).
O negócio não deu certo, e Rubens abdicou do negócio por praticamente correr de graça e em uma cadeira elétrica (pelo menos até então, era o carro mais instável e rápido possível). Era a melhor opção, no entanto, para Barrichello. Ele não ousou, preferiu um acordo comercial mais rápido com a Pepsi e se deu mal. O carro da Williams melhorou, ele perdeu a vaga para David Coulthard (que era inferior tecnicamente a ele), que conseguiu vitórias no ano seguinte, com uma Williams pelo menos melhor.
Além de ganhar um poderoso desafeto no caso Arisco, que era Piquet, Barrichello se afundou em escolhas ruins. Segundo Felipão pegando declarações do próprio Rubens, o contrato com a Maclaren era muito desfavorável a ele, e o carro se provou ruim...mas ficar na Jordan, sair pela porta dos fundos, ir para a Stewart... que só se provou um carro competitivo em 1999. Cinco anos perdidos que poderiam ter lhe trazido algumas vitórias e mais prestígio. Do contrário, ficou como chacota nacional devido à absurda pressão em massa.
Entretanto, a Williams sempre esteve de olho em Barrichello, que ganhava muita experiência e espírito de liderança para ajustar carros e recuperava uma velocidade razoável, tal qual nos primeiros tempos. Aliás, a equipe sempre esteve de olho nele, com os rendimentos na F3 inglesa e em outras categorias de base. Frank e Patrick Head são mestres nesse tipo de olhar para as categorias de base, haja vista quem contrataram como piloto de testes e agora "segundo " piloto, Nico Hulkenberg, atual campeão da GP2. Tentaram de novo um contrato com Rubens, e preso por uma multa grande com a Stewart, e a Williams já sem o horror de grana que antes tinha...Ralf era mais barato e na época quase no mesmo nível que Barrichello. A Ferrari precisava de um segundo piloto melhor que o já medíocre Irvine e aí pegou Barrichello antes que a Maclaren o tentasse de novo. Sempre com David Coulthard, seu rival na F-3000 e F3 na cola.
Em suma, é uma relação antiga, um contato que nos foi praticamente posto em xeque este ano com Williams dando um recado para Barrichello no infeliz episódio da Alemanha, quando houve troca de posições nos boxes... ~Felipão matou a charada:
"Agora, contrariando às expectativas de seus críticos, ganha mais uma sobrevida. E, surpreendentemente, na Williams.
Digo “surpreendentemente”, levando-se em conta o puxão de orelhas que Barrichello levou do velho Frank Williams, após ter criticado publicamente a postura de Ross Brawn e seus pares na ocasião da troca de posições no Grande Prêmio da Alemanha deste ano.
"É uma atitude passível de um cartão vermelho", disse o chefão, referindo-se à punição aplicada no futebol para uma falta grave. "Trata-se de uma declaração bem incomum para um piloto. Em sua defesa, devemos admitir que ele estava no calor do momento, muito chateado."
Quando perguntado sobre o que faria se ele fosse o seu piloto, Williams respondeu: "Eu tentaria deixar o meu orgulho para trás, conversaria com ele e tentaria fazê-lo mudar de opinião", disse. "Mas, com certeza, não toleraria uma atitude como essa novamente."
Curiosamente, Barrichello não respondeu, como se tivesse entendido a mensagem do futuro patrão. Nesses 16 anos de Fórmula-1, Barrichello aprendeu, certamente, que o velho Frank Williams não cultiva o hábito de mandar recado."
O que traz, no entanto, Barrichello para a Williams? O que ela tem de atrativo para Barrichello, além da promessa de um primeiro posto?
Ora, é fácil entender o que Williams espera de Barrichello: um piloto experiente, rápido (os críticos ferrenhos de Barrichello de plantão me perdoem, mas ele é rápido, ainda mais se considerar que a grande maioria dos pilotos que tem a metade do tempo dele na categoria já perdem e muito a velocidade), adepto do trabalho com a equipe para o melhor acerto possível do carro -diria essa o principal chamariz de Barrichello- e muito motivado. Todas essas características do brasileiro atraem os olhos de Williams há muito, e de uma considerável parcela do paddock, geralmente conhecido por só olhar com grandes olhos pilotos ou com muito carisma ou com grandes patrocínios. Caras do ramo, garagistas como Head e Williams sabem bem o valor de um piloto como Rubens, ainda mais com as limitações técnicas da equipe e com os limites de testes.
Assim, Rubens seria mais atrativo que um Heidfeld, por exemplo, que não é tão bom para acertar carros (embora seja bom), não é mais rápido, menos experiente e muito menos motivado. Heidfeld é um morto nas calças, que seria útil para conseguir mais alguns pontinhos para a equipe do que Nakajima, mas não para conseguir levar o carro a uma 4ª posição, como Rosberg faz.
E para Rubens? A Williams lhe traz um novo desafio, seria isso? Ele vê possibilidades em um motor Cosworth? O que ele sabe que nós não sabemos? Notícias foram vinculadas que a Williams teria um motor Renault, e talvez Rubens tenha feito um contrato pensando neles? Mas não foram eles que atrapalharam o campeonato de Vettel? Seria Rubens um apressado, que não ousaria mais sofrer como no ano passado, sem acerto até o último instante, sendo o último a ser efetivado para 2009? Teria sido ele enganado pela pressa e pela promessa de um Renault... e depois ter vindo um Cosworth?
Perguntas que dóem em nosso juízo. Rubens, no entanto, lutou até o fim para ir com a Brawn pq sabia que o carro seria extremamente competitivo. Rubens igualmente sabe que a Williams, mesmo com todas as limitações possíveis e imagináveis de verba e patrocínio já vem estudando o carro para o fim do reabastecimento (situação que apenas Rubens conhece no atual grid). Sabe que o grande empecilho para efetivar o carro jaz justamente no acerto para um motor (fundamental para ano que vem, e o da Mercedes é a melhor opção por ser potente e econômico). Tudo indica que o Cosworth vai ser muito beberrão...ou pode ser menos potente e mais econômico...
Em relação ao que a Brawn vai fazer sabendo da relação entre Barrichello e a Williams no tocante à disputa do campeonato levou a todos a crerem que a Brawn, em retaliação, vai promover logo Button campeão e assim assegurá-lo na equipe... mas isso é impossível de concluir por agora... Brawn pode dar um chute nos próprios pés se fizer isso agora...
Acredito que somente uma saída de Button para a Toyota, que sem dúvida deseja o possível campeão de 2009 para suas bandas (apelo comercial salvador?) faria uma reação em cadeia capaz de trazer de volta Rubens para a Brawn.
Tudo indica que a Brawn, que vai ser Mercedes num futuro próximo, será pelo menos competitiva com o motor que terá/ já tem. a Williams não poderá ter o motor Mercedes pelo mesmo motivo que a RBR: bloqueio da Maclaren. Isso é também o que nos faz pensar que a Maclaren está prestes a romper com os alemães -e viceversa, indo e voltando rsrs- e que a RBR renovará com a Renault por falta de opção, deixando a Williams sem escolha senão ir de Cosworth ou a própria RBR ir de Ferrari e deixar a STR de Cosworth, ou ficar com o Cosworth e deixar a STR com os Ferrari... uma história puxa outra e a reação em cadeia é sem precedentes.
Sem cair tanto nas teorias de conspiração, são perguntas que nos fazem pensar bastante e questionar se foi boa a opção ou não... Rubens está no olho do furacão de novo, como foi em anos passados... O que nos motiva a fazer a parte 2 deste post: O que Rubens poderia fazer para a equipe, em termos de desenvolvimento e acerto do carro, considerando o limite de orçamento da equipe? O que um piloto efetivamente consegue fazer nos dias de hoje, considerando toda a tecnologia que as equipes grandes como Maclaren empregam e fazem carros extremamente competitivos para pilotos sem o métier de ajustadores?
Vou me arriscar nessas reflexões no próximo post...me acompanhem nessa jornada rumo ao desconhecido! Comentem!