quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
De novo, Liuzzi!
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Nova transição: Williams Cosworth.

A equipe foi ousada, até por uma questão financeira, em assinar contrato com a Cosworth, que retornou à categoria nesta temporada para fornecer propulsores dentro da realidade dos times novatos. Portanto, a turma de Grove foi a única das equipes estabelecidas a contar com a Cosworth.
E foi justamente o motor Cosworth, o principal responsável pelo fraco desempenho do FW 32 no início do campeonato. Mas com o passar das etapas, especialmente, na segunda metade do campeonato, o motor inglês melhorou muito, tanto em potência, como em confiabilidade e consumo. E no desenvolvimento contínuo do chassi, a Williams fez um ótimo trabalho nas atualizações do bólido, ao contrário de outras equipes que contavam com maiores recursos.
E dentro de suas limitações a Williams conseguiu o sexto lugar nos campeonato de construtores, superando a Force India por um ponto, para alegria do nosso amigo Marcos Antônio, do GP Series. Entretanto, a equipe perdeu quatro importantes patrocinadores para 2011, e por isso, teve que abrir mão de Nico Hulkenberg. Para seu lugar chega Pastor Maldonado, acompanhado dos petrodólares da Estatal Venezuelana.
- Posição: 6º
- Pontos: 69
- Pole Position: 1
- Nação: Inglaterra.

9. Rubens Barrichello
- Posição: 10º
- Pontos: 47

10. Nicolas Hulkenberg.
- Posição: 14º
- Pontos: 22
- Pole Position: 1
sábado, 6 de novembro de 2010
Treino Classificatório do GP do Brasil 2010.

A Williams que não marcava uma pole há cinco anos, desde o GP da Europa de 2005, em Nurburgring, com Nick Heidfeld. A Cosworth também pode comemorar sua 1º pole position da história, desde que deixou de ser da Ford, e tornou-se assim uma nova empresa.
Hulkenberg se adaptou as condições difíceis da pista que estava entre seco e o molhado, e com pneus slicks, no fim do Q3, não aliviou e conseguiu baixar seu tempo seguidamente até garantir a posição de honra. O alemão da Williams que passa por um momento de incerteza quanto a sua continuidade no time Grove, ou seja, está virtualmente está sem lugar para a temporada de 2011.
No embate entre os pilotos que disputam o título, Vettel e Webber da Red Bull saem fortalecidos do treino oficial, partem em segundo e terceiro respectivamente. Hamilton sai em quarto, com Alonso apenas em quinto. Pior para Button que nem conseguiu passar para o Q3. O Atual campeão vai sair em décimo primeiro.
Quanto aos brasileiros, o melhor foi Rubens Barrichello que sai em sexto. Felipe Massa apenas em nono. Lucas di Grassi parte de vigésimo primeiro. Já Bruno Senna ficou com a última posição.
Grid de largada:
Q3
1°. Nico Hulkenberg (GER/Williams-Cosworth), 1.14.470 (35)
2°. Sebastian Vettel (GER/Red Bull-Renault), 1.15.519 (27)
3°. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), 1.15.637 (28)
4°. Lewis Hamilton (ENG/McLaren Mercedes-Benz), 1.15.747 (32)
5°. Fernando Alonso (SPA/Ferrari), 1.15.989 (34)
6°. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth), 1.16.203 (32)
7°. Robert Kubica (POL/Renault), 1.16.552 (31)
8°. Michael Schumacher (GER/Mercedes-Benz), 1.16.925 (30)
9°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), 1.17.101 (31)
10°. Vitaly Petrov (RUS/Renault), 1.17.656 (33)
Q2
11°. Jenson Button (ENG/McLaren Mercedes-Benz), 1.19.288 (25)
12°. Kamui Kobayashi (JPN/BMW Sauber-Ferrari), 1.19.385 (26)
13°. Nico Rosberg (GER/Mercedes-Benz), 1.19.486 (23)
14°. Jaime Alguersuari (SPA/Toro Rosso-Ferrari), 1.19.581 (24)
15°. Nick Heidfeld (ALE/BMW Sauber-Ferrari), 1.19.899 (26)
16°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India Mercedes-Benz), 1.20.357 (23)
Q1
17°. Timo Glock (GER/Virgin-Cosworth), 1.22.130 (13)
18°. Jarno Trulli (ITA/Lotus-Cosworth), 1.22.250 (14)
19°. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Cosworth), 1min22s378 (14)
20°. Sebastian Buemi (SWI/Toro Rosso-Ferrari), 1.19.847 (24) - PUNIDO
21°. Lucas Di Grassi (BRA/Virgin-Cosworth), 1.22.810 (13)
22°. Christian Klien (AUT/Hispania-Cosworth), 1.23.083 (15)
23°. Adrian Sutil (GER/Force India Mercedes-Benz), 1.20.830 (13) - PUNIDO
24°. Bruno Senna (BRA/Hispania-Cosworth), 1.23.796 (15)
quinta-feira, 11 de março de 2010
Williams: Rubens Barrichello vs. Nico Hulkenberg.


Piloto com maior participação em GP’s na categoria. Rubens Barrichello parte para sua 18ª temporada na F-1. Depois de quase aposentado no final de 2008, o piloto brasileiro ressurgiu em 2009, pela Brawn, finalizando o ano em 3ª lugar e com duas boas vitórias. Chega a Williams na perspectiva de trazer a equipe de volta aos bons tempos. Deve andar constantemente na zona dos pontos.
10. Nico Hulkenberg:
O mais badalado estreante de 2010. O alemão Hulkenberg chega com moral à Fórmula-1, atual campeão da GP2, além de outros títulos em diversas categorias escolas. Empresariado por Willi Weber, Hulkenberg já é familiarizado com o ambiente da categoria, pois é test-driver da equipe inglesa desde 2007. E com certeza, dentre os novatos, é o mais bem preparado e promissor piloto. Veloz e constante foi muito bem nos testes de pré-temporada. Esse promete!
Sir Frank Williams, espera sorrir novamente em 2010. Com uma nova dupla de pilotos, um novo motor, que, aliás, foi muito constante e passou muita segurança a todos do time. Mas, a equipe tem se concentrar no desenvolvimento contínuo, ao longo da temporada, pois, a Williams sempre começa bem, e vai perdendo as forças no decorrer do campeonato. 2009 foi difícil, apenas Rosberg pontuou. Patrick Head e Sam Michael não viam à hora de o ano acabar, para se livrarem da Toyota e do Nakajima.
O FW 32 é bom chassi, e Rubens Barrichello deve aproveitar-se da experiência para se sair melhor, mas tem está ligado no alemão!
sábado, 14 de novembro de 2009
Testes coletivos pós-temporada em dezembro.
Várias equipes já confirmaram presença e até já anunciaram os pilotos para o teste. Dentre elas, destaque para Williams que terá em seu carro Nico Hulkenberg, alemão campeão da GP2, e que fará sua estréia pela equipe de Grove no ano que vem como companheiro de Rubens Barrichello. O outro piloto que guiará o carro da equipe inglesa em Jerez será Andy Soucek, como prêmio por ter se sagrado campeão da F-2, categoria que têm os chassis construídos pela equipe de Sir Frank Williams.
Outro que deve aparecer na Espanha é Kamui Kobayashi, que disputou as duas últimas corridas do campeonato pela Toyota e deve conduzir o carro da equipe em sua última aparição na F-1. Uma chance a mais para o japonês mostrar serviço para as outras equipes, principalmente para as novatas. Já que o mesmo foi o destaque nas duas oportunidades que teve na categoria, entretanto, ficou desempregado com a decisão da montadora japonesa em abandonar a F-1.
Lucas Di Grassi pilotará a Renault, e também está na busca por uma vaga em 2010. Brawn e McLaren não divulgaram nenhum piloto.
Já os titulares só voltam a treinar em fevereiro de 2010.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Probabilidades, possibilidades e esperanças- História e mercado de pilotos
É o caso de Kubica na Renault, como foi o caso de Alonso e está também sendo o de Hulkenberg, na Williams. Muito se diz, muito se espera. Em breve todas se aferem como certas e incontestáveis... Alonso na Ferrari foi exemplo disso agora como Senna na Williams em 1994. Muitos apontam os motivos e esquecem / minimizam os contra-motivos; poucos se questionam como se dão/ deram as condições dos termos, os bastidores, e em que condições cada piloto chegará na próxima temporada.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Comentando as diversas notícias- semana do GP da Itália
- O envolvimento dos Piquet: Piquet-pai entrega a bomba na sede da FIA, tentando assim livrar o filho da rota de colisão, como uma delação premiada. Assim, ele ao menos assegura que o filho poderá correr outra vez, não tomará uma pesada multa, e nem deixe escapar o desafeto Briatore.
- O não: Briatore nega tudo e afirma apenas que foi vítima de extorsão (p/ quem não sabe é chantagear alguém em troca de um ganho financeiro de qualquer espécie), o que já é motivo para prisão. Extorsão é um crime dos mais perigosos.
- O sim, pero no mucho: Pat Simonds, nº 2 da equipe Renault, teria dito à revista que teria havido uma reunião, que as condições de Alonso e Piquet na corrida teriam sido bem analisadas, que sabiam que um safety-car em certa hora seria fundamental para Alonso lutar pela vitória, já que o asturiano viria com uma estratégia agressiva (leve) demais para quem larga do 15º lugar em uma pista de rua (difícil de ultrapassar); e então teria sido Piquet o autor da idéia, mas que nada daquilo fora adiante comentado e nada decidido). Em suma, a reunião aconteceu mas nada teria sido decidido.
Se foi Piquet ou não o mentor da besteira (coisa que duvido muitíssimo, já que seria uma burrada ainda maior dele), os indícios apontam fortemente para uma verdade: a conspiração aconteceu. E os chefes da Renault não estão com os discursos afiados, o que indica que terão que forjar um para se defenderem dia 21...mas, obviamente, estão jogando toda a culpa nos Piquet.
- As consequencias para isso não são nada boas. Primeiro, porque Piquet só corre na F1 agora se o pai criar uma equipe, ou se ele se sujeitar a ser um piloto de testes ou titular em uma equipe miúda. A Campos pode sim ter oferecido a ele um salário baseado nos pontos, como veicularam. Ora, o cara dirigiu recentemente e tem alguma experiência com o novo carro da F1, e as equipes precisam disso, e mais, precisam de um cara que não tenha condições de pedir muito. Piquet se encaixa totalmente nisso, assim como Bourdais. Ou então, que corra na Indy. Um novo recomeço pode ser o melhor para o filho mais talentoso de Nelson Piquet.
Ainda não acho descartada a opção de Piquet correr depois disso porque no fundo no fundo, as equipes precisam mais de pilotos do que se imagina, e os negócios pesam mais do que as relações morais. O difícil é Piquet ainda conseguir bons patrocínios...
Outra consequencia disso muito grave é ter uma montadora com equipe, fornecedora de pneus e tudo o mais, como a Renault, que já tem na política de seus CEOs um desprezo total à possibilidade de negócios na categoria. Pode ser o argumento que faltava para a Renault voltar de vez aos porões, como foi com a Honda.
Uma última pergunta, e talvez a que mais me intriga: Por quê os Piquet se arriscaram a denunciar? Pq era o certo? As coisas na F1 dificilmente funcionam pelo argumento da justiça, e por isso mesmo era arriscado, eu diria suicídio, admitir publicamente que um dos Piquet foi capaz de fazer isso. Isso pq o mundo da F1 é muito hipócrita e esquece que em sua história diversas batidas propositais mudaram os rumos dos campeonatos, mudaram o rumo das vitórias, mudaram o rumo de diversas carreiras. A História infelizmente ainda é construída pela memória dos vencedores, e não a dos vencidos, dos sem-voz. Ao mesmo tempo, se escreve História pela pura parcialidade, dando a valorizar feitos de um lado versus outros que valorizam feitos dos outros. Não há muita criticidade nos olhares dos fãs de automobilismo pq não há estímulo à criticidade no olhar de todos nós em nossas educações.
Piquet-pai foi lá por outra razão, creio eu e minha mãe, que ontem comigo debatendo sobre isso ela disse: Piquet- pai foi lá pq o nome em jogo era o dele, acima de tudo. A trajetória que ele construiu na F1 e o patrimônio que construiu foram jogados no meio da rua, e mais do que ninguém ele é que teve de defender. Lembrar que ano passado ele não ia às corridas, só acompanhava por vezes sua equipe na GP2 muito pq o próprio filho queria por conta própria construir sua carreira, e a figura do patriarca não era das mais carismáticas, embora fosse respeitada. Piquet-filho de fato tentou construir seu próprio nome e patrimônio para além do peso do sobrenome. E em uma manobra arriscada jogou tudo a perder acatando uma ordem da equipe, se tornando cúmplice e co-autor. E pagou o preço. E teve que ver seu pai novamente entrar em cena para defender a honra do nome. No fim das contas Piquet-filho era o lado mais frágil do jogo e seu pai sabe que teve parcela na criação.
