Os escritores que aceleram neste blog

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acompanho a F1 desde 1994. por vezes o estranhamento choca e traz interesse. gosto de história desde 2002. bons professores trazem a tona paixões que pareciam subexistir. sou Ridson de Araújo, tenho 21 anos, faço História na Universidade Federal do Ceará.

A Redação

Este blog foi criado no intuito de divulgar, publicizar opiniões caladas e pesquisas que em geral não tem o devido espaço que (acreditamos) merecem. A iniciativa foi de Ridson de Araújo, e agora contará com colaboradores. Cada pessoa que se encontra aqui na redação tem o potencial como várias outras pessoas que tem/não tem internet, de pensar e agir. Duas paixões e duas escolhas: História(s) e Velocidade.

O blog, na verdade: é de todos.

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Mostrando postagens com marcador seleção da FIA. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Negociações para compra e venda.


Depois que a FIA vetou a entrada de uma nova equipe na Fórmula-1 em 2011, os grupos pretendentes, que concorriam à vaga de 13ª equipe, assimilaram a derrota com um discurso positivo e resignado quanto às suas chances de participar da categoria, ainda na próxima temporada. Epsilon Euskadi e Durango que eram às favoritas à vaga atentaram-se para uma possível compra, ou até mesmo, uma fusão com um time já estabelecido.


Mas qual equipe comprar? Qual time está à venda?


Das novatas, Lotus e Virgin estão garantidas em 2011. Restaria a Hispania, mas a equipe espanhola deve servir mesmo, é de trampolim para uma possível volta da Toyota à categoria. As negociações já se arrastam há algum tempo, mas ainda não foi oficializada por nenhuma das partes.


Das equipes veteranas, sabemos que Force India, Sauber e Toro Rosso estão com dificuldades financeiras. As duas primeiras devem continuar pela teimosia e dedicação de seus donos, mas a Toro Rosso não deve ter a mesma sorte.


A equipe de Faenza foi deixada de lado pelo Grupo Red Bull, desde a saída de Sebastian Vettel, além de o grupo ter focado todos os esforços e investimentos necessários, na equipe Mãe, que briga por títulos. Outro motivo seria a queda nas vendas das latinhas do energético.


Nessa temporada a Toro passa por muitas dificuldades técnicas, devido o aumento em seu orçamento, já que, foi obrigada por regulamento, a construir seu próprio bólido. Antes, era a Red Bull Technology que projetava os carros das duas equipes. O time italiano passou a ser um construtor independente em 2010, e passou a receber, cada vez menos, verba da Matriz.


No atual campeonato, o time comandado por Franz Tost só está à frente das novatas. O dono da Red Bull, Dietrich Mateschitz, ainda nega a intenção de vender o time. Mas se aparecer alguém realmente disposto a comprar, leva!

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Validade dos Contratos.


No ano passado, nessa época, a dança das cadeiras na Fórmula -1 estava bem movimentada, visando o mundial de 2010. Fato que somente as equipes do Grupo Red Bull mantiveram as mesmas duplas de pilotos que terminaram o campeonato de 2009. Em contrapartida, esse ano tá um sossego só.

Para 2011, quase todas as equipes já confirmaram suas duplas e deveremos ver pouquíssimas mudanças nos cockpits. E quem ainda não confirmou, está muito perto de fazê-lo.

Provavelmente, somente a Hispania, Sauber, e claro, a bendita futura 13ª equipe deverão apresentar novidades com relação aos pilotos na próxima temporada.


Vejamos a atual situação tendo como base na atual classificação de pilotos e construtores da FIA.


Red Bull Renault:

1. Mark Webber (AUS): Contrato até 2011.
2. Sebastian Vettel (GER): Contrato até 2012.

McLaren Mercedes-Benz:

3. Lewis Hamilton (ENG): Contrato até 2015.
4. Jenson Button (ENG): Contrato até 2012.

Ferrari:

5. Fernando Alonso (SPA): Contrato até 2014.
6. Felipe Massa (BRA): Contrato até 2012.

Mercedes-Benz:

7. Nico Rosberg (GER): Contrato até 2012.
8. Michael Schumacher (GER): Contrato até 2012.

Renault:

9. Robert Kubica (POL): Contrato até 2012.
10. Vitaly Petrov (RUS): Contrato até 2010*. Quase lá!

Force India Mercedes-Benz:

11. Adrian Sutil (GER): Contrato até 2010*. Quase lá!
12. Vitantonio Liuzzi (ITA): Contrato até 2012.

Williams Cosworth:

14. Rubens Barrichello (BRA): Contrato até 2010*. Quase lá!
15. Nicolas Hulkenberg (GER): Contrato até 2012.

Sauber Ferrari.

16. Kamui Kobayashi (JPN): Contrato até 2010*. Quase lá!
17. Pedro de la Rosa (SPA): Contrato até 2010*.

Toro Rosso Ferrari.

18. Sebastien Buemi (SWI): Contrato até 2011.
19. Jaime Alguersuari (SPA): Contrato até 2011.

Lotus ?

20. Heikki Kovalainen (FIN): Contrato até 2010*. Quase lá!
21. Jarno Trulli (ITA): Contrato até 2010*. Quase lá!

Hispania ?

22. Bruno Senna (BRA): Participando em 2010*.
23. Sakon Yamamoto (JPN): Participando em 2010*.

Virgin Cosworth.

24. Lucas di Grassi (BRA) Contrato até 2010*. Quase lá!
25. Timo Glock (GER): Contrato até 2010*. Quase lá!

Futura 13ª equipe.

26. ?
27. ?

Considerando que todos os acordos contam com cláusulas contratuais e suas particularidades para renovação e liberação dos pilotos.

sábado, 14 de agosto de 2010

Equipes Estreantes: Ainda sem pontos.


Passada as 12 primeiras etapas do Campeonato Mundial de Fórmula-1 em 2010, as equipes estreantes são as únicas que ainda não marcaram pontos. Sendo que todas as nove equipes remascentes de 2009 já pontuaram, e com seus dois pilotos.


Mesmo que o desempenho e a confiabilidade das três tenham melhorado no decorrer do campeonato, assim como o motor Cosworth, as novatas ainda não são capazes de disputar posições nem com a Toro Rosso, que é a atual pior colocada dentre as equipes “experientes”. A diferença é incômoda entre as equipes já estabelecidas, aliás, parece que a novatas participam de um torneio à parte. Todavia, elas já estão se movimentando para reverter essa situação na próxima temporada.


A Lotus é a que tem se saído à melhor delas, constantemente termina as corridas, e apesar da acusação de plágio, por parte da Force India, vem cada vez mais ganhando a simpatia do público e dos patrocinadores da categoria, até Bernie Ecclestone crítico feroz dos times novatos, já declarou que foi muito bem-vinda a volta da marca, independentemente dos seus atuais donos. Nos bastidores a Lotus negocia para ser a terceira equipe a utilizar os motores Renault em 2011.


Apesar de ter o carro mais defasado de todos com o rompimento da parceria com a Dallara que fabricou o chassi da equipe, e com um desempenho igualmente embaraçoso. A Hispania tem conseguido finalizar as corridas com regularidade, mesmo promovendo um rodízio entre seus pilotos. A Equipe espanhola é a que mais sofre com a falta de recursos técnicos e informações que possam ajudar no melhor acerto do carro para treinos e corridas. Resultado de uma equipe que foi criada e montada às pressas. E que só pôs o carro para “correr” nos treinos livres do GP do Bahrein. Para 2011, os espanhóis negociam uma parceria com a Toyota para utilizar as instalações e o staff da ex-equipe de F-1, em Colônia, Alemanha, além do projeto do carro feito pelos japoneses, o TF110, que correria esse ano.


A Virgin é a ultima colocada no campeonato, pois é o time com o pior aproveitamento nas provas. Mesmo apresentando um desempenho parelho ao da Lotus. A equipe inglesa sofre com um bólido que peca pela falta de confiabilidade. O projeto do carro foi todo desenvolvido por computação gráfica, mas essa inovação, posteriormente, revelou-se um tiro no pé, pois depois do carro feito perceberam que o tamanho do tangue de gasolina não tinha capacidade suficiente para finalizar as corridas. Enfim, conseguiram construir novos chassis, adequados, e só no decorrer do campeonato a equipe resolveu utilizar o túnel de vento para aperfeiçoar o carro. Para 2011, a equipe continuará com o aporte financeiro de Richard Branson, bem como a continuidade dos motores Cosworth.


E que realmente tenham melhor sorte nos próximos anos!

domingo, 23 de maio de 2010

A seleção para a nova estreante. Quem será então?

Bom, moçada que acompanha o blog...

Depois de um ano, os expectadores do mundo automobilístico esperam pela decisão de mais uma nova equipe para a F1. Após uma seleção extremamente infeliz , demorada e erronea, feita mais por critérios políticos do que qualitativos, 4 equipes foram levadas a coçar as mãos, arregaçar as mangas e correr atrás de patrocínios, pilotos-pagantes e/ou garotos-propaganda.

A Lótus, aparentemente melhor das estreantes, é a que, além de conseguir alguns úteis patrocínios, fez um carro conservador, mas aberto a novas atualizações. Conseguiu atrais dois pilotos do grid anterior, trazendo experiência de sobra para tentar desenvolver o carro.

A Virgin colecionou patrocínios, aparentemente irrelevantes e que pouco dinheiro injetam na equipe, sempre com absurdos limites financeiros, que mal a permitem se deslocar. Com um não-tão experiente Glock, e um bom potencial de Di Grassi, a equipe só tem uma meta ao final da temporada: superar a Lótus. E isso não é sinal de equipe que quer crescer no grid. Ainda mais com um carro feito em CFD e aparentemente no limite de suas atualizações.

A Hispania, que era Campos-Meta, por fim conseguiu ir ao grid. E só. Mesmo sendo das novatas a em mais franco progresso, isso nada significa, pois veio mesmo do nada e para quem vem do nada, qualquer coisa é fantásticopor lá. Com um garoto-propaganda, Senna, que paga pela burrice de ficar um ano fora de monopostos, e um pagante, Chandhok, que no limite de sua capacidade é muito ruim, só se arrastam pelo grid. O carro: incógnita. Se ficarão até o fim do ano, só Ecclestone sabe. Se ficarem, ano que vem pelo menos não dependerão da incompetente Dallara.

A USF1 foi a decepção da vez. Mais do que as outras. Enrolou aos comissários da F1, aos poucos torcedores de F1 pelos USA, além de enrolarem Pechito Lopez, um piloto convencional ex-GP2. Nem se unindo aos sérvios da Stefan, que tentaram burlar todas as regras para estar lá ( tendo um carro, diga-se de passagem, algo que a Hispania mal tinha/tem). estariam. Por esta piada em específico, temos uma nova seleção. Que, honestamente, tem concorrentes muito mais promissores do que os atuais 2ª divisão da F1. Isso pq os carros novatos são tão ruins que tomam 3 segundos até de Toro Rosso e Sauber.

Trident, das selecionáveis, é a mais frágil. Nem na GP consegue mais estar. ART, do filho de Todt, é uma das melhores da GP2 e isso já os dá know-how para tentarem correr na F1 (c0mo na época em que as equipes de F3 e F3000 ingressavam na categoria, já que eram o que a GP2 hoje representa: um prelúdio). A Stefan ainda concorre, e já anunciou 12 possíveis pilotos (audácia? nadinha...) E a Epsilon Euskadi, que tem uma baita estrutura e já possui o apoio da Federação Espanhola (neste momento, a basca escuderia e a federação espanhola esquecem suas rivalidades políticas-ideológicas?) é, na minha opinião, a mais forte candidata perante a ART, favorita. A Prodrive, eterna postulante, e a I-Sport, que perdeu força nos últimos anos, nem tentarão este ano. Para elas, a lição das atuais novatas foi severa.

Os critérios de seleção da FIA, agora com Todt, parecem se desenhar coerentes, mesmo Todt tendo o pimpolho à frente da ART, e a equipe ser francesa, deliberadamente, com a intenção de fazer parceria técnica genuinamente francesa (e com a intenção clara de Todt de renovar o automobilismo francês). Ok, vamos tentar acreditar que as coisas se desenharão diferentes. Paatrocínio e renda, todas elas tem de comprovar para entrar na disputa. Conhecimento técnico, construção de estruturas... e o maldito critério: mercado a expandir.

Afinal, Espanha, Ásia, EUA... mercados que tentaram explorar na última edição. Com todas as terríveis lições de que equipes ruins empobrecem a categoria-mor, será ainda que é possível estabelecer mercado a explorar como ponto diferencial?

Outras decisões para os próximos dias: pneus, kers para 2011 ou 2013, nova regra de motores, novas regras aerodinâmicas, com o fim do F-duct... estaremos de olho!