Os escritores que aceleram neste blog

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acompanho a F1 desde 1994. por vezes o estranhamento choca e traz interesse. gosto de história desde 2002. bons professores trazem a tona paixões que pareciam subexistir. sou Ridson de Araújo, tenho 21 anos, faço História na Universidade Federal do Ceará.

A Redação

Este blog foi criado no intuito de divulgar, publicizar opiniões caladas e pesquisas que em geral não tem o devido espaço que (acreditamos) merecem. A iniciativa foi de Ridson de Araújo, e agora contará com colaboradores. Cada pessoa que se encontra aqui na redação tem o potencial como várias outras pessoas que tem/não tem internet, de pensar e agir. Duas paixões e duas escolhas: História(s) e Velocidade.

O blog, na verdade: é de todos.

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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Apresentação dos novos bólidos para a temporada de 2011

Ferrari: ?
Maranello, Itália. Data 28/01

Renault: R-31
Valência, Espanha. Data 31/01

Sauber-Ferrari: C-30
Valência, Espanha. Data 31/01

Red Bull-Renault: RB-7
Valência, Espanha. Data 01/02

Team Lotus-Renault: T-128
Valência, Espanha. Data 01/02

Mercedes-Benz: W-02
Valência, Espanha. Data 01/02

Toro Rosso Ferrari: STR-06
Valência, Espanha. Data 01/02

Williams-Cosworth: FW-33
Valência, Espanha. Data 01/02

McLaren-Mercedes-Benz: MP/4-26
Berlim, Alemanha. Data 04/02

Marussia-Virgin Cosworth: MVR-02
Londres, Inglaterra. Data 07/02

Force India-Mercedes-Benz: VJM-04
Jerez, Espanha. Data 10/02

Hispania-Cosworth: ?

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

O breve renascimento: Renault.




A Renault terminou 2009 combalida por escândalos e por um campeonato medíocre. A montadora francesa até cogitou abandonar a categoria de vez. Acabou ficando, entretanto, vendeu 75% de suas ações para o até, então, desconhecido Grupo Genii.


Cercado de desconfianças os novos gestores deram continuidade aos trabalhos. Os investidores da Genii conseguiram manter Robert Kubica, que já estava acertado, mas apenas com a montadora. Fecharam acordo com o piloto russo Vitaly Petrov, que trouxe uma verba considerável para o time. Eric Boullier assumiu a direção do time de Enstone.



Resgataram a cor oficial da equipe, o nostálgico amarelo com detalhes pretos. E não é que a equipe se revelou uma das mais gratas surpresas de 2010. Graças a Robert Kubica em sua melhor temporada na categoria.


Com a imagem resgatada, a montadora francesa, que agora sim, se desfez da equipe, vendendo os 25% restantes para a Proton, dona da Lotus Cars. A Renault ainda fará parte do nome da equipe, mas sua participação se resumirá ao fornecimento de motores e de tecnologia, bem como, para outras equipes também. Já que seus motores fizeram os campeões de 2010.


Para 2011, agora sob a tutela do Grupo Genii e da Lotus Cars. Prometem lutar por vitórias, mas só o tempo dirá se essa parceria dará certo. A dupla de pilotos não muda.

  • Posição: 5º
  • Pontos: 163
  • Pódios: 3
  • Melhores Voltas: 2
  • Nação: França.

Seus pilotos:


11. Robert Kubica.



Este polonês elevou a equipe a outro patamar, seu desempenho foi exuberante, um dos destaques da temporada. Conseguiu extrair o máximo de desempenho do R30. Deixou evidente que só lhe falta um carro vencedor para lutar e conquistar um campeonato. Jogou uma pressão danada para seu neófito companheiro.

  • Posição: 8º
  • Pontos: 136
  • Pódios: 3
  • Melhor Volta: 1

12. Vitaly Petrov.


O ano de estréia é sempre difícil, mas com o primeiro piloto russo da história da F-1, foi marcante. Petrov mostrou que é rápido, entretanto foi muito inconstante, errou e bateu consideravelmente. Com relação ao companheiro, foi massacrado. Chegou a ser criticado e cobrado publicamente pelo chefe de sua equipe. Uma pressão até desnecessária, todavia Vitaly teve apresentações convincentes, marcou uma melhor volta e foi muito combativo tanto em atacar como em se defender, Alonso que o diga. Enfim, foi confirmado por mais duas temporadas na equipe que irá suceder a Renault.

  • Posição: 13º
  • Pontos: 27
  • Melhor Volta: 1

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Lotus Cars versus Team Lotus.


Interessante a repercussão causada mundo do automobilismo pela disputa dos direitos de uso da marca Lotus na Fórmula-1. A lendária equipe fundada por Anthony Colin Bruce Chapman no final da década de 50, e que passou 16 anos fora da F-1, reapareceu em 2010, através de um acordo envolvendo Tony Fernandes, a Litespeed que foi uma das escolhidas para correr na F-1, na seleção feita pela FIA em 2009, a Proton dona da Lotus Cars, a família Chapman, além de David Hunt dono da marca Team Lotus.


Chamada de Lotus Racing nesta temporada, a equipe “herdou” com o consentimento de todos os interessados, os números, dados e as estatísticas do Team Lotus na categoria. A equipe fez uma temporada honesta, dentro de suas limitações. Liderada por Tony Fernandes que, aliás, soube aproveitar as oportunidades proporcionadas pelo impacto causado no retorno da marca Lotus. Angariou bons patrocínios, fechou ótimas parcerias e ganhou a simpatia e admiração do público, além dos fãs da marca mundo afora. Foi muito inteligente ao negociar com David Hunt a compra do Team Lotus, se tornado dono do legado histórico de Chapman, passando a ter todos os direitos sobre o símbolo original.


Mas diante do sucesso de Tony Fernandes, a Proton dona da Lotus Cars e agora ex-parceira de Fernandes “cresceu o olho” e entrou na justiça reivindicando total direito sobre o uso do nome Lotus. Entretanto, como é de domínio público, a Lotus Cars e a Team Lotus sempre foram independentes, ou seja, uma não tem nada a haver com a outra. Colin Chapman fez isso caso uma das empresas tivesse problemas ou fechasse, assim, uma não interferiria na outra. Daí toda essa confusão.


A Proton tentou por diversas vezes comprar a Team Lotus de David Hunt, irmão do campeão de James Hunt. David sempre se negou a vender a marca para a montadora malaia, impedido assim que ela unificasse as marcas. Todavia cedeu as investidas de Tony Fernandes, mas com uma condição, que o malaio nunca negocie a Team Lotus com a Proton, caso contrário, Hunt reassume os direitos.


Diante disso, e, enquanto nenhuma decisão da justiça for tomada. Podemos ver sim, duas Equipes Lotus no Campeonato Mundial de Fórmula-1 em 2011. Pois a Proton rompeu com Tony Fernandes e Mike Gascoyne. Fazendo a Lotus Cars através de Danny Bahar, tornar-se sócia e patrocinadora da ex-Equipe Renault, unindo-se ao Grupo Genii.


Portanto, para efeitos estatísticos, ficaria assim, a Team Lotus de Tony Fernandes não muda nada, e manteria seus números e dados históricos. Já a Lotus Cars de Danny Bahar, ou fica apenas como principal sponsor, ou seja, Lotus Renault Gran Prix, mas mantendo o time oficial como Renault, bem como seu histórico, a exemplo que fez Genii esse ano, mesmo que a montadora francesa não tenha mais nenhum vínculo com a equipe, ficando apenas como parceira técnica e fornecedora de motores. Ou lança realmente a Lotus Gran Prix, tornando-se uma equipe estreante em 2011, sem nenhum laço com a Team Lotus. Como a Cosworth quando foi vendida pela Ford.


Para complicar um pouco mais, ambas as equipes terão o mesmo fornecedor de motores. Então, teremos Team Lotus Renault e Lotus Renault Gran Prix. Não faço idéia como a FIA e a FOM vão fazer para diferenciar as duas, ou até mesmo se vão permitir que isso aconteça em 2011.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Campeonatos... Falta o de motores!


A Fórmula-1 sempre exaltou o Campeão de pilotos, mesmo com o surgimento do campeonato de Construtores, que passou a vigorar a partir de 1958, este, sempre ficou em segundo plano. Vide a maior comemoração que a Red Bull fez com o título de Sebastian Vettel, em Abu Dhabi, com relação ao próprio título de Construtores que foi assegurado time austríaco antecipadamente no Brasil.

Interessante notar, como esse ano, isso ficou mais claro. O foco principal é pelo o título de pilotos, e o de Construtores é tido apenas como uma conseqüência. Em recente declaração do novo chefe da Porsche, Matthias Mueller, questionado sobre a possibilidade da entrada do Grupo Volkswagen-Porsche na categoria, o mesmo fez referência a esse assunto.


“A F-1 é um campeonato mundial de pilotos, com um foco nos patrocinadores e nas montadoras apenas secundário. Para nós, é uma clara desvantagem. A segunda desvantagem para um investimento a longo prazo é a incerteza das regras no futuro”


E para mudar esse panorama, bem que Fórmula-1 poderia promover também um campeonato de motores, como forma de atrair novos fornecedores de unidades de força, além de mais patrocinadores e mudar esse quadro de apenas quatro fabricantes. O atual regulamento que congelou o desenvolvimento dos motores também emperra a possível entrada de novas empresas.


E as novas regras dos motores a serem implantadas em 2013, visando maior economia de combustível e com apelo ambiental, conforme o nosso amigo Marcelonso, do Blog do Marcelo.


Um Campeonato de motores até já foi cogitado por Bernie Ecclestone, dono da FOM, tempos atrás, quando as montadoras começaram a investir maciçamente na categoria, mas logo a idéia foi deixada de lado. Um novo campeonato geraria mais premiações em dinheiro por parte da FOM, e conhecendo Bernie...


Em 2010, através da Red Bull, a francesa Renault assegurou os títulos de Construtores e Pilotos. Sendo sua 9º conquista de Construtores e a 8º de Pilotos. Mas, se já houvesse um campeonato de motores a campeã da temporada 2010 teria sido a alemã Mercedes-Benz que marcou mais pontos com as três equipes que competiram com seus propulsores.


McLaren, Mercedes e Force India finalizam em 2º, 4º e 7º respectivamente. A Renault contou apenas com duas equipes Red Bull e Renault, 1º e 5º lugares respectivamente. A Ferrari somou pontos com BMW Sauber e Toro Rosso, 3º, 8º e 9º lugares respectivos. A Cosworth só pontuou com a Equipe Williams que terminou o campeonato em 6º. Eis a pontuação abaixo:


  1. Mercedes-Benz (GER); 736 Pontos
  2. Renault (FRA); 661
  3. Ferrari (ITA); 453
  4. Cosworth (ENG); 69


A Porsche já deu seu recado, resta a FOM e a FIA se unirem para atrair mais montadoras, não para montar equipes como aconteceu nesta década, mas para fornecimento de motores e novas tecnologias.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Todos iguais no fornecimento de motores.


A Fórmula-1 terá um grid bem equilibrado, quanto ao atendimento, no fornecimento de motores para as equipes na próxima temporada. Com o anúncio de Tony Fernandes, confirmando que sua equipe deixa de receber os propulsores da Cosworth e passa a ser impulsionada pelos motores franceses da Renault em 2011.


Com isso, as quatro fornecedoras atuais: Mercedes-Benz; Renault; Ferrari e Cosworth terão 25% do grid cada, ou seja, cada fabricante será representado por três equipes.


RENAULT:

  1. Red Bull;
  2. Renault (Genii);
  3. Lotus (Air Asia);

MERCEDES-BENZ:

  1. McLaren;
  2. Force India;
  3. Mercedes GP

FERRARI:

  1. Toro Rosso;
  2. Sauber;
  3. Ferrari;

COSWORTH:

  1. Williams;
  2. Hispania;
  3. Marrusia Virgin;

domingo, 14 de novembro de 2010

Grande Prêmio de Abu Dhabi 2010.


Com um pódio formado pelos três últimos Campeões Mundiais da Fórmula-1 em Abu Dhabi: Lewis Hamilton em 2008 e Jenson Button em 2009 cumprimentaram o mais novo Campeão, Sebastian Vettel em 2010. E desde 2007 a categoria vê campeões inéditos, e Vettel é 32º da história.


As tão discutidas ordens de equipe foram por água abaixo, vimos um inexpressivo Mark Webber que acabou com as próprias chances, nos treino de ontem. Com isso Sebastian Vettel ficou livre, de por ventura, ceder à posição para o companheiro de equipe que matematicamente teria mais chances de título, e pilotou para vitória e para algo mais...


Para surpresa da Ferrari e de Fernando Alonso, a McLaren apresentou um desempenho acima do esperado desde os treinos livres, acrescentando contornos dramáticos para os italianos. E a McLaren teve sua contribuição para o título de Sebastian Vettel, principalmente nos treinos e na largada, mas o fator decisivo para a consagração da Red Bull foi literalmente a de sua parceira, a Renault, aliada ao toque entre Schumacher e Liuzzi ainda na primeira volta e a posterior entrada do Safety Car, permitindo que alguns pilotos como Petrov e Rosberg mudassem a estratégia, embolando tudo e atrapalhando Alonso quando o mesmo voltou de sua parada.


A corrida foi novamente chata, mas devido à decisão do título de pilotos, prendeu nossa atenção durante todas as 55 voltas do suntuoso complexo de Yas Marina. Depois das paradas Alonso retornou atrás de Petrov e simplesmente por ali ficou. O piloto russo da Renault bastante criticado por seus erros durante a temporada, hoje foi perfeito, segurou a pressão do espanhol da Ferrari e não cometeu um erro. Webber que vinha atrás de Alonso, aparentemente, não quis atacá-lo e por lá também ficou.


Vettel seguia na liderança, seguido de perto Lewis Hamilton até suas respectivas paradas. Quando Lewis voltou e ficou limitado atrás de Kubica, que tinha largado de pneus duros, Vettel aproveitou para abrir uma vantagem confortável. Jenson Button assumiu a liderança e a manteve por um bom tempo, até sua parada. Quando Kubica parou e voltou na quinta posição praticamente sacramentou o título de Vettel.


E assim o domingo foi um desastre total para Ferrari, pelo seu excesso de confiança, pela estratégia conservadora e inútil. Será que eles vão afogar as magoas no Parque temático agora?


O título foi merecidamente para a melhor equipe, o melhor carro, os melhores engenheiros e o mais rápido piloto. Sebastian Vettel que apesar dos deslizes, dos erros e das quebras, conseguiu sagrar se o mais jovem Campeão Mundial de Fórmula-1 aos 23 anos, quatro meses e onze dias. Uma equipe que não precisou vencer a base de ordens, e que conseguiu fazer seu piloto favorito Campeão...


Campanha do alemão Sebastian Vettel: 5 vitórias, 10 poles, 10 pódios e 3 melhores voltas, 256 pontos.


Parabéns Red Bull Renault, Campeã de Pilotos e de Construtores em 2010.


Resultado Final:

1°. Sebastian Vettel (GER/Red Bull Renault), 1h39min36s837 (55 voltas)
2°. Lewis Hamilton (ENG/McLaren Mercedes-Benz), a 10.1
3°. Jenson Button (ENG/McLaren Mercedes-Benz), a 11.0
4°. Nico Rosberg (GER/Mercedes-Benz), a 30.7
5°. Robert Kubica (POL/Renault), a 39.0
6°. Vitaly Petrov (RUS/Renault), a 43.5
7°. Fernando Alonso (SPA/Ferrari), a 43.7
8°. Mark Webber (AUS/Red Bull Renault), a 44.2
9°. Jaime Alguersuari (SPA/Toro Rosso Ferrari), a 50.2
10°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 50.8

Não Pontuaram:

11°. Nick Heidfeld (GER/BMW Sauber Ferrari), a 51.5
12°. Rubens Barrichello (BRA/Williams Cosworth), a 57.6
13°. Adrian Sutil (ALE/Force India Mercedes-Benz), a 58.3
14°. Kamui Kobayashi (JPN/BMW Sauber Ferrari), a 59.5
15°. Sebastien Buemi (SWI/Toro Rosso Ferrari), a 1.03.1
16°. Nico Hulkenberg (GER/Williams Cosworth), a 1.04.7
17°. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus Cosworth), a 1 volta
18°. Lucas di Grassi (BRA/Virgin Cosworth), a 2 voltas
19°. Bruno Senna (BRA/Hispania Cosworth), a 2 voltas
20º. Christian Klien (AUT/Hispania Cosworth), a 2 voltas
21°. Jarno Trulli (ITA/Lotus Cosworth), a 4 voltas

Não Concluíram:

22°. Timo Glock (GER/Virgin Cosworth), 44 voltas
23°. Michael Schumacher (GER/Mercedes-Benz), 1
24°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India Mercedes-Benz), 1

Melhor Volta:

Lewis Hamilton (ENG/McLaren Mercedes-Benz), 1.41.274 (Volta 47)

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Acertos com a Renault.


Foi confirmado que a atual equipe Lotus Racing utilizará a partir 2011 os motores Renault. A equipe comandada por Tony Fernandes será o terceiro time a competir com os propulsores da marca francesa na F-1 na próxima temporada.


Soma-se a própria Renault e a Red Bull que também anunciou a renovação de contrato com os franceses por mais duas temporadas, além de uma maior exposição da montadora nos carros da equipe austríaca.


Para equipe anglo-malaia espera-se um salto de performance e confiabilidade, pois além dos motores Renault o time do projetista Mike Gascoyne terá os câmbios da Red Bull.


Para equipe de Dietrich Mateschitz a renovação com a Renault até 2012 soa como falta de opções no momento. A Red Bull bem que tentou os motores Mercedes-Benz, mas não pôde concluir a negociação devido ao poder de veto que a McLaren tem por contrato com os alemães. Impedindo assim, que a montadora de Stuttgart que forneça motores para uma quarta equipe na categoria.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Classificação dos Campeonatos 16/19.


PILOTOS:

1°) Mark Webber (AUS/Red Bull), 220 Pontos
2°) Fernando Alonso (SPA/Ferrari), 206
3°) Sebastian Vettel (GER/Red Bull), 206
4°) Lewis Hamilton (ENG/McLaren), 192
5°) Jenson Button (ENG/McLaren), 189
6°) Felipe Massa (BRA/Ferrari), 128
7°) Nico Rosberg (GER/Mercedes-Benz), 122
8°) Robert Kubica (POL/Renault), 114
9°) Michael Schumacher (GER/Mercedes-Benz), 54
10°) Adrian Sutil (GER/Force India), 47
11º) Rubens Barrichello (BRA/Williams), 41
12º) Kamui Kobayashi (JPN/BMW Sauber), 27
13º) Vitaly Petrov (RUS/Renault), 19
14º) Nico Hulkenberg (GER/Williams), 17
15º) Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India), 13
16º) Sebastien Buemi (SWI/Toro Rosso), 8
17º) Pedro de la Rosa (SPA/BMW Sauber), 6
18º) Nick Heidfeld (GER/BMW Sauber), 4
19º) Jaime Alguersuari (SPA/Toro Rosso), 3

CONSTRUTORES:

1º) Red Bull Renault (AUT), 426 Pontos
2º) McLaren Mercedes-Benz (ENG), 381
3º) Ferrari (ITA), 334
4º) Mercedes-Benz (GER), 176
5º) Renault (FRA), 133
6º) Force India Mercedes-Benz (IND), 60
7º) Williams Cosworth (ENG), 58
8º) BMW Sauber Ferrari (SWI), 37
9º) Toro Rosso Ferrari (ITA), 11

DADOS E NÚMEROS:

• 640º Pódio da Equipe Ferrari
• 173ª Pole Position do Motor Renault
• 130ª Melhor Volta do Motor Renault
• 128ª Vitória do Motor Renault
• 61º Pódio de Fernando Alonso
• 36º Pódio da Equipe Red Bull
• 19º Pódio de Mark Webber
• 18ª Pole Position da Equipe Red Bull
• 17º Pódio de Sebastian Vettel
• 13ª Vitória da Equipe Red Bull
• 13ª Pole Position de Sebastian Vettel
• 12ª Melhor Volta da Equipe Red Bull
• 8ª Vitória de Sebastian Vettel
• 7ª Dobradinha da Equipe Red Bull
• 6ª Melhor Volta de Mark Webber

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Pobres pilotos estreantes na Renault.


Não sei se é uma simples coincidência, mas ultimamente, entrar na Fórmula-1 pela equipe Renault tem sido uma árdua tarefa para pilotos estreantes. Desde 2007 a equipe francesa teve, pelo menos, um piloto estreante em seus carros, mas por algum motivo, esses jovens não conseguem permanecer no time francês.


Em 2007, Flávio Briatore promoveu a estréia do finlandês Heikki Kovalainen, empresariado por ele, e que já era piloto de testes do time como substituto de Fernando Alonso. Kovalainen teve uma temporada de estréia mediana, o carro da Renault não tinha um bom rendimento, pois a equipe sofria para se adaptar aos pneus da Bridgestone. No início o piloto foi bastante criticado, principalmente por Briatore.


Com o tempo o finlandês suportou a pressão, e conseguiu resultados satisfatórios a partir da metade do campeonato, ao final, terminou na frente do seu então companheiro, Giancarlo Fisichella. Mas Heikki acabou indo para a McLaren em 2008, com a saída de Fernando Alonso de time inglês.


Em 2008, chegou à hora e a vez do brasileiro Nelson Ângelo Piquet, mais um piloto de Briatore. Piquet filho veio para substituir Kovalainen, e ser companheiro de Fernando Alonso que retornava à Renault, depois de sua frustrante experiência no time de Woking.


Nelsinho teve desempenhos decepcionantes. Sofreu com críticas e pressões psicológicas, por parte de Flávio Briatore, mas ainda assim, conseguiu um pódio na Alemanha, e uma sobrevida para permanecer em 2009, além da influência de seu pai e por “acordos obscuros” com o mafioso italiano.


Em 2009, a fabricante francesa fez seu pior carro desde os títulos de 2005/2006. Nelsinho continuou sua sina de maus resultados, seus desentendimentos com Briatore só aumentavam, até se tornar insustentável. O brasileiro foi expulso da Renault pelo italiano, sendo substituído por outro novato, também empresariado por Flávio Briatore.


O franco-suíço Romain Grosjean que estava na GP2 e era o terceiro piloto do time, mas sem testes durante a temporada, Grosjean encontrou dificuldades para se adaptar, e com isso, teve resultados igualmente medíocres.


Ao final da temporada Grosjean não foi aproveitado pelos novos administradores do time francês, sua ligação com Briatore foi determinante, ou seja, a Renault não queria mais nada que lembrasse ou que tivesse ligação com o mafioso italiano, devido ao episódio de manipulação do resultado do GP de Cingapura 2008.


Mesmo sob nova direção do Grupo Genii, a Renault lançou outro estreante em 2010, o russo Vitaly Petrov, mas o fator determinante para contratação do jovem russo foram os vários patrocinadores de seu país que o acompanharam na escuderia francesa.


Petrov vêm tendo bons desempenhos, mas é sumariamente ofuscado por seu companheiro de equipe, Robert Kubica. Entretanto, os atuais diretores da Renault seguem a linha de criticar o desempenho de seu piloto abertamente para a imprensa, criando uma pressão desnecessária, mesmo para um piloto dito pagante.


Além do mais, a própria equipe declara publicamente que há negociações com outros pilotos para vaga de Petrov, até o nome de Kimi Raikkonen está sendo usado para pressionar Vitaly, que para continuar no time, tem que melhorar seu desempenho e trazer mais patrocinadores.


Acredito que Petrov deva continuar na equipe, mas que vida difícil essa de estrear pela Renault...

sábado, 28 de agosto de 2010

Treino Classificatório para o GP da Bélgica 2010.


Não sei se é sorte, mas que tudo vem dando certo para Mark Webber, atualmente, isso vem. 12ª pole position da Red Bull em 13 classificações. Nem o molha e seca na pista de Spa-Francorchamps tirou o domínio da equipe austríaca nas classificações este ano.


No início do Q1 com a pista úmida, mas somente em determinadas partes do circuito. Os pilotos arriscaram sair com os pneus slicks, entretanto, Vitaly Petrov rodou, chocou-se com sua Renault contra o guard-rail, acabando ali com suas chances, e conseqüentemente, ocasionando a interrupção do treino.

Quando a sessão foi reiniciada, todos voltaram, mas novamente começou a chover em alguns setores da pista e uma nova confusão aconteceu. Desta vez, entre Di Grassi e Trulli que se tocaram e rodaram já na descida, na curva 14, atrapalhando os outros concorrentes que vinham logo depois, mas não foi preciso interromper a sessão novamente.


Depois de Petrov, foi à vez dos pilotos da BMW Sauber abandonarem o treino, já que De la Rosa e Kobayashi, quase que simultaneamente, foram parar na brita. Como a chuva atingiu quase todo o circuito, chegou à vez dos pneus intermediários darem o ar da graça. E assim houve um embaralhamento das posições, e pela primeira vez no ano, Lotus e Virgin conseguiram chegar ao Q2 com Kovalainen e Glock respectivamente.


A chuva deu um tempo no Q2 e a pista seca prevaleceu, demonstrando o verdadeiro potencial das equipes. McLaren, Ferrari e Red Bull que brigam pelo campeonato, passaram fácil para a última parte do treino com seus dois pilotos, além da Williams. Kubica da Renault e Sutil com a Force India completaram os dez classificados para o Q3.


Na decisão da pole position, Lewis Hamilton com a McLaren saiu na frente na primeira tentativa, mas logo atrás, Mark Webber conseguiu superar o tempo do piloto inglês. Logo depois, a chuva voltou a molhar parte do circuito, dificultando a melhora dos tempos. Assim, Mark Webber confirmou mais uma pole position, a 5ª do ano. Lewis Hamilton parte do segundo posto. Robert Kubica muito bem, mais uma vez, com a Renault em terceiro. Vettel em quarto. O estrategista Button garantiu o quinto lugar, aliás, os pilotos da McLaren foram os únicos que conseguiram melhorar suas posições depois da breve chuva no Q3.


Fernando Alonso, da Ferrari que era apontado como favorito para largar da posição 1, ficou apenas em décimo. Os dois pilotos da Mercedes-Benz ficaram no Q2, além do mais, ambos foram punidos: Rosberg perdeu cinco posições pela troca do câmbio, e Schumacher perdeu dez posições pela controversa disputa com Rubens Barrichello na Hungria.


Rubens Barrichello que completa 300 participações em grandes prêmios amanhã largará da sétima posição. Depois da classificação, Timo Glock, da Virgin também foi punido com a perda de cinco posições por bloquear Sakon Yamamoto, da Hispania no Q1. Já Sebastien Buemi , da Toro Rosso foi punido com a perda de três posições por ter bloqueado Nico Rosberg, da Mercedes-Benz no Q2.


A classificação foi interessante, e a corrida promete ser a melhor do ano, e com a chuva então! Já que o circuito de Spa-Francorchamps é o mais adorado e aguardado pelos pilotos. Façam suas apostas!!!


Grid de largada atualizado:

Q3

1°. Mark Webber (AUS/Red Bull Renault), 1.45.778 (21 voltas)
2°. Lewis Hamilton (ENG/McLaren-Mercedes-Benz), 1.45.863 (18)
3°. Robert Kubica (POL/Renault), 1.46.100 (19)
4°. Sebastian Vettel (GER/Red Bull Renault), 1.46.127 (23)
5°. Jenson Button (ENG/McLaren Mercedes-Benz), 1.46.206 (18)
6°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), 1.46.314 (20)
7°. Rubens Barrichello (BRA/Williams Cosworth), 1.46.602 (19)
8°. Adrian Sutil (GER/Force India Mercedes-Benz), 1.46.659 (18)
9°. Nico Hulkenberg (GER/Williams Cosworth), 1.47.053 (20)
10°. Fernando Alonso (SPA/Ferrari), 1.47.441 (21)

Q2

11°. Jaime Alguersuari (SPA/Toro Rosso Ferrari), 1.49.209 (17)
12°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India Mercedes-Benz), 1.50.980 (14)
13°. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus Cosworth), 1.47.885 (12)
14°. Nico Rosberg (GER/Mercedes-Benz), 1.48.680* (16) (Punido + 5 posições)
15°. Jarno Trulli (ITA/Lotus Cosworth), 2.02.284 (9)
16°. Sebastien Buemi (SWI/Toro Rosso Ferrari), 1.52.049* (16) (Punido + 3 posições)
17°. Kamui Kobayashi (JPN/BMW Sauber Ferrari), 2.03.612 (6)

Q1

18°. Bruno Senna (BRA/Hispania Cosworth), 2.03.941 (7)
19°. Sakon Yamamoto (JPN/Hispania Cosworth), 1.47.874 (8)
20°. Timo Glock (GER/Virgin Cosworth), 2.01.491* (16) (Punido + 5 posições)
21°. Michael Schumacher (GER/Mercedes-Benz), 1.48.267* (16) (Punido + 10 posições)
22°. Pedro de la Rosa (SPA/BMW Sauber Ferrari), 2.05.294 (6)
23°. Lucas Di Grassi (BRA/Virgin Cosworth), 2.18.754 (5)
24°. Vitaly Petrov (RUS/Renault), Sem tempo.

sábado, 14 de agosto de 2010

Equipes Estreantes: Ainda sem pontos.


Passada as 12 primeiras etapas do Campeonato Mundial de Fórmula-1 em 2010, as equipes estreantes são as únicas que ainda não marcaram pontos. Sendo que todas as nove equipes remascentes de 2009 já pontuaram, e com seus dois pilotos.


Mesmo que o desempenho e a confiabilidade das três tenham melhorado no decorrer do campeonato, assim como o motor Cosworth, as novatas ainda não são capazes de disputar posições nem com a Toro Rosso, que é a atual pior colocada dentre as equipes “experientes”. A diferença é incômoda entre as equipes já estabelecidas, aliás, parece que a novatas participam de um torneio à parte. Todavia, elas já estão se movimentando para reverter essa situação na próxima temporada.


A Lotus é a que tem se saído à melhor delas, constantemente termina as corridas, e apesar da acusação de plágio, por parte da Force India, vem cada vez mais ganhando a simpatia do público e dos patrocinadores da categoria, até Bernie Ecclestone crítico feroz dos times novatos, já declarou que foi muito bem-vinda a volta da marca, independentemente dos seus atuais donos. Nos bastidores a Lotus negocia para ser a terceira equipe a utilizar os motores Renault em 2011.


Apesar de ter o carro mais defasado de todos com o rompimento da parceria com a Dallara que fabricou o chassi da equipe, e com um desempenho igualmente embaraçoso. A Hispania tem conseguido finalizar as corridas com regularidade, mesmo promovendo um rodízio entre seus pilotos. A Equipe espanhola é a que mais sofre com a falta de recursos técnicos e informações que possam ajudar no melhor acerto do carro para treinos e corridas. Resultado de uma equipe que foi criada e montada às pressas. E que só pôs o carro para “correr” nos treinos livres do GP do Bahrein. Para 2011, os espanhóis negociam uma parceria com a Toyota para utilizar as instalações e o staff da ex-equipe de F-1, em Colônia, Alemanha, além do projeto do carro feito pelos japoneses, o TF110, que correria esse ano.


A Virgin é a ultima colocada no campeonato, pois é o time com o pior aproveitamento nas provas. Mesmo apresentando um desempenho parelho ao da Lotus. A equipe inglesa sofre com um bólido que peca pela falta de confiabilidade. O projeto do carro foi todo desenvolvido por computação gráfica, mas essa inovação, posteriormente, revelou-se um tiro no pé, pois depois do carro feito perceberam que o tamanho do tangue de gasolina não tinha capacidade suficiente para finalizar as corridas. Enfim, conseguiram construir novos chassis, adequados, e só no decorrer do campeonato a equipe resolveu utilizar o túnel de vento para aperfeiçoar o carro. Para 2011, a equipe continuará com o aporte financeiro de Richard Branson, bem como a continuidade dos motores Cosworth.


E que realmente tenham melhor sorte nos próximos anos!

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Sobre o GP da Turquia 2010.


Infelizmente não pude acompanhar a corrida ao vivo, mas assisti os melhores momentos depois, e achei que foi uma excelente prova. Muitas disputas e duelos, principalmente entre companheiros de equipe. Aqui um breve comentário sobre os principais pontos da corrida turca.


Webber vs. Vettel: O toque no meu entender foi de culpa do Sebastian. Mark Webber fez o dele, deixou pouco espaço para o companheiro, mas foi limpo. Já Vettel, tentou “abrir” espaço para fazer a tangência da curva, e abruptamente puxou o carro para a direita, abalroando assim no australiano. Quando Vettel descobriu que Mark não havia mudado sua trajetória, já foi tarde. Abandonou e ainda viu Webber abrir 15 pontos vantagem. O alemão da Red Bull ainda continua desperdiçando pontos preciosos!


Renault vs. Ferrari: A Renault continua surpreendendo, agora com seus dois pilotos. Travaram uma acirrada disputa com os pilotos da Ferrari. Robert Kubica duelou com Felipe Massa, conseguindo chegar à frente do brasileiro. Já Fernando Alonso teve um enorme trabalho para superar Petrov. Na ultrapassagem de Alonso sobre o russo, aconteceu um toque, e Vitaly teve que abandonar, entretanto, andou muito bem durante todo final de semana, e marcou sua primeira melhor volta da carreira, até aqui o melhor estreante do ano!


Hamilton vs. Button: Lewis Hamilton muito combativo como sempre, superou Vettel e perseguiu Webber incessantemente. Já Button conseguiu se livrar do Schumacher logo no início e acompanhou de perto os líderes. Faltando dez voltas para o final numa disputa apertada, corajosa e surpreendente Button foi para cima de Hamilton, chegou a ganhar a posição, mas Lewis conseguiu recuperar logo depois, onde dividiram curvas lado a lado. Foi o grande momento da prova, uma disputa honesta, fantástica e memorável. A McLaren conseguiu reunir sua melhor dupla de pilotos desde Senna e Prost.



Resultado Final:

1°. Lewis Hamilton (ENG/McLaren), 58 voltas em 1h28min47s620
2°. Jenson Button (ENG/McLaren), a 2.645
3°. Mark Webber (AUS/Red Bull), a 24.285
4°. Michael Schumacher (GER/Mercedes-Benz), a 31.110
5°. Nico Rosberg (GER/Mercedes-Benz), a 32.266
6°. Robert Kubica (POL/Renault), a 32.284
7°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 36.635
8°. Fernando Alonso (SPA/Ferrari), a 46.544
9°. Adrian Sutil (GER/Force India), a 49.029
10°. Kamui Kobayashi (JPN/BMW Sauber), a 1.05.650

Não Pontuaram:

11°. Pedro de la Rosa (SPA/BMW Sauber), a 1.05.944
12°. Jaime Alguersuari (SPA/Toro Rosso), a 1.07.800
13°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India), a 1 volta
14°. Rubens Barrichello (BRA/Williams), a 1 volta
15°. Vitaly Petrov (RUS/Renault), a 1 volta
16°. Sebastien Buemi (SWI/Toro Rosso), a 1 volta
17°. Nico Hulkenberg (GER/Williams), a 1 volta
18°. Timo Glock (GER/Virgin), a 2 voltas
19°. Lucas Di Grassi (BRA/Virgin), a 3 voltas

Não Concluíram:

20º. Karun Chandhok (IND/Hispania), 53/abandono
21º. Bruno Senna (BRA/Hispania), 47/abandono
22º. Sebastian Vettel (GER/Red Bull), 40/acidente
23º. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus), 34/abandono
24º. Jarno Trulli (ITA/Lotus), 33/mecânico

Melhor Volta:

Vitaly Petrov (RUS/Renault), 1.29.165 (Volta 57)

domingo, 16 de maio de 2010

GP de Mônaco 2010.


Em 2009 aconteceu a redenção de Jenson Button na F-1. Em 2010 a história tem tudo para se repetir, mas desta vez com Mark Webber. Depois de um início de campeonato meio apagado o australiano resolveu mostrar tudo que sabe a bordo do excelente carro da Red Bull e com um desempenho surpreendente dos motores Renault.


Soberbo durante toda a corrida, Webber não foi pressionado nem por Vettel. Nem mesmo as várias entradas do safety Car ameaçaram sua incontestável vitória. Sebastian Vettel que partiu do 3º lugar, mas do lado limpo da pista, ganhou a 2ª posição de Robert Kubica na largada e por lá também ficou. Entretanto, o alemão da Red Bull não teve vida fácil, sendo perseguido pelo polonês da Renault durante toda a prova, e assim terminaram e puderam festejar no pódio do principado.


Fernando Alonso que largou dos boxes, pois, não pôde participar da classificação devido a um acidente no terceiro treino livre, onde danificou seriamente seu chassi. Após a largada teve uma providencial ajuda do Safety Car provocado por Nico Hulkenberg, da Williams que bateu dentro do túnel. O espanhol aproveitou para fazer a sua troca obrigatória dos pneus, e assim seguir até o final da prova, apenas aguardando para ganhar as posições dos outros pilotos que ainda iam parar.


Jenson Button teve um final de semana terrível, depois ter sido claramente atrapalhado em sua melhor volta no Q3 por Felipe Massa. O então líder acabou largando apenas em 8º. Na corrida teve que abandonar por um erro grosseiro da McLaren que se esqueceu de retirar um tampão de radiador, aliás, é a segunda corrida consecutiva que Button é prejudicado pela própria equipe. Na Espanha, a McLaren fez um péssimo pit-stop e fez Jenson perder a posição para Schumacher. Lewis Hamilton teve melhor sorte nas ruas do principado e finalizou em 5º.


Adrian Sutil e Vitantonio Liuzzi se aproveitaram das confusões com os outros pilotos e levaram novamente a Force India aos pontos com um 9º e um 10º lugares respectivamente. Rubens Barrichello com a outra Williams também provocou uma entrada do Safety Car, depois da aparente quebra de sua suspensão. Nico Rosberg finalizou apenas em 8º.


O último Safety Car da corrida aconteceu a três voltas do fim, resultado de um enrosco entre os retardatarios Trulli e Chandhok. E eis a polêmica, na última volta a direção de prova retirou o Safety Car para a corrida terminar sob bandeira verde, mas Schumacher ultrapassou Alonso ainda na Rascasse, ou seja, antes da linha, onde julgo que seria o correto, tanto que ocorreu normalmente nas intervenções anteriores. Mas como se tratava da última volta não haveria como isso acontecer. Tudo bem que Alonso deu uma escorregada, mas essa é uma regra bastante conhecida por todos. Nessa regra só se poder passar, quando o Safety Car sai da pista, depois da linha de largada/chegada.


Resta aos comissários decidirem se a manobra de Schumacher em cima de Fernando foi legal ou não!

Atualizando: Michael Schumacher, da Mercedes-Benz foi punido com acréscimo de 20 segundos no seu tempo final de prova pelos comissários, devido a sua manobra em cima de Fernando Alonso, da Ferrari. Algo acertado e até esperado, mas a Mercedes-Benz já avisou que vai recorrer. Acho que não dará em nada para o time alemão, onde só confirma a influência da Ferrari na categoria, assim como Felipe Massa não foi punido por atrapalhar Button na classificação, Alonso não perderia seu 6º lugar.

*RESULTADO FINAL ATUALIZADO:

1°) Mark Webber (AUS/Red Bull), 78 voltas em 1h50min00s000
2°) Sebastian Vettel (GER/Red Bull), a 0.448
3°) Robert Kubica (POL/Renault), a 1.600
4°) Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 2.600
5°) Lewis Hamilton (ENG/McLaren), a 4.300
6°) Fernando Alonso (SPA/Ferrari), a 6.300
7°) Nico Rosberg (GER/Mercedes-Benz), a 6.600
8°) Adrian Sutil (GER/Force India), a 6.900
9°) Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India), a 7.300
10°) Sebastian Buemi (SWI/Toro Rosso), a 8.100


NÃO PONTUARAM:


11°) Jaime Alguersuari (SPA/Toro Rosso), a 9.100
12°) Michael Schumacher (GER/Mercedes-Benz), a 25.700*


NÃO CONCLUÍRAM:


13°) Vitaly Petrov (RUS/Renault), a 4 voltas
14°) Karun Chandhok (IND/Hispania), a 6 voltas
15°) Jarno Trulli (ITA/Lotus), a 6 voltas
16º) Heikki Kovalainen (FIN/Lotus), 71 voltas
17º) Bruno Senna (BRA/Hispania), 71 voltas
18º) Rubens Barrichello (BRA/Williams), 59 voltas
19º) Kamui Kobayashi (JPN/BMW Sauber), 59 voltas
20º) Lucas Di Grassi (BRA/Virgin), 28 voltas
21º) Timo Glock (GER/Virgin), 27 voltas
22º) Pedro de la Rosa (SPA/BMW Sauber), 26 voltas
23º) Jenson Button (ENG/McLaren), 23 voltas
24º) Nico Hulkenberg (GER/Williams), 22 voltas

MELHOR VOLTA:

Sebastian Vettel (GER/Red Bull), 1.15.192 Volta 71.

domingo, 25 de abril de 2010

Fornecimento de Motores.


Reconhecidamente, desde 2007 a Mercedes-Benz tem o melhor motor da Fórmula-1, e em 2010 não há perspectiva de mudança, perante o domínio das usinas de Stuttgart tanto em potência como em confiabilidade. É o principal trunfo para o sucesso das três equipes que são abastecidas com seus propulsores: Seu próprio time, a McLaren e a Force India.


Esse domínio da Mercedes pode ser explicado, em parte, pela imposição da controversa regra de congelamento no desenvolvimento dos motores. Que teve seu início em 2006 com adoção dos motores V-8 em substituição aos V-10 e que deve vigorar até o final de 2012. Em 2009 a FIA também impôs às equipes a utilização de 8 motores para cada carro por temporada.


Atualmente a Fórmula-1 conta com apenas com 4 fornecedoras de motores para as 12 equipes do mundial. Comparando com 2008, por exemplo, onde havia 6 fornecedoras para as 11 equipes que iniciaram o campeonato.


A crise econômica mundial, e a conseqüentemente busca por redução de custos, as incertezas dos mercados e os decepcionantes resultados de algumas marcas, fizeram com que Honda, Toyota e BMW deixassem a categoria, além de barrar a entrada de novas pretendentes. A chegada da Cosworth vencedora de uma concorrência realizada por Max Mosley por motores com melhor custo-benefício, tendo como público-alvo as equipes privadas, e principalmente os times novatos.


Lotus, Virgin e Hispania ainda sofrem pela inexperiência, mas a Williams que também optou pelos motores ingleses, e mesmo com um bom chassi, tem tido um desempenho apenas razoável, deixando claro que carece de força para empurrar seus carros, e é algo que não deve mudar tão cedo, ou seja, foi um tiro no pé!


A Renault que quase abandonou a F-1 em 2010, entretanto, foi salva por um grupo de investidores e tem surpreendido até o momento, mas ainda sim, atrás dos alemães. Além do seu time, os franceses conseguiram manter a Red Bull como cliente. Se bem que o time de Dietrich Mateschitz não tinha muitas opções mesmo.


A Ferrari é a organização que mais têm apresentado problemas com a regra de congelamento dos propulsores. Suas usinas têm potência comparável à Mercedes, mas consomem mais gasolina e peca, e muito, pela confiabilidade, algo evidente esse ano. Os motores italianos também empurram os carros da Toro Rosso e do time de Peter Sauber que, aliás, tem sido o maior prejudicado pelas constantes quebras do motor Ferrari.


Os italianos haviam declarado que não estavam preocupados com a deficiência de seus motores, pois se tratava de um caso isolado, mas voltaram atrás e pediram autorização a FIA para fazer alterações nos mesmos, pois identificaram o problema, mais precisamente nas válvulas pneumáticas.


Acredito que essas regras não afetaram as disputas, nem as velocidades dos carros, mas é prejudicial, pois não há atrativos para a entrada de novas fabricantes que queiram apenas fornecer motores e não montar equipes como fizeram e fracassaram BMW, Honda e Toyota. E não há nenhuma garantia das que ainda permanecem. A FIA e a FOTA precisam rever isso o mais breve possível, e não esperar até 2013.

domingo, 14 de março de 2010

GP do Bahrein 2010.


Na corrida de abertura do campeonato mundial de Fórmula-1 2010. Foi bem interessante, com todo mundo ainda assimilando e aprendendo com as novidades do regulamento. De certa forma, foi benéfico a primeira corrida acontecer em um circuito como de Sakhir, com várias áreas de escape, devido a dificuldade das novatas e dos novatos. Na Austrália, daqui a 15 dias, será mais complicado. E a prova no deserto terminou com uma dobradinha da equipe Ferrari.

Com Fernando Alonso no alto do pódio, vencendo na sua estréia pelo time italiano, igualando, entre outros, Nigel Mansell em 1989 e Kimi Raikkonen em 2007 que também venceram nas suas estréias pela Ferrari. E há uma outra coincidência nas vitórias de Mansell, Kimi e Fernando pela Ferrari. Ambos passaram o ano anterior a sua estréia na equipe vermelha, sem vitórias. Em 1988, Nigel não conseguiu nada na Williams. Em 2006, Raikkonen não venceu nenhuma pela McLaren e em 2009, Alonso passou em branco pela Renault. Mas, na primeira corrida deles pelo time de Enzo Ferrari, já obtiveram êxito.

Na largada, Sebastian Vettel manteve a ponta, Alonso superou Massa e partiu em perseguição ao alemão da Red Bull, mas sempre de olho no retrovisor. Rosberg roubou o 4º lugar de Lewis Hamilton. Michael Schumacher superou Webber, Button se manteve em 8º. Vitantonio Liuzzi pulou para o 9º e Rubens Barrichello ficou em 10º. Demonstrando que todos os pilotos que largaram do lado sujo da pista, tiveram mais dificuldade.

A única confusão no inicio da prova, foi de Adrian Sutil com Robert Kubica. O alemão da Force India fez sua primeira vítima do ano. E estragou o excelente fim de semana do polonês da Renault, que ainda sim, terminou em 11º. E o barbeiro do Adrian em 12º. Entre os pilotos novatos, destaque para Vitaly Petrov, da Renault. Vinha bem, colocando pressão em cima do Rubens, mas quebrou a suspensão dianteira de sua Renault. Hulkenberg, da Williams foi um que testou as áreas de escape do circuito e finalizou em 14º. Dos times novatos, apenas a querida Lotus finalizou, e com os dois carros.

Bruno Senna conseguiu andar 19 voltas com a Hispania, após o abandono, durante a entrevista, não entrou na onda emotiva da Globo, principalmente de Galvão Bueno, que queria que ele citasse o tio. Bruno limitou-se falar sobre sua corrida e que sua equipe terá um longo aprendizado. Pronto, papo encerrado. Se alguém achou a corrida chata, o trio da emissora conseguiu piorar ainda mais, aliás, as transmissões desse ano prometem ser um porre.

Tudo corria bem para a vitória de Vettel que não cometeu um erro sequer, e dominava a corrida, mas o carro da Red Bull começou a apresentar falta de potência no motor Renault, devido a um problema no escapamento. E Vettel, conheceu quem será realmente, seu maior adversário no ano, a confiabilidade. Foi superado facilmente nas retas por Alonso, Massa e Hamilton, que assim, formaram o pódio.

Com muita dificuldade e luta, o alemão da Red Bull chegou em 4º lugar. A dupla da Mercedes-Benz veio logo em seguida, com Rosberg à frente de Michael. Jenson Button, atual campeão, com a outra McLaren em um discreto 7º lugar. Mark Webber apenas em 8º, e um ótimo Vitantonio Liuzzi em 9º e Rubens Barrichello, fechando a zona dos dez que pontuaram.

Como esperado, as oito primeiras posições foram para os pilotos das quatro grandes. Mas, ainda é cedo para tirar maiores conclusões. Foi apenas a primeira corrida. Lembrando que a Ferrari trocou o motor de seus dois carros e mesmo assim, o bólido de Felipe Massa apresentou problemas de superaquecimento. Imaginem se não tivessem trocado. A equipe italiana já usou dois motores dos oito que tem direito a utilizar em cada carro, ao longo do ano, a partir do nono motor, punição para o piloto. Agora vamos aguardar o próximo GP.


Resultado Final:

1º) Fernando Alonso (SPA/Ferrari), 49 voltas em 1h39min20s396
2º) Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 16.099
3º) Lewis Hamilton (ENG/McLaren), a 23.182
4º) Sebastian Vettel (GER/Red Bull), a 38.713
5º) Nico Rosberg (GER/Mercedes-Benz), a 40.263
6º) Michael Schumacher (GER/Mercedes-Benz), a 44.180
7º) Jenson Button (ENG/McLaren), a 45.260
8º) Mark Webber (AUS/Red Bull), a 46.308
9º) Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India), a 53.089
10º) Rubens Barrichello (BRA/Williams), a 1.02.400

Não Pontuaram:

11º) Robert Kubica (POL/Renault), a 1.09.093
12º) Adrian Sutil (GER/Force India), a 1.22.958
13º) Jaime Alguersuari (SPA/Toro Rosso), a 1.32.656
14º) Nico Hulkenberg (GER/Williams), a 1 volta
15º) Heikki Kovalainen (FIN/Lotus), a 1 volta
16º) Sebastien Buemi (SWI/Toro Rosso), a 3 voltas
17º) Jarno Trulli (ITA/Lotus), a 3 voltas

Não Concluíram:

18º) Pedro de la Rosa (SPA/BMW Sauber), 30 voltas
19º) Bruno Senna (BRA/Hispania), 18 voltas
20º) Timo Glock (GER/Virgin), 17 voltas
21º) Vitaly Petrov (RUS/Renault), 14 voltas
22º) Kamui Kobayashi (JPN/BMW Sauber), 12 voltas
23º) Lucas di Grassi (BRA/Virgin), 3 voltas
24º) Karun Chandhok (IND/Hispania), 2 voltas.

Melhor Volta:

Fernando Alonso (SPA/Ferrari), 1.58.287 na 45ª volta.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Red Bull: Sebastian Vettel vs. Mark Webber.


5. Sebastian Vettel:

Antes mesmo de estrear na F-1, no GP dos Estados Unidos de 2007, pela BMW, no lugar do acidentado Robert Kubica. O Alemão Sebastian Vettel, já era disputado por duas organizações. Emprestado à BMW, Mario Theissen queria manter Vettel a todo custo no time bávaro, mas o jovem alemão fazia parte programa de jovens talentos do Grupo Red Bull, que já havia amarrado um contrato com ele. E aproveitando-se disso, Gerhard Berger chamou Sebastian para Toro Rosso, ainda em 2007, para o lugar de Scott Speed. Desde então, Sebastian vem surpreendendo a Fórmula-1 com seu talento. Conseguindo sua primeira vitória em Monza 2008, ainda pela Toro. Em 2009 foi alçado à matriz Red Bull, mostrando toda sua capacidade com um excelente carro. Vencedor de quatro provas, e finalizando com o vice-campeonato. Vettel poderia ter dado mais trabalho para Jenson Button, se não tivesse cometido algumas barbeiragens em momentos importantes, e também, pela falta de confiabilidade dos motores Renault.
Para 2010, Sebastian Vettel pode se tornar o campeão mais jovem da história da Fórmula-1.

6. Mark Webber:

Em 2009, o australiano Mark Webber ressurgiu. Dado por muito como um piloto que nunca vingaria na F-1. Teve um início promissor pela pequena Minardi em 2002. No ano seguinte chegou a Jaguar onde ganhou destaque, principalmente pelos treinos, mas nas corridas, não conseguia manter a regularidade. Apelidado de leão de treino, Webber ainda passou pela equipe Williams, mas sem o desempenho e destaque esperado. Em 2007 juntou-se a Red Bull. No ano passado, Mark animou-se novamente com a competição, e usou de sua experiência para enfrentar a estrela Vettel. Webber não foi massacrado pelo jovem alemão, como muitos esperavam, mas sim um grande adversário, que por vezes esteve na frente na tabela de pontos. Devido a problemas de confiabilidade com os motores Renault e há pequenos incidentes, o australiano ficou quatro provas sem pontuar, acabando com suas chances de título. Mesmo assim, ele tem muito que comemorar, conseguiu sua primeira vitória na Alemanha, e outra no Brasil. Para 2010, pode ser mais ousado e surpreender.


A priori, acredito que a Red Bull tenha o melhor carro do ano, mas resta saber como será o rendimento dos motores Renault, que ainda são mais lentos que a concorrência. Christian Horner está tentando junto a FIA, uma autorização para quê a montadora francesa consiga alterar algumas configurações, e assim ter um ganho de rendimento e confiabilidade. É notória a pressão da equipe austríaca em cima da Renault, e fazem campanha contra a regra de congelamento de motores, ou seja, não querem que nada atrapalhe a equipe pela disputa dos dois títulos da temporada. Se Vettel conseguir controlar seu ímpeto e não cometer tantos erros, é forte candidato a vencer o embate.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Renault: Robert Kubica vs. Vitaly Petrov.


11. Robert Kubica:

O polonês retorna para equipe que lhe deu a primeira oportunidade na F-1, pois fazia parte do programa de jovens pilotos da montadora francesa. Posteriormente, foi acolhido pela BMW para ser piloto de testes, até virar titular, quando substituiu Jacques Villeneuve no time alemão, no GP da Hungria de 2006. Teve uma ótima passagem pela equipe Bávara, chegando a sua primeira vitória em 2008 e lutando pelo título até as últimas provas. Em 2009, Kubica sofreu com um carro problemático, mas mesmo assim, conseguiu bons desempenhos em algumas pistas. Piloto veloz, corajoso e competente Robert Kubica chega à equipe Renault em um momento de muitas mudanças. Mas terá todo o respaldo da equipe, pois todos confiam no potencial do polonês.

12. Vitaly Petrov:

Vice-campeão da GP2 em 2009, o primeiro piloto russo na Fórmula-1, foi disputado por várias equipes, não necessariamente por seu talento, mas sim, pelo incentivo financeiro que o acompanhava. Então, os novos dirigentes da equipe francesa, conseguiram fechar com o piloto. Apesar de Petrov ter comprado uma vaga na equipe, demonstra muito empenho e pode aparecer bem em 2010. Resta saber, o quê o carro francês pode oferecer!


Depois de muitas incertezas, a Renault continuará na F-1, fechou acordo com um grupo de investidores, para assim, dar continuidade aos trabalhos na categoria, mas vendeu a maioria de suas ações para os novos acionistas, que assumiram o controle e buscam reerguer toda estrutura organizacional nessa nova fase. E de se esperar que Robert Kubica tenha toda atenção da equipe nesse recomeço. E o mesmo será de suma importância para os planos de Enstone

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

RED BULL RENAULT RB6


A austríaca Red Bull apresentou seu bólido para esta temporada, no circuito de Jerez de la Frontera, na Espanha. Já que o carro de 2009, o RB5 influenciou bastante os outros times para conclusão de seus desenhos para 2010, o sucessor dele era aguardado com bastante expectativa.

O RB6 lançado hoje, apresenta poucas novidades, quem esperava alguma revolução de Adrian Newey se decepcionou. As mudanças mais notórias estão no bico, ainda alto, mas levemente curvado. Mais robusto nas laterais, e na traseira mostra a bigorna mais integrada ao aerofólio.

No layout nenhuma mudança, continuará com os motores Renault. Vamos ver como se comportará nos treinos, primeiro com Webber.

domingo, 31 de janeiro de 2010

RENAULT R30


O segundo lançamento do dia foi da Renault com o R30. Renault, que passa por diversas mudanças internas desde que a maior parte de suas ações foi adquirida por um grupo de investidores. E talvez seja o último ano da montadora francesa na F-1 como equipe.

Na apresentação do bólido da equipe contou com a participação de uma penca de pilotos. Tinha um russo, um chinês, um polonês e um tcheco, mas, nada do Grosjean! Alguém sabe o paradeiro dele?

Quanto ao carro, também não aparenta muitas novidades, apenas um facelift do R29. Com exceção da pintura, que agora está com o predomínio do amarelo com detalhes pretos, inspirado naquela pintura comemorativa retrô, além do vermelho da Total, a principal patrocinadora até aqui.

Os testes começam amanhã, com mais equipes apresentando seus equipamentos para o campeonato de 2010.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Expectativas para 2010- as intermediárias...ou não!

Ola amigos...não estou bom para promessas. Não pude retornar tão rápido para dar o ar de minha graça, mas estava providenciando minha volta aos estudos de inglês , estudando como fazia tempo do contrário. Eu ainda aparecerei com um post aqui falando sobre minha pesquisa ou sobre a experiência em um kart...espero que ao menos essas promessas eu cumpra rsrs


Aqui vou eu com as candidatas a intermediárias, excetuando a Sauber, de que já falei antes:

- No topo delas, aposto a Williams. Com uma dupla que parece ser bem mais forte que a antiga (pudera... com o Nakajima-sushi boy...seria complicado). Rubens Barrichello vem disposto a mostrar ao mundo da F1 que é forte o bastante para levar a Williams a outros ares e mostrar que tem, ao menos, potencial para vencer na F1. A Williams vem numa escalada vista a olhos nus do ponto de vista tecnológico e aerodiâmico. Tendo um motor melhor que os Toyota, antes fortes, agora fraquíssimos, a equipe já prometeu um carro mais arrojado aerodinamicamente e os testes com o Cosworth são claramente feitos para os Williams. Claro, ponte perfeita para os Cosworth resgatarem sua dignidade em uma equipe de respeito. Pelas últimas declarações, podemos pensar, talvez, em um carro menos gastador do que se imaginava, pq pela potência os dinamômetros acusaram uma das altas...Ver para crer.

Em categoria de aprendizado, um Hulkenberg que promete dar trabalho. Desde a primeira vez que ouvi falar dele, e de quem o gerencia,pensei o seguinte: esse é um cara que vai dar trabalho... Estava certo. Willi Weber nao dá uma fora. O que, por uma lado, é ótimo para Rubens (que vai ter alguém bom para empurrá-lo) como para a Williams.

- Renault: O companheiro d eKubica deve ser Petrov. Um vice-campeão russo, cheio de petro-dólares e euros e todasa as moedas do leste europeu que ainda não sejam euros...tem jeito não. Duvido que seja outro; vai ser interessante ver Kubica puulverizar um companheiro de equipe de um país que historicamente tem problemas com a Rússia. Vide pan-eslavismo e expansão do comunismo...o Liberdade como resistência anti-comunista?

Fora isso, o desenvolvimento do carro é um mistério. O q não é mais mistério é que teremos uma empresa por detrás da Renault F1 Team, com um diretor de equipe manjado e não-pnc*,

Candidata ao meio do time por vocação.

-Mais atras, elejo a Force India. Tem o Sutil, o aporte da Maclaren e tem mais atenção do governo indiano, por conta da corrida em 2011... Liuzzi precisa mostrar a que veio...mais uma vez. E torço muito para que Paul di Resta consiga uma chance p/ correr. Ele é bão. A equipe de Vijay pode dar trabalho em alguns circuitos novamente e angariar alguns pontinhos, provavelmente com o Sutil, se ele deixar de ser Mansell da época da Lótus...

- No limiar, a Toro Rosso: o emo Alguersuari vai ser menos ruim, mas não dá p/ estar na F1. Não ainda. Precisa ainda passar pela GP2. Tem um cara como o Parente aí disponível...e eles persistem num programa de jovens talentos imposto pela Red Bull. Buemi é o que ainda vai salvar a equipe; O carro sendo feito pela própria Toro Rosso...sei não...candidata a Minardi. Ops...veio dela.

Em breve, espero, o post das favoritas.