Os escritores que aceleram neste blog

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acompanho a F1 desde 1994. por vezes o estranhamento choca e traz interesse. gosto de história desde 2002. bons professores trazem a tona paixões que pareciam subexistir. sou Ridson de Araújo, tenho 21 anos, faço História na Universidade Federal do Ceará.

A Redação

Este blog foi criado no intuito de divulgar, publicizar opiniões caladas e pesquisas que em geral não tem o devido espaço que (acreditamos) merecem. A iniciativa foi de Ridson de Araújo, e agora contará com colaboradores. Cada pessoa que se encontra aqui na redação tem o potencial como várias outras pessoas que tem/não tem internet, de pensar e agir. Duas paixões e duas escolhas: História(s) e Velocidade.

O blog, na verdade: é de todos.

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domingo, 26 de dezembro de 2010

A volta do suíço ao comando: BMW Sauber Ferrari.


Depois de quatro anos sob domínio da BMW. A temporada de 2010 marcou o retorno de Peter Sauber como chefe e dono da equipe, após a desistência da montadora alemã, que resolveu abandonar a categoria, abruptamente, no final de 2009. E esse retorno não foi fácil, como a BMW não havia inscrito o time de Hinwil para participar da temporada 2010, pois não apareceu nenhum comprador em potencial para o mesmo. Peter Sauber convenceu a cúpula da montadora a lhe reaver o time, mas mesmo assim, teve que aguardar uma permissão oficial da FIA para confirmar a participação da BMW Sauber na temporada deste ano. E por essa indefinição a obtenção de novos acordos com patrocinadores foi quase nula.


Dispondo da verba deixada pela BMW, e de alguns meros patrocínios, Peter Sauber começou a remontar a equipe, foi hábil em trazer o destemido e arrojado piloto japonês Kamui Kobayashi para seu lado. Surpreendentemente, optou pelo espanhol Pedro de la Rosa, experiente piloto de testes, para a segunda vaga, já que o mesmo viria com alguma verba. Como a BMW não quis mais fornecer motores, Peter foi atrás da Ferrari, antiga parceira, para empurrar seus carros em 2010. Nos testes de pré-temporada o então C29 se mostrou rápido, mas era uma incógnita.




As primeiras etapas foram bem frustrantes para Peter Sauber, o mau rendimento do C29 aliado a uma série de quebras no motor, somado com alguns acidentes impediram os pilotos do time de finalizassem as corridas. Após a saída do diretor técnico Willy Rampf que contava com dez anos de casa. Peter Sauber foi certeiro em contratar James Key para substituir Willy. Key chegou à BMW Sauber em meados de Abril, credenciado pelo excelente trabalho nos dois últimos bólidos da Force India. As atualizações promovidas pelo novo diretor técnico no C29 funcionaram e a equipe começou a pontuar regularmente, especialmente, com Kobayashi. Ao mesmo tempo a Force India entrava em declive no mundial.


A equipe terminou a temporada em alta, e em muito, pelas as ótimas atuações do japonês voador. Para 2011, a Sauber que volta a ter seu nome original, assim como as estatísticas, terá como principal patrocinador a gigante mexicana das telecomunicações Telmex. E por influência da organização de Carlos Slim, o piloto mexicano Sergio Pérez foi confirmado como companheiro de Kamui Kobayashi na Sauber-Ferrari, além de outro mexicano Esteban Gutiérrez como terceiro piloto. Agora, com um aporte financeiro garantido para as próximas temporadas, é esperado que o time Hinwil tenha um salto de qualidade a partir 2011, já que, o C30 próximo bólido do time, será o primeiro projeto de James Key inteiramente na Sauber.


  • Posição: 8º
  • Pontos: 44
  • Nação: Suíça.




Seus Pilotos:

22. Pedro da la Rosa

Bastante conceituado como piloto de testes, o espanhol ganhou uma nova chance de piloto titular no regresso de Peter Sauber, que contou com sua experiência para ajudar no desenvolvimento do C29. Pedro conseguiu equilibrar a disputa com Kobayashi nas classificações, mas em ritmo de corrida foi batido, constantemente, pelo japonês que soube contornar melhor as limitações do carro. Claro que De la Rosa foi abalroado em alguns acidentes, e foi o mais prejudicado pelas quebras no motor Ferrari. Entretanto, esses argumentos não conseguiram mantê-lo na equipe após Monza.

  • Posição: 17º
  • Pontos: 6

22. Nick Heidfeld

O alemão chegou para substituir Pedro de la Rosa nas cinco últimas corridas do ano, e foi bem, também não acompanhou o ritmo de Kamui, mas foi mais efetivo. Conseguiu os mesmo seis pontos do espanhol nessa curta e nova passagem pela equipe suíça. Entretanto, não conseguiu um lugar em 2011. Infelizmente, esse ótimo piloto, nunca esteve no lugar certo, na hora certa. Uma pena!

  • Posição: 18º
  • Pontos: 6


23. Kamui Kobayashi

Esse jovem japonês foi abraçado pelo macaco velho, Peter Sauber, credenciado pelas excelentes atuações nas duas últimas provas de 2009, pela extinta Toyota. Após um início difícil, onde passou a ser contestado com alguns erros e muitas quebras, Kamui foi evoluindo de rendimento, assim, como o C29. Suas atuações movidas por muito arrojo e determinação, alçaram Kobayashi a novo ídolo da F-1. Seu jeito simpático e cheio de humor fora das pistas contrasta com a agressividade e empenho nas ultrapassagens, vide Valência e Suzuka. Terminou 2010 como um dos destaques, e os que apostaram nele, se deram bem, agradece Peter Sauber!

  • Posição: 12º
  • Pontos: 32

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Sauber definida para 2011.


Para quem pensava que, com a vinda de Nick Heidfeld para a Sauber ainda em 2010, seria um prenúncio de uma continuidade do alemão no time suíço em 2011, se enganou! No início da semana Peter Sauber confirmou sua dupla de pilotos e o novo patrocinador para a próxima temporada.


A equipe que volta a ter seu nome original em 2011, e terá como principal patrocinador a gigante mexicana das telecomunicações Telmex. E por influência da organização de Carlos Slim, o piloto mexicano Sergio Pérez foi confirmado como futuro companheiro de Kamui Kobayashi na Sauber-Ferrari, o japonês já havia sido confirmado anteriormente.


Sergio Pérez que atualmente é o vice-campeão da GP2, sempre foi apoiado pela Telmex, e se juntará ao outro mexicano do time, Esteban Gutiérrez, confirmado como piloto de testes e que recentemente sagrou-se campeão da GP3.


Agora, com um aporte financeiro garantido para as próximas temporadas, é esperado que o time Hinwil tenha um salto de qualidade a partir 2011, já que, o C30 próximo bólido do time, será o primeiro projeto de James Key na equipe. Key que chegou à Sauber no meio dessa temporada, e foi o principal responsável pelo ganho de performance do C29 no atual campeonato.


Assim, Peter Sauber pode depositar sua fé nas atuações de Kamui Kobayashi, pois, Sergio Pérez, primeiro estreante confirmado para a próxima temporada, será uma incógnita.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

O bom filho à casa torna.


No começo do ano quando Peter Sauber reassumiu o controle de sua equipe junto à BMW, e todos esperavam que ele mantivesse Nick Heidfeld no time, já que, o alemão havia sido preterido para vaga de piloto titular na Mercedes-Benz com o retorno de Michael Schumacher. Ficando assim, livre para permanecer no time suíço, mas Sauber escolheu o espanhol Pedro da la Rosa para ser o companheiro do japonês Kamui Kobayashi.


Quando questionado pela não continuidade do piloto alemão, Peter Sauber limitou-se a dizer que queria ver mudanças no time e tentar algo novo. E Heidfeld acabou mesmo ficando de fora do grid de 2010, tendo que se contentar com a ilusória vaga de terceiro piloto da Mercedes-Benz.


No mês passado o germânico foi “liberado” pela Mercedes e fechou um acordo com a Pirelli para ser o piloto responsável, em conduzir as baterias de testes, nos preparativos dos italianos que voltam à F-1, para substituir a Bridgestone como a nova fornecedora de pneus da categoria a partir 2011.


Entretanto, Nick testará pela segunda e última vez com os pneus da fabricante italiana nesta sexta-feira, 17/09, no circuito de Jerez de la Frontera. Heidfeld teve que abdicar do cargo, pois, foi confirmado como “novo” piloto da escuderia de Hinwil para as últimas cinco provas desta temporada por Peter Sauber, substituindo Pedro de la Rosa, aquele mesmo que tomou seu lugar no início do ano.


É uma pena para Pedro de la Rosa que se torna o segundo piloto a ser substituído nessa temporada, o primeiro foi o indiano Karum Chandhok, que perdeu seu lugar de titular na neófita Hispania para os ienes de Sakon Yamamoto.


Além de ser um ótimo piloto, Nick Heidfeld já era bastante especulado para uma vaga de piloto titular em 2011, por sua ligação e conhecimento com a Pirelli, mas isso se tornou pouco relevante com o anúncio de sua ida para BMW Sauber ainda esse ano, deixando o impossibilitado de finalizar todos os testes com os novos pneus, conseqüentemente, suas informações sobre a nova borracha se tornará limitado. Com isso a atenção dos times deve se voltar para o novo piloto que venha assumir o posto deixado pelo alemão.


Nick Heidfeld não merecia ter ficado de fora do grid de 2010, e então, que seja bem-vindo. O piloto alemão tem cinco corridas para assegurar uma vaga em 2011.

domingo, 25 de abril de 2010

Fornecimento de Motores.


Reconhecidamente, desde 2007 a Mercedes-Benz tem o melhor motor da Fórmula-1, e em 2010 não há perspectiva de mudança, perante o domínio das usinas de Stuttgart tanto em potência como em confiabilidade. É o principal trunfo para o sucesso das três equipes que são abastecidas com seus propulsores: Seu próprio time, a McLaren e a Force India.


Esse domínio da Mercedes pode ser explicado, em parte, pela imposição da controversa regra de congelamento no desenvolvimento dos motores. Que teve seu início em 2006 com adoção dos motores V-8 em substituição aos V-10 e que deve vigorar até o final de 2012. Em 2009 a FIA também impôs às equipes a utilização de 8 motores para cada carro por temporada.


Atualmente a Fórmula-1 conta com apenas com 4 fornecedoras de motores para as 12 equipes do mundial. Comparando com 2008, por exemplo, onde havia 6 fornecedoras para as 11 equipes que iniciaram o campeonato.


A crise econômica mundial, e a conseqüentemente busca por redução de custos, as incertezas dos mercados e os decepcionantes resultados de algumas marcas, fizeram com que Honda, Toyota e BMW deixassem a categoria, além de barrar a entrada de novas pretendentes. A chegada da Cosworth vencedora de uma concorrência realizada por Max Mosley por motores com melhor custo-benefício, tendo como público-alvo as equipes privadas, e principalmente os times novatos.


Lotus, Virgin e Hispania ainda sofrem pela inexperiência, mas a Williams que também optou pelos motores ingleses, e mesmo com um bom chassi, tem tido um desempenho apenas razoável, deixando claro que carece de força para empurrar seus carros, e é algo que não deve mudar tão cedo, ou seja, foi um tiro no pé!


A Renault que quase abandonou a F-1 em 2010, entretanto, foi salva por um grupo de investidores e tem surpreendido até o momento, mas ainda sim, atrás dos alemães. Além do seu time, os franceses conseguiram manter a Red Bull como cliente. Se bem que o time de Dietrich Mateschitz não tinha muitas opções mesmo.


A Ferrari é a organização que mais têm apresentado problemas com a regra de congelamento dos propulsores. Suas usinas têm potência comparável à Mercedes, mas consomem mais gasolina e peca, e muito, pela confiabilidade, algo evidente esse ano. Os motores italianos também empurram os carros da Toro Rosso e do time de Peter Sauber que, aliás, tem sido o maior prejudicado pelas constantes quebras do motor Ferrari.


Os italianos haviam declarado que não estavam preocupados com a deficiência de seus motores, pois se tratava de um caso isolado, mas voltaram atrás e pediram autorização a FIA para fazer alterações nos mesmos, pois identificaram o problema, mais precisamente nas válvulas pneumáticas.


Acredito que essas regras não afetaram as disputas, nem as velocidades dos carros, mas é prejudicial, pois não há atrativos para a entrada de novas fabricantes que queiram apenas fornecer motores e não montar equipes como fizeram e fracassaram BMW, Honda e Toyota. E não há nenhuma garantia das que ainda permanecem. A FIA e a FOTA precisam rever isso o mais breve possível, e não esperar até 2013.

sábado, 6 de março de 2010

Sauber: Pedro de la Rosa vs. Kamui Kobayashi.


22. Pedro de la Rosa:

Depois de pós-graduado como piloto de testes, o espanhol Pedro de la Rosa ganha uma nova chance de ser titular. Ausente desde 2006, quando substituiu o demissionário Juan Pablo Montoya, na McLaren. Retorna, a convite de Peter Sauber, que voltar a gerir o time depois da debandada da BMW. Seu ponto forte é o conhecimento técnico, onde tem grande experiência no desenvolvimento dos bólidos. Seu ponto fraco, pelo menos no início do mundial, o ritmo de corrida, mas deve se sair bem ao longo da temporada. Aos 39 anos tem sua grande oportunidade.

23. Kamui Kobayashi:

Bastou duas corridas para o japonês Kamui Kobayashi torna-se um ídolo. Disputou as duas últimas corridas de 2009, pela Toyota, em substituição a Timo Glock que estava machucado. E o jovem piloto aproveitou muito bem a oportunidade, com uma luta petulante contra Jenson Button em Interlagos. E autor de uma bela ultrapassagem sobre o campeão de 2009 em Abu Dhabi. Mas, com a desistência da Toyota, Kamui se viu sem vaga para correr em 2010. E eis que surge Peter Sauber, macaco velho, que fecha contrato com o arrojado e destemido piloto. Aos 23 anos Kobayashi passou à condição de estrela das pistas em 2010.


Nesse regresso, Peter Sauber optou por pilotos que nunca haviam trabalhado com ele, daí a negativa a Nick Heidfeld, apesar de ótimo. Seguiu a receita de outros times, ao aliar um piloto jovem e talentoso, com outro técnico e experiente. Espera-se que a juventude de Kamui se sobressaia no embate entre os dois concorrentes da Sauber Ferrari.

domingo, 2 de agosto de 2009

Segunda-feira: Um dia daqueles! F1 tomando novos rumos

Recomeçar



Começarão as aulas da faculdade, as aulas escolares, o dia de semana de trabalho. E os rumos da F1 também parecem tomar novos rumos.






A saída da BMW pareceu desleixo da montadora com o esporte. E foi . Mas não foi só isso. Foi o prenúncio do Pacto de Concórdia, e a certeza de que a montadora não teria condições de se manter no espetáculo sambando por muito tempo. As expctativas sobre a iminente rendição da Renault, que assinou o Pacto, contrastam opiniões: a Renault aguenta o tranco e não recebe a enorme multa rescisória por quebra de contrato ou ela quebra os trancos, rola nos barrancos e fim de papo para Grosjean, para os planos da equipe em atrair recursos do mercado francês.


Não só a isso, seria mais uma possibilidade de vaga para outros interessados em ingressar no espetáculo.


O direcionamento dos acontecimentos últimos dos bastidores da F1 foi até necessário para reavivar os interesses pela categoria em tempos de férias. É a "silly season", ou mais conhecida como temporada de especulações. Pilotos, equipes, marcas, patrocínios. Um exercício complexo de gestão mercadológica que a categoria vem passando cada vez mais a cada temporada, confundindo a todos (e sem dúvida colocando questionamentos e suscitando debates).






O mais recente dos rumores, e sem dúvida um dos mais simpáticos até, é de que SuperNova e Piquet Sports, duas equipes da GP2, estariam interessadas em se fundir para conseguir comprar o espólio da Sauber, sem dúvida com o suíço como parte importante do processo.




Piquet F1(?)


O nome de Piquet na conversa seria para salvar a carreira do filho, e carregá-lo em seus carros, como por muito tempo na carreira dele o fez. Talvez. Mas Piquetzão teria saído fora da GP2 após o ingresso do filho na categoria máxima. Não o fez. Piquet nunca foi bobo, sempre gerenciou sua carreira com muita maestria (talvez não nas escolhas enquanto piloto, por equipes), mas criando uma empresa responsável para angariar dinheiro para alavancar sua carreira pessoal é sem dúvida prova do que Nelson Piquet é capaz. Além disso, seu nome tem peso, conseguiria atrair investimentos e escolheria pilotos capazes de dar suporte a isso, como fez com Roldan Rodriguez; um piloto razoável com patrocínio gordo.






Todavia, o ingresso de um nome Piquet F1 na categoria não apenas é complicado, é até sem sentido. Pelo menos em condições normais. Lembrar que tem inúmeras competidoras pelas vagas remanescentes nessa extrema renovação da F1 que ficaram chupando o dedo. Inclusive uma equipe sérvia, desconhecida,a Stefan GP, entrou com uma ação contra a FIA pedindo a anulação da escolha das novas equipes. E isso automaticamente anula o Pacto da Concórdia.
Aqui no Historias e Velocidade, lembramos especialmente da Epsilon Euskadi, que era uma das mais cotadas para assumir uma das três vagas, e que veio publicamente reclamar esse "direito" de assumir a vaga da BMW assim que a notícia de abandono surgiu. A Epsilon Euskadi tem nome difícil, mas uma sólida carreira de construtora em categorias de base, e tem os equipamentos e funcionários necessários para ingressar na categoria. Ele ainda tem mais capital garantido que a Prodrive e a USF1, junto com a primeira, ficaram de fora, "cedendo" lugar para uma razoável Campos e uma escrota Manor, que só está lá pela politicagem que acontece na FIA, numa ligação direta com Mosley e a Wirth Research.
Levantei em comentários por blogs amigos e aqui mesmo, junto com leitores deste blog, da possibilidade de uma parceria entre Sauber e o grupo basco. Uma parceria que seria bem concreta, e que com certeza traria no mínimo boa qualidade para esse novo grid, que é o que aparentemente mais está em falta.
O mercado de pilotos (?)
Se o mercado de equipes é uma inconstante absurda, avalie o mercado de pilotos. Uma incerteza paira sobre as equipes que assinaram La Concorde. Uma incerteza que pode tomar contornos mais dramáticos que os da pré-temporda deste ano. Brawn afirmou recentemente o interesse de manter a dupla de pilotos, o que traria nova vida à carreira de Barrichello, mas ninguém garante que o piloto ainda deseje estar nela, que a Brawn será uma boa opção e que ele estará nela próximo ano. Os contatos com novas equipes têm de levar em consideração mais do que nunca a experiência para balancear com novidades, uma vez que dessa vez se espera uma enxurrada de novos pilotos se inserindo principalmente nas equipes novas, que em muitos casos são de base.
Um nome nessa leva me chama a atenção: e Bruno Senna? Foi uma boa escolha esnobar a GP2, categoria que ele nem mesmo chegou a ser campeão.
É. O Pacto da Concórdia não poderia ter entrado em momento mais discordante. Tô começando a realmente me divertir com isso.