Os escritores que aceleram neste blog

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acompanho a F1 desde 1994. por vezes o estranhamento choca e traz interesse. gosto de história desde 2002. bons professores trazem a tona paixões que pareciam subexistir. sou Ridson de Araújo, tenho 21 anos, faço História na Universidade Federal do Ceará.

A Redação

Este blog foi criado no intuito de divulgar, publicizar opiniões caladas e pesquisas que em geral não tem o devido espaço que (acreditamos) merecem. A iniciativa foi de Ridson de Araújo, e agora contará com colaboradores. Cada pessoa que se encontra aqui na redação tem o potencial como várias outras pessoas que tem/não tem internet, de pensar e agir. Duas paixões e duas escolhas: História(s) e Velocidade.

O blog, na verdade: é de todos.

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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

De novo, Liuzzi!

Depois de dispensado da Toro Rosso no final da temporada de 2007. E eis que, novamente, o italiano Vitantonio Liuzzi fica de fora da F-1, ele até tinha contrato assinado com a Force India para correr em 2011, mas...

O time de Vijay Mallya anunciou hoje a sua nova trinca de pilotos para temporada 2011 da F-1. O escocês Paul di Resta foi efetivado e fará sua estréia como piloto titular no lugar do italiano. Já Adrian Sutil continuará na equipe por mais uma temporada, mesmo a contra gosto, já que, vive se oferecendo para outras equipes a cada entrevista que cede. O cargo de piloto reserva na equipe indiana será de outro alemão, Nicolas Hulkenberg, que correu ano passado pela Williams.

Paul di Resta é o atual Campeão do DTM, pela equipe oficial da Mercedes-Benz, aliás, ele conciliava as duas categoria em 2010, visto que, exercia a função de terceiro piloto na equipe indiana, e por vezes, assumia um dos carros do time nos treinos livres da sexta-feira, sempre causando uma boa impressão. Nos bastidores já era dada como certa sua estréia em 2011, pela Force India, com aval da Mercedes-Benz que é a fornecedora de motores da equipe.

Di Resta é o quarto novato confirmado em 2011, e o mais credenciado, uma bela aposta! Com o anúncio oficial da Force India, resta apenas uma vaga para temporada 2011. O cobiçadíssimo cockpit da Hispania, onde deve ser decido no tapa para ver quem será o companheiro de Narain Karthikeyan na equipe espanhola.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Dura realidade: Mercedes-Benz.




Com o sucesso estrondoso da Equipe Brawn, Campeã de Pilotos e Construtores em 2009, no qual, a Mercedes já era fornecedora de motores. Os alemães compraram 75,1% das ações do time, e encerraram a sociedade com a McLaren, vendendo suas ações de volta ao time inglês. E assim, o sonho encantado de Ross Brawn durou apenas uma temporada.


A última participação dos alemães com equipe própria foi em 1955, este retorno em 2010 trouxe algumas surpresas e várias decepções também. Como esperado Norbert Haug, homem-forte da Mercedes na F-1 juntou-se ao time. Ross Brawn foi mantido como chefe, já era sabido que o piloto alemão Nico Rosberg já tinha assinado contrato para ser companheiro de Jenson Button.


Mas a repentina saída do atual Campeão para a McLaren não era esperada. Button que já havia procurado a Red Bull, antes de fechar com o time de Ron Dennis. Parece que o piloto inglês previa que o carro de 2010 não seria vencedor, nem mesmo com a chegada da Montadora de Stuttgart.


Abalada com a negativa de Jenson, Ross e Norbert ficaram sem muitas opções no mercado, e para suprir a saída do Campeão com alguém à altura, convenceram o Multi-Campeão Michael Schumacher a sair da aposentadoria de três anos, para desespero de Luca di Montezemolo, e dos ferraristas mundo afora. Montando assim uma nova esquadra alemã!




Os resultados ficaram muito aquém, o W01 não manteve o DNA de antecessor, foi apenas mediano. Ainda sim, teve algum destaque com Nico Rosberg. Michael Schumacher que se apresentou falando que lutaria pelo título, mas deve ter se arrependido na primeira vez que pilotou o carro. Nem as atualizações promovidas no bólido, no decorrer da temporada ajudaram. E restou a equipe Campeã de 2009, o quarto lugar em 2010, sem vitórias. Venceu o duelo contra Renault, pois o segundo piloto do time francês pouco contribuiu.


A pressão por resultados em 2011 está enorme. A Daimler já cobrou publicamente resultados, ou serão os próximos a deixarem a categoria!

  • Posição: 4º
  • Pontos: 214
  • Pódios: 3
  • Voltas na Liderança: 16
  • Nação: Alemanha.


Seus Pilotos:

3. Michael Schumacher.



Uma das maiores decepções do ano. Definitivamente a pior temporada de sua carreira. Voltou criando a expectativa de um oitavo título, mas três anos de inatividade pesaram muito para o Heptacampeão! Um novo regulamento, pneus totalmente diferentes de seu gosto e estilo. Sem testes ilimitados, não pôde aprimorar o bólido ao seu jeito, em um carro que não foi feito para ele, mesmo a equipe efetuando mudanças para ajudá-lo. E ainda teve gente que dizia que ele estava se divertindo! Finalizou o ano próximo de Rosberg, e deixou claro que ainda é um piloto extremamente competitivo, mesmo aos 41 anos. Chegando ao exagero em disputas contra Barrichello, Massa e Heidfeld. Em 2011, veremos se valeu a pena deixar de ser uma unanimidade para os tifosi.

  • Posição: 9º
  • Pontos: 72

4. Nico Rosberg.



Esse calou a boca de muita, mas muita gente mesmo. Só para se ter uma idéia, acumulou quase o dobro de pontos que o companheiro. Previram um massacre, e acertaram, só erraram de quem! Discretamente, Rosberg se impôs na Mercedes, procurou fazer seu trabalho e ignorou Schumacher. Não venceu nenhuma corrida, mas foi o responsável pelos melhores resultados do time no ano. Ganhou respeito e admiração nessa que foi sua melhor temporada. Assim como Kubica, provou que só lhe falta, apenas, um carro vencedor. Vem fortalecido para a próxima temporada, será Rosberg o responsável em reaposentar Schumacher?

  • Posição: 7º
  • Pontos: 142
  • Pódios: 3
  • Voltas na Liderança: 16

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Do ótimo começo, à queda no final: Force India Mercedes-Benz.


Depois que fechou parceria técnica com a Mercedes-Benz e com a McLaren, a partir de 2009, o time de Vijay Mallya vinha em franca ascensão desde a temporada passada, quando conseguiram pole, melhor volta e pódio em sua segunda temporada na categoria.


E o time indiano começou muito bem 2010, com um carro bem acertado e rápido, freqüentando o Q3 regularmente, e marcando pontos com seus dois pilotos. Entretanto, a Force India teve vários problemas fora das pistas, que resultaram na queda de rendimento do meio da temporada para o final.


Vijay Mallya esteve envolto com problemas tributários na Inglaterra, além de uma batalha judicial contra Aerolab e Mike Gascoyne ex-diretor da equipe, pela qual, Mallya perdeu. A Force India ainda foi indiciada por quebra de contrato com alguns pilotos.


Devido aos bons rendimentos na temporada passada, e no início desta, seus profissionais se valorizaram, e passaram a receber propostas de outros times da F-1. E na demorou muito para o talentoso James Key, diretor técnico e responsável pelo projeto dos carros do time indiano fosse para o lado de Peter Sauber, antes do meio da temporada. Sem contar, outros três renomados profissionais que deixaram a Force India para trabalhar com Mike Gascoyne na Lotus Racing, no decorrer da temporada de 2010.


Com isso o time não conseguiu mais desenvolver o bólido adequadamente, o desempenho do carro retrocedeu. Tanto que acabou sendo alcançada e superada pela Williams na tabela de construtores. Apesar dos pesares, a Force India teve um ano razoável, e se solucionar seus problemas internos e externos promete dar trabalho em 2011, visto que atualmente seus cockpits são cobiçados por vários pilotos.

  • Posição: 7º
  • Pontos: 68
  • Nação: Índia

Seus Pilotos.


14. Adrian Sutil


O alemão esteve mais centrado em 2010, apresentou bons rendimentos enquanto o carro esteve bem. Foi forte nas classificações e evoluiu no ritmo de corrida, superando seu companheiro até com certa facilidade, ou seja, se valorizou, até teve torcida para sua ida para uma equipe de ponta, algo que ele almeja muito, apesar do time indiano estar de bom tamanho para o mesmo. Entretanto, apesar de ter errado menos em 2010, Sutil teve algumas aparições sofríveis, no GP da Coreia do Sul, por exemplo, foi uma das piores apresentações de sua vida. Deve permanecer na equipe em 2011.


  • Posição: 11º
  • Pontos: 47


15. Vitantonio Liuzzi


O italiano teve uma nova chance em 2010, como piloto titular. Apresentou-se bem no início do campeonato, especialmente, nas duas primeiras etapas Bahrein e Austrália, respectivamente, depois só voltou a aparecer com um bom resultado na Coreia do Sul. Foi sumariamente batido por Adrian nas classificações e não obteve nem metade dos pontos que o companheiro conseguiu no ano. Esperava-se mais de Liuzzi! Tem contrato assinado para 2011, com opção de mais um, com a equipe indiana, mas devido ao seu fraco desempenho nesta temporada, aliada aos cortejos de outros pilotos por sua vaga, corre o risco de ficar de fora.


  • Posição: 15º
  • Pontos: 21

domingo, 5 de dezembro de 2010

Campeonatos... Falta o de motores!


A Fórmula-1 sempre exaltou o Campeão de pilotos, mesmo com o surgimento do campeonato de Construtores, que passou a vigorar a partir de 1958, este, sempre ficou em segundo plano. Vide a maior comemoração que a Red Bull fez com o título de Sebastian Vettel, em Abu Dhabi, com relação ao próprio título de Construtores que foi assegurado time austríaco antecipadamente no Brasil.

Interessante notar, como esse ano, isso ficou mais claro. O foco principal é pelo o título de pilotos, e o de Construtores é tido apenas como uma conseqüência. Em recente declaração do novo chefe da Porsche, Matthias Mueller, questionado sobre a possibilidade da entrada do Grupo Volkswagen-Porsche na categoria, o mesmo fez referência a esse assunto.


“A F-1 é um campeonato mundial de pilotos, com um foco nos patrocinadores e nas montadoras apenas secundário. Para nós, é uma clara desvantagem. A segunda desvantagem para um investimento a longo prazo é a incerteza das regras no futuro”


E para mudar esse panorama, bem que Fórmula-1 poderia promover também um campeonato de motores, como forma de atrair novos fornecedores de unidades de força, além de mais patrocinadores e mudar esse quadro de apenas quatro fabricantes. O atual regulamento que congelou o desenvolvimento dos motores também emperra a possível entrada de novas empresas.


E as novas regras dos motores a serem implantadas em 2013, visando maior economia de combustível e com apelo ambiental, conforme o nosso amigo Marcelonso, do Blog do Marcelo.


Um Campeonato de motores até já foi cogitado por Bernie Ecclestone, dono da FOM, tempos atrás, quando as montadoras começaram a investir maciçamente na categoria, mas logo a idéia foi deixada de lado. Um novo campeonato geraria mais premiações em dinheiro por parte da FOM, e conhecendo Bernie...


Em 2010, através da Red Bull, a francesa Renault assegurou os títulos de Construtores e Pilotos. Sendo sua 9º conquista de Construtores e a 8º de Pilotos. Mas, se já houvesse um campeonato de motores a campeã da temporada 2010 teria sido a alemã Mercedes-Benz que marcou mais pontos com as três equipes que competiram com seus propulsores.


McLaren, Mercedes e Force India finalizam em 2º, 4º e 7º respectivamente. A Renault contou apenas com duas equipes Red Bull e Renault, 1º e 5º lugares respectivamente. A Ferrari somou pontos com BMW Sauber e Toro Rosso, 3º, 8º e 9º lugares respectivos. A Cosworth só pontuou com a Equipe Williams que terminou o campeonato em 6º. Eis a pontuação abaixo:


  1. Mercedes-Benz (GER); 736 Pontos
  2. Renault (FRA); 661
  3. Ferrari (ITA); 453
  4. Cosworth (ENG); 69


A Porsche já deu seu recado, resta a FOM e a FIA se unirem para atrair mais montadoras, não para montar equipes como aconteceu nesta década, mas para fornecimento de motores e novas tecnologias.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Todos iguais no fornecimento de motores.


A Fórmula-1 terá um grid bem equilibrado, quanto ao atendimento, no fornecimento de motores para as equipes na próxima temporada. Com o anúncio de Tony Fernandes, confirmando que sua equipe deixa de receber os propulsores da Cosworth e passa a ser impulsionada pelos motores franceses da Renault em 2011.


Com isso, as quatro fornecedoras atuais: Mercedes-Benz; Renault; Ferrari e Cosworth terão 25% do grid cada, ou seja, cada fabricante será representado por três equipes.


RENAULT:

  1. Red Bull;
  2. Renault (Genii);
  3. Lotus (Air Asia);

MERCEDES-BENZ:

  1. McLaren;
  2. Force India;
  3. Mercedes GP

FERRARI:

  1. Toro Rosso;
  2. Sauber;
  3. Ferrari;

COSWORTH:

  1. Williams;
  2. Hispania;
  3. Marrusia Virgin;

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

O bom filho à casa torna.


No começo do ano quando Peter Sauber reassumiu o controle de sua equipe junto à BMW, e todos esperavam que ele mantivesse Nick Heidfeld no time, já que, o alemão havia sido preterido para vaga de piloto titular na Mercedes-Benz com o retorno de Michael Schumacher. Ficando assim, livre para permanecer no time suíço, mas Sauber escolheu o espanhol Pedro da la Rosa para ser o companheiro do japonês Kamui Kobayashi.


Quando questionado pela não continuidade do piloto alemão, Peter Sauber limitou-se a dizer que queria ver mudanças no time e tentar algo novo. E Heidfeld acabou mesmo ficando de fora do grid de 2010, tendo que se contentar com a ilusória vaga de terceiro piloto da Mercedes-Benz.


No mês passado o germânico foi “liberado” pela Mercedes e fechou um acordo com a Pirelli para ser o piloto responsável, em conduzir as baterias de testes, nos preparativos dos italianos que voltam à F-1, para substituir a Bridgestone como a nova fornecedora de pneus da categoria a partir 2011.


Entretanto, Nick testará pela segunda e última vez com os pneus da fabricante italiana nesta sexta-feira, 17/09, no circuito de Jerez de la Frontera. Heidfeld teve que abdicar do cargo, pois, foi confirmado como “novo” piloto da escuderia de Hinwil para as últimas cinco provas desta temporada por Peter Sauber, substituindo Pedro de la Rosa, aquele mesmo que tomou seu lugar no início do ano.


É uma pena para Pedro de la Rosa que se torna o segundo piloto a ser substituído nessa temporada, o primeiro foi o indiano Karum Chandhok, que perdeu seu lugar de titular na neófita Hispania para os ienes de Sakon Yamamoto.


Além de ser um ótimo piloto, Nick Heidfeld já era bastante especulado para uma vaga de piloto titular em 2011, por sua ligação e conhecimento com a Pirelli, mas isso se tornou pouco relevante com o anúncio de sua ida para BMW Sauber ainda esse ano, deixando o impossibilitado de finalizar todos os testes com os novos pneus, conseqüentemente, suas informações sobre a nova borracha se tornará limitado. Com isso a atenção dos times deve se voltar para o novo piloto que venha assumir o posto deixado pelo alemão.


Nick Heidfeld não merecia ter ficado de fora do grid de 2010, e então, que seja bem-vindo. O piloto alemão tem cinco corridas para assegurar uma vaga em 2011.

sábado, 28 de agosto de 2010

Treino Classificatório para o GP da Bélgica 2010.


Não sei se é sorte, mas que tudo vem dando certo para Mark Webber, atualmente, isso vem. 12ª pole position da Red Bull em 13 classificações. Nem o molha e seca na pista de Spa-Francorchamps tirou o domínio da equipe austríaca nas classificações este ano.


No início do Q1 com a pista úmida, mas somente em determinadas partes do circuito. Os pilotos arriscaram sair com os pneus slicks, entretanto, Vitaly Petrov rodou, chocou-se com sua Renault contra o guard-rail, acabando ali com suas chances, e conseqüentemente, ocasionando a interrupção do treino.

Quando a sessão foi reiniciada, todos voltaram, mas novamente começou a chover em alguns setores da pista e uma nova confusão aconteceu. Desta vez, entre Di Grassi e Trulli que se tocaram e rodaram já na descida, na curva 14, atrapalhando os outros concorrentes que vinham logo depois, mas não foi preciso interromper a sessão novamente.


Depois de Petrov, foi à vez dos pilotos da BMW Sauber abandonarem o treino, já que De la Rosa e Kobayashi, quase que simultaneamente, foram parar na brita. Como a chuva atingiu quase todo o circuito, chegou à vez dos pneus intermediários darem o ar da graça. E assim houve um embaralhamento das posições, e pela primeira vez no ano, Lotus e Virgin conseguiram chegar ao Q2 com Kovalainen e Glock respectivamente.


A chuva deu um tempo no Q2 e a pista seca prevaleceu, demonstrando o verdadeiro potencial das equipes. McLaren, Ferrari e Red Bull que brigam pelo campeonato, passaram fácil para a última parte do treino com seus dois pilotos, além da Williams. Kubica da Renault e Sutil com a Force India completaram os dez classificados para o Q3.


Na decisão da pole position, Lewis Hamilton com a McLaren saiu na frente na primeira tentativa, mas logo atrás, Mark Webber conseguiu superar o tempo do piloto inglês. Logo depois, a chuva voltou a molhar parte do circuito, dificultando a melhora dos tempos. Assim, Mark Webber confirmou mais uma pole position, a 5ª do ano. Lewis Hamilton parte do segundo posto. Robert Kubica muito bem, mais uma vez, com a Renault em terceiro. Vettel em quarto. O estrategista Button garantiu o quinto lugar, aliás, os pilotos da McLaren foram os únicos que conseguiram melhorar suas posições depois da breve chuva no Q3.


Fernando Alonso, da Ferrari que era apontado como favorito para largar da posição 1, ficou apenas em décimo. Os dois pilotos da Mercedes-Benz ficaram no Q2, além do mais, ambos foram punidos: Rosberg perdeu cinco posições pela troca do câmbio, e Schumacher perdeu dez posições pela controversa disputa com Rubens Barrichello na Hungria.


Rubens Barrichello que completa 300 participações em grandes prêmios amanhã largará da sétima posição. Depois da classificação, Timo Glock, da Virgin também foi punido com a perda de cinco posições por bloquear Sakon Yamamoto, da Hispania no Q1. Já Sebastien Buemi , da Toro Rosso foi punido com a perda de três posições por ter bloqueado Nico Rosberg, da Mercedes-Benz no Q2.


A classificação foi interessante, e a corrida promete ser a melhor do ano, e com a chuva então! Já que o circuito de Spa-Francorchamps é o mais adorado e aguardado pelos pilotos. Façam suas apostas!!!


Grid de largada atualizado:

Q3

1°. Mark Webber (AUS/Red Bull Renault), 1.45.778 (21 voltas)
2°. Lewis Hamilton (ENG/McLaren-Mercedes-Benz), 1.45.863 (18)
3°. Robert Kubica (POL/Renault), 1.46.100 (19)
4°. Sebastian Vettel (GER/Red Bull Renault), 1.46.127 (23)
5°. Jenson Button (ENG/McLaren Mercedes-Benz), 1.46.206 (18)
6°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), 1.46.314 (20)
7°. Rubens Barrichello (BRA/Williams Cosworth), 1.46.602 (19)
8°. Adrian Sutil (GER/Force India Mercedes-Benz), 1.46.659 (18)
9°. Nico Hulkenberg (GER/Williams Cosworth), 1.47.053 (20)
10°. Fernando Alonso (SPA/Ferrari), 1.47.441 (21)

Q2

11°. Jaime Alguersuari (SPA/Toro Rosso Ferrari), 1.49.209 (17)
12°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India Mercedes-Benz), 1.50.980 (14)
13°. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus Cosworth), 1.47.885 (12)
14°. Nico Rosberg (GER/Mercedes-Benz), 1.48.680* (16) (Punido + 5 posições)
15°. Jarno Trulli (ITA/Lotus Cosworth), 2.02.284 (9)
16°. Sebastien Buemi (SWI/Toro Rosso Ferrari), 1.52.049* (16) (Punido + 3 posições)
17°. Kamui Kobayashi (JPN/BMW Sauber Ferrari), 2.03.612 (6)

Q1

18°. Bruno Senna (BRA/Hispania Cosworth), 2.03.941 (7)
19°. Sakon Yamamoto (JPN/Hispania Cosworth), 1.47.874 (8)
20°. Timo Glock (GER/Virgin Cosworth), 2.01.491* (16) (Punido + 5 posições)
21°. Michael Schumacher (GER/Mercedes-Benz), 1.48.267* (16) (Punido + 10 posições)
22°. Pedro de la Rosa (SPA/BMW Sauber Ferrari), 2.05.294 (6)
23°. Lucas Di Grassi (BRA/Virgin Cosworth), 2.18.754 (5)
24°. Vitaly Petrov (RUS/Renault), Sem tempo.

domingo, 25 de julho de 2010

Grande Prêmio da Alemanha 2010.


Quem acompanha a Fórmula-1 há bastante tempo, não deve estar surpreso com o resultado de hoje. Convenhamos que os torcedores e os pilotos da Ferrari sabem de toda politicagem que há na escuderia, e deste de sua fundação, sempre, foi assim. Em primeiro lugar os interesses da equipe, depois o resto. A Ferrari é assim e pronto!


A vitória de Fernando Alonso no GP da Alemanha confirma isso, ele estava mais rápido, estava! Passaria em condições normais, talvez! Independente de ordem de equipe ou não, Alonso iria novamente tentar superar Massa custe o que custasse, nem que houvesse um toque, e os dois saísse da prova. E o Massa também não iria facilitar! Como já aconteceu em 2007, lembram? A diferença é que eles são da mesma equipe agora. Fernando Alonso jogou bem, mostrou que era mais rápido, e está na frente no campeonato, e não teria paciência e nem ficaria mais comboiando o Felipe até o final da prova, como ocorreu na Austrália. A direção da Ferrari prevendo que o pior acontecesse como um incidente entre os dois ordenou a Felipe a troca de posição. Algo normal e esperado! O erro da Ferrari, foi novamente permitir que o piloto prejudicado deixasse explicita a situação para todos.


A FIA até já convocou a Ferrari para explicações, mas o presidente da entidade é nada menos que Jean Todt, ex-chefe da equipe vermelha. A única coisa que pode ocorrer é uma multa para os italianos e só como aconteceu em 2002! Ordens de equipe sempre aconteceram e sempre vão acontecer na F-1. E não é só na Ferrari. Infelizmente, as “empresas” têm o direito de fazer o que acham melhor, e resta aos “empregados” acatarem ou não a decisão. A regra existente que proíbe isso é dúbia.


A Corrida:


Sebastian Vettel que partia da pole, largando mal novamente, acabou prejudicando dois pilotos: Fernando Alonso e Jenson Button. Primeiramente espremeu Alonso, deixando o caminho livre para Felipe Massa que saiu do terceiro lugar para a liderança. Como Alonso teve a preferência da curva Vettel reduziu e Button que vinha embutido no carro do alemão teve que ir para área de escape para não encher a traseira da Red Bull de nº 5, caindo assim, para sexto. Mais atrás uma confusão entre os carros da Force India e Toro Rosso resultou na ida dos seus pilotos ao Pit Lane.


Mantiveram-se as posições até as primeiras trocas de pneus. Felipe conseguiu voltar à frente de Alonso com Vettel logo atrás, mas Jenson Button, da McLaren herdou a liderança, pois, retardou ao máximo sua parada, ganhando tempo. Massa passou a ser pressionado por Alonso, mas conseguiu se defender bem. Quando Button parou, Massa reassumiu a liderança até ceder a posição para o companheiro. No final da prova ainda houve uma pressão de Sebastian Vettel no brasileiro da Ferrari, mas Felipe confirmou seu segundo lugar com Vettel em terceiro.


Lewis Hamilton chegou na quarta posição e manteve a liderança do campeonato, Jenson Button em quinto e um discreto Mark Webber em sexto. Interessante notar que apenas os seis primeiros colocados terminaram na mesma volta tamanha a vantagem técnica dessas equipes na atual fase do campeonato. Robert Kubica finalizou em sétimo, seguido pelas duas Mercedes-Benz de Rosberg e Schumacher com os 8º e 9º lugares respectivamente. E Vitaly Petrov que voltou a pontuar com a outra Renault.


Resultado Final:

1°. Fernando Alonso (SPA/Ferrari), 1h27min38s864 (67 Voltas)
2°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 4.1
3°. Sebastian Vettel (GER/Red Bull Renault), a 5.1
4°. Lewis Hamilton (ENG/McLaren Mercedes-Benz), a 26.8
5°. Jenson Button (ENG/McLaren Mercedes-Benz), a 29.4
6°. Mark Webber (AUS/Red Bull Renault), a 43.6
7°. Robert Kubica (POL/Renault), a 1 volta
8°. Nico Rosberg (GER/Mercedes-Benz), a 1 volta
9°. Michael Schumacher (GER/Mercedes-Benz), a 1 volta
10°. Vitaly Petrov (RUS/Renault), a 1 volta

Não Pontuaram:

11°. Kamui Kobayashi (JPN/BMW Sauber Ferrari), a 1 volta
12°. Rubens Barrichello (BRA/Williams Cosworth), a 1 volta
13°. Nico Hulkenberg (ALE/Williams Cosworth), a 1 volta
14°. Pedro de la Rosa (SPA/BMW Sauber Ferrari), a 1 volta
15°. Jaime Alguersuari (SPA/Toro Rosso Ferrari), a 1 volta
16°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India Mercedes-Benz), a 2 voltas
17°. Adrian Sutil (GER/Force India Mercedes-Benz), a 2 voltas
18°. Timo Glock (GER/Virgin Cosworth), a 3 voltas
19°. Bruno Senna (BRA/Hispania Cosworth), a 4 voltas

Não Concluíram:

20°. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus Cosworth), (58 voltas)
21°. Lucas Di Grassi (BRA/Virgin Cosworth), (51 voltas)
22°. Sakon Yamamoto (JPN/Hispania Cosworth), (20 voltas)
23°. Jarno Trulli (ITA/Lotus Cosworth), ( 4 voltas )
24°. Sebastien Buemi (SWI/Toro Rosso Ferrari), (2 voltas)

Melhor Volta:

Sebastian Vettel (GER/Red Bull Renault), 1.15.824 (Volta 67)

sábado, 24 de julho de 2010

Treino Classificatório para o GP da Alemanha 2010.


De volta a Hockenheim, que sedia o GP alemão neste ano. No treino classificatório que definiu as posições de largada, vimos um emocionante duelo entre Red Bull e Ferrari pela disputa da pole position. Além da constante ameaça de chuva. Apesar de todo empenho dos italianos, novamente deu Red Bull com Sebastian Vettel que anota sua 6º pole no ano e a 10º do time austríaco em 11 provas.


Desde os treinos livres da sexta-feira a Ferrari demonstrou um ótimo desempenho, onde finalmente o pacote de atualizações feitas no carro a partir da etapa de Valência surtiu o efeito esperado. Fernando Alonso na sua cruzada pelo titulo, deu trabalho, mas teve que se contentar com o segundo posto. Felipe Massa que voltou a andar bem, conseguiu o terceiro lugar, deixando a outra Red Bull de Mark Webber em quarto.


Alheia a essa disputa, a atual líder dos campeonatos de pilotos e construtores, a McLaren reservou para si a terceira fila: Button em quinto e Lewis em sexto. Hamilton que bateu na sexta-feira, desta vez, não conseguiu se aproximar da disputa da pole. Interessante, foi o desempenho de Jenson Button que nos treinos livres não andava nem entre os dez primeiros, foi até proclamado como uma decepção. Mas, Button surpreendeu hoje, andou bem e larga na frente do badalado companheiro.


Destaque também para a Williams com seus dois pilotos entre os dez. Nico Rosberg salvando a honra da Mercedes-Benz que correndo em casa conseguiu um suado nono lugar. Palmas também para o obstinado Robert Kubica com sua Renault em sétimo. Ah! O Schumacher continua se divertindo e já garantiu que vai continuar a se entreter em 2011, mas em busca do oitavo título...


A Force India teve uma classificação conturbada com Vitantonio Liuzzi arrebentando o carro logo no início do Q1, causando a interrupção do treino e o Adrian Sutil que fez o décimo quarto tempo, mas foi punido com a perda de cinco posições por ter trocado o câmbio.


A Lotus minou a tentativa da Virgin em superá-la. No revezamento promovido pela Hispania entre seus três pilotos: Bruno Senna voltou bem, Sakon Yamamoto não largou em ultimo, pois, o Di Grassi praticamente não andou por problemas no câmbio, e o Karum Chandhok veio, mas só para sair nas fotos.


Na classificação o embate foi entre Ferraris e Red Bulls, mas a corrida tá com cara de McLaren, se chover então! A prova promete ser interessante.


Grid de Largada Atualizado:

Q3

1°. Sebastian Vettel (GER/Red Bull Renault), 1.13.791 (22 voltas)
2°. Fernando Alonso (SPA/Ferrari), 1.13.793 (22)
3°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), 1.14.290 (24)
4°. Mark Webber (AUS/Red Bull Renault), 1.14.347 (25)
5°. Jenson Button (ENG/McLaren Mercedes-Benz), 1.14.427 (23)
6°. Lewis Hamilton (ENG/McLaren Mercedes-Benz), 1.14.566 (20)
7°. Robert Kubica (POL/Renault), 1.15.079 (23)
8°. Rubens Barrichello (BRA/Williams Cosworth), 1.15.109 (25)
9°. Nico Rosberg (GER/Mercedes-Benz), 1.15.179 (25)
10°. Nico Hulkenberg (GER/Williams Cosworth), 1.15.339 (22)

Q2

11°. Michael Schumacher (GER/Mercedes-Benz), 1.15.026 (18)
12°. Kamui Kobayashi (JPN/BMW Sauber Ferrari), 1.15.084 (12)
13°. Vitaly Petrov (RUS/Renault), 1.15.307 (17)
14°. Pedro de la Rosa (SPA/BMW Sauber Ferrari), 1.15.550 (11)
15°. Jaime Alguersuari (SPA/Toro Rosso Ferrari), 1.15.588 (14)
16°. Sebastien Buemi (SWI/Toro Rosso Ferrari), 1.15.974 (15)
17°. Jarno Trulli (ITA/Lotus Cosworth), 1.17.583 (12)

Q1

18°. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus Cosworth), 1.18.300 (11)
19°. Adrian Sutil (GER/Force India Mercedes-Benz), 1.15.467* (16)
20°. Timo Glock (GER/Virgin Cosworth), 1.18.343 (6)
21°. Bruno Senna (BRA/Hispania Cosworth), 1.18.592 (10)
22°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India Mercedes-Benz), 1.18.952 (3)
23°. Sakon Yamamoto (JPN/Hispania Cosworth), 1.19.844 (11)
24°. Lucas Di Grassi (BRA/Virgin Cosworth), sem tempo (1)

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Classificação dos Campeonatos 08/19.


PILOTOS:

1°) Lewis Hamilton (ENG/McLaren), 109 Pontos.
2°) Jenson Button (ENG/McLaren), 106
3°) Mark Webber (AUS/Red Bull), 103
4°) Fernando Alonso (SPA/Ferrari), 94
5°) Sebastian Vettel (GER/Red Bull), 90
6°) Nico Rosberg (GER/Mercedes-Benz), 74
7°) Robert Kubica (POL/Renault), 73
8°) Felipe Massa (BRA/Ferrari), 67
9°) Michael Schumacher (GER/Mercedes-Benz), 34
10°) Adrian Sutil (GER/Force India), 23
11º) Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India), 12
12º) Rubens Barrichello (BRA/Williams), 7
13º) Vitaly Petrov (RUS/Renault), 6
14º) Sebastien Buemi (SWI/Toro Rosso), 5
15º) Jaime Alguersuari (SPA/Toro Rosso), 3
16º) Nico Hulkenberg (GER/Williams), 1
17º) Kamui Kobayashi (JPN/BMW Sauber), 1

CONSTRUTORES:

1º) McLaren Mercedes-Benz (ENG), 215
2º) Red Bull Renault (AUT), 193
3º) Ferrari (ITA), 161
4º) Mercedes-Benz (GER), 108
5º) Renault (FRA), 79
6º) Force India Mercedes-Benz (IND), 35
7º) Williams Cosworth (ENG), 8
8º) Toro Rosso Ferrari (ITA), 8
9º) BMW Sauber Ferrari (SWI), 1

DADOS E NÚMEROS:

  • 633º Pódio da Equipe Ferrari
  • 444º Pódio da Equipe McLaren
  • 168ª Vitória da Equipe McLaren
  • 146ª Pole Position da Equipe McLaren
  • 81ª Vitória do Motor Mercedes-Benz
  • 56º Pódio de Fernando Alonso
  • 47ª Dobradinha da equipe McLaren
  • 31ª Melhor Volta da Equipe Renault
  • 31º Pódio de Lewis Hamilton
  • 28º Pódio de Jenson Button
  • 18ª Pole Position de Lewis Hamilton
  • 13ª Vitória de Lewis Hamilton
  • 1ª Melhor Volta de Robert Kubica

sábado, 29 de maio de 2010

Treino Classificatório para GP da Turquia 2010.


Sétima prova do ano, e até agora a equipe Red Bull anotou todas as poles possíveis, sendo a terceira consecutiva de Mark Webber. Sebastian Vettel que veio para Istambul com um novo chassi, e dava a impressão que superaria o companheiro, mas errou na curva 1 em sua última tentativa e parte de 3º.


A McLaren também andou bem com Lewis Hamilton, o inglês vai largar na primeira fila ao lado Webber. Jenson Button ficou com a 4ª posição, entretanto, teve que abortar sua última tentativa devido a uma saída de pista de Michael Schumacher, da Mercedes-Benz. O alemão ficou com o 5º lugar. O outro prateado parte de 6º.


A Ferrari que na Turquia completa 800 grandes prêmios na categoria, não teve um bom desempenho com Felipe Massa partindo do 8º lugar enquanto Fernando Alonso não passou do Q2 e larga da 12ª posição.


A equipe Renault também chegou ao Q3 com Kubica e Petrov em 7º e 9º respectivamente. Destaque para Kamui Kobayashi que conseguiu mais uma vez levar o carro de Peter Sauber ao Q3. A Lotus continua sendo a melhor das equipes novatas novamente dominando a décima fila.

Promete ser uma boa corrida, uma pena para mim, que depois de muitos anos vou perder uma corrida ao vivo, devido a um trabalho da faculdade.


Grid de largada:

Q3

1°. Mark Webber (AUS/Red Bull), 1.26.295
2°. Lewis Hamilton (ENG/McLaren), 1.26.433
3°. Sebastian Vettel (GER/Red Bull), 1.26.760
4°. Jenson Button (ENG/McLaren), 1.26.781
5°. Michael Schumacher (GER/Mercedes-Benz), 1.26.857
6°. Nico Rosberg (GER/Mercedes-Benz), 1.26.952
7°. Robert Kubica (POL/Renault), 1.27.039
8°. Felipe Massa (BRA/Ferrari), 1.27.082
9°. Vitaly Petrov (RUS/Renault), 1.27.430
10°. Kamui Kobayashi (JPN/BMW Sauber), 1.28.122

Q2
11°. Adrian Sutil (GER/Force India), 1.27.525
12°. Fernando Alonso (SPA/Ferrari), 1.27.612
13°. Pedro de la Rosa (SPA/BMW Sauber), 1.27.879
14°. Sebastian Buemi (SWI/Toro Rosso), 1.28.273
15°. Rubens Barrichello (BRA/Williams), 1.28.392
16°. Jaime Alguersuari (SPA/Toro Rosso), 1.28.540
17°. Nico Hulkenberg (GER/Williams), 1.28.841

Q1

18°. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India), 1.28.958
19°. Jarno Trulli (ITA/Lotus), 1.30.237
20°. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus), 1.30.519
21°. Timo Glock (GER/Virgin), 1.30.744
22°. Bruno Senna (BRA/Hispania), 1.31.266
23°. Lucas Di Grassi (BRA/Virgin), 1.31.989
24°. Karun Chandhok (IND/Hispania), 1.32.060

domingo, 25 de abril de 2010

Fornecimento de Motores.


Reconhecidamente, desde 2007 a Mercedes-Benz tem o melhor motor da Fórmula-1, e em 2010 não há perspectiva de mudança, perante o domínio das usinas de Stuttgart tanto em potência como em confiabilidade. É o principal trunfo para o sucesso das três equipes que são abastecidas com seus propulsores: Seu próprio time, a McLaren e a Force India.


Esse domínio da Mercedes pode ser explicado, em parte, pela imposição da controversa regra de congelamento no desenvolvimento dos motores. Que teve seu início em 2006 com adoção dos motores V-8 em substituição aos V-10 e que deve vigorar até o final de 2012. Em 2009 a FIA também impôs às equipes a utilização de 8 motores para cada carro por temporada.


Atualmente a Fórmula-1 conta com apenas com 4 fornecedoras de motores para as 12 equipes do mundial. Comparando com 2008, por exemplo, onde havia 6 fornecedoras para as 11 equipes que iniciaram o campeonato.


A crise econômica mundial, e a conseqüentemente busca por redução de custos, as incertezas dos mercados e os decepcionantes resultados de algumas marcas, fizeram com que Honda, Toyota e BMW deixassem a categoria, além de barrar a entrada de novas pretendentes. A chegada da Cosworth vencedora de uma concorrência realizada por Max Mosley por motores com melhor custo-benefício, tendo como público-alvo as equipes privadas, e principalmente os times novatos.


Lotus, Virgin e Hispania ainda sofrem pela inexperiência, mas a Williams que também optou pelos motores ingleses, e mesmo com um bom chassi, tem tido um desempenho apenas razoável, deixando claro que carece de força para empurrar seus carros, e é algo que não deve mudar tão cedo, ou seja, foi um tiro no pé!


A Renault que quase abandonou a F-1 em 2010, entretanto, foi salva por um grupo de investidores e tem surpreendido até o momento, mas ainda sim, atrás dos alemães. Além do seu time, os franceses conseguiram manter a Red Bull como cliente. Se bem que o time de Dietrich Mateschitz não tinha muitas opções mesmo.


A Ferrari é a organização que mais têm apresentado problemas com a regra de congelamento dos propulsores. Suas usinas têm potência comparável à Mercedes, mas consomem mais gasolina e peca, e muito, pela confiabilidade, algo evidente esse ano. Os motores italianos também empurram os carros da Toro Rosso e do time de Peter Sauber que, aliás, tem sido o maior prejudicado pelas constantes quebras do motor Ferrari.


Os italianos haviam declarado que não estavam preocupados com a deficiência de seus motores, pois se tratava de um caso isolado, mas voltaram atrás e pediram autorização a FIA para fazer alterações nos mesmos, pois identificaram o problema, mais precisamente nas válvulas pneumáticas.


Acredito que essas regras não afetaram as disputas, nem as velocidades dos carros, mas é prejudicial, pois não há atrativos para a entrada de novas fabricantes que queiram apenas fornecer motores e não montar equipes como fizeram e fracassaram BMW, Honda e Toyota. E não há nenhuma garantia das que ainda permanecem. A FIA e a FOTA precisam rever isso o mais breve possível, e não esperar até 2013.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Mercedes-Benz: Michael Schumacher vs. Nico Rosberg.


3. Michael Schumacher:

O piloto sete vezes Campeão Mundial declarou uma vez: “Não me imagino correndo por uma equipe que não seja a Ferrari”. E acredito que poucas pessoas duvidavam disso.

Depois de três anos e algumas quedas de moto, aos 41 anos, Michael Schumacher retorna à F-1, não mais pela Ferrari, mas sim pela Mercedes-Benz. Sua família estava preocupada com os constantes tombos de moto e resolveram apóia-lo a voltar a competir nas quatro rodas. Levará algumas corridas para que Michael recupere o ritmo, mas como se viu no Bahrein, falta pouco. Assinou contrato de três anos, e deixa bem claro para todos, ele quer mais vitórias e títulos.

4. Nico Rosberg:

Até então, só tinha corrido por uma só equipe, a Williams. Rosberg foi contrato por ser um piloto alemão e de talento, para ser sombra do atual campeão Jenson Button, mas ocorreu uma reviravolta na equipe e Button se foi. Chateados com a saída do inglês, a Mercedes foi atrás e convenceu Schumacher a voltar. E agora Nico tem diante de si uma lenda viva. Entretanto, Rosberg finalmente tem um carro que poderá lhe dar vitórias, e não poderá fazer por menos. Mas se for atento, procurará aprender tudo com Michael. Começou muito bem no Bahrein, mas tem que conseguir logo uma vitória, de preferência, primeiro que o companheiro.



Ao contrário do ano passado os carros de Ross Brawn não tiveram um começo arrasador, mas não podemos questionar a competência do inglês que fez seu time estreante Campeão de pilotos e Construtores em 2009. Com a venda de sua equipe para a Mercedes-Benz e a Aabar, além de contar a volta de Michael Schumacher. Toda estrutura estará sob pressão por um resultado imediato. E a pressão já começou na própria organização, já que, Dieter Zetsche, presidente da Daimler, dona da marca, já ordenou que o time precisa de vitórias para continuar na categoria. Acredito que será um duelo bem interessante, mas no fim das contas, o embate será vencido por Michael Schumacher.